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Bahia Farm Show/Máquinas: com oferta restrita de componentes, Jacto opera com prazo de entrega mais longo

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
6 junho, 2022
em Mercado, Mundo Agro, Negócios
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Mercado
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A Jacto, fabricante brasileira de máquinas e equipamentos agrícolas, está trabalhando com prazos mais longos de entrega de seus produtos em virtude da crise no fornecimento de matéria-prima à indústria de máquinas. Durante a 16ª edição da Bahia Farm Show, que terminou no sábado (4), a fabricante prevê entregas de novos negócios, firmados na feira, para somente o início de 2023, em média entre janeiro e fevereiro, segundo o diretor de Marketing da companhia, Wanderson Tosta. “Pontualmente, há alguns modelos com disponibilidade a curto prazo, outros para novembro e dezembro, mas de pedidos já programados. Já para negócios totalmente novos são prazos longos com previsibilidade de entrega somente para o primeiro semestre do ano que vem”, disse Tosta.

O prazo mais longo, muitas vezes, não atende à necessidade dos produtores que ainda desejam adquirir equipamentos para o plantio e/ou colheita da safra 2022/23, plantada a partir de setembro. “Isso não atende a expectativa do produtor, mas ele entende porque é um cenário que tem afetado a cadeia mundial de suprimentos e todas as empresas. É uma dificuldade adicional para atender à expectativa do produtor de ‘timing’ de ter seu produto no campo”, comentou.

A impossibilidade de realizar vendas para pronta entrega, contudo, não é uma realidade somente da Jacto. A situação ocorre com a maioria das fabricantes de máquinas e equipamentos agrícolas do País. “Hoje a cadeia está desestruturada e não consegue atender incremento de demanda. Tivemos vários componentes na cadeia com desequilíbrio como partes hidráulicas, elétricas, tecnologia embarcada”, apontou.

Apesar da restrição de oferta, a Jacto espera movimentar maior volume de vendas na edição da feira. O desempenho deve ser puxado pela ampliação do portfólio e pela presença da área de serviços da fabricante, a Jacto Next de agricultura 4.0, pela primeira vez na feira. “O mercado está muito puxador até pelo momento das tecnologias, auxiliando na redução de custos, e do apetite do produtor. Por outro lado, há dificuldade de cumprir com os compromissos pela conjuntura da cadeia de desabastecimento”, afirmou Tosta. A empresa não definiu estimativa de crescimento na feira, segundo o executivo.

A maior demanda de produtores na feira está sendo observada para pulverizadoras, adubadoras e colheitadeiras de grande porte, de acordo com o executivo. “Outra área que chama a atenção dos produtores aqui na feira são as tecnologias digitais que permitem a conexão com os equipamentos, gestão refinada e maior controle da operação agrícola”, disse o diretor de Marketing da Jacto.

Na avaliação de Tosta, o elevado custo de produção não inibe o investimento do produtor em máquinas e equipamentos e nem o incremento do preço destes porque as novas tecnologias de máquinas permitem redução no custo total de produção. “Temos adubadora que permite redução de até 15% no uso de fertilizantes e pulverizadoras bico a bico que permitem até 10% de redução de defensivos agrícolas. Em meio aos preços elevados dos insumos, se torna uma ferramenta muito importante”, pontuou Tosta.

Perspectiva – Para o ano, a Jacto prevê acompanhar o crescimento de vendas do mercado em geral de 5% a 10%, mas em porcentuais não divulgados. “A grande dificuldade, de fato, tem sido cumprir os compromissos. São impactos que têm tido efeitos de médio e longo prazo. Do lado da demanda, os preços das commodities estão muito favoráveis e o mercado querendo renovação de frota e tecnologias. A barreira é a crise no fornecimento de componentes”, observou Tosta. “O mercado como um todo poderia ter desempenho ainda melhor se não fosse o desequilíbrio na cadeia de suprimentos e não vemos normalização do cenário para este ano”, disse Tosta.

*A jornalista viaja a convite da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Fonte: Estadao

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