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Exportações para países árabes crescem 22% e atingem novo recorde

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
4 fevereiro, 2025
em Mercado
Tempo de leitura: 4 minutos
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Home Mercado
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Avanço contrasta com estagnação do comércio exterior brasileiro

As exportações brasileiras para a Liga Árabe registraram um crescimento de 22,44% em 2024, totalizando US$ 23,68 bilhões, segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Esse desempenho representa o segundo recorde consecutivo de vendas para a região e a maior receita já registrada desde o início da série histórica de exportações, compilada pelo governo brasileiro desde 1989.

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O comércio com o bloco formado por 22 países também resultou em um superávit recorde para o Brasil, atingindo US$ 13,50 bilhões, um crescimento de 55,54% em relação ao ano anterior. A corrente comercial – soma das importações e exportações – também avançou 12,88%, alcançando um recorde de US$ 33,87 bilhões.

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    “O resultado comprova a resiliência dos mercados árabes, especialmente em um ano em que as exportações brasileiras para o mundo praticamente repetiram o desempenho de 2023”, afirmou Mohamad Mourad, secretário-geral da Câmara Árabe. Ele ressaltou que o bloco deve ser considerado uma prioridade para empresas interessadas em expandir suas operações internacionais.

    Crescimento árabe contrasta com queda nos principais mercados

    Enquanto as exportações brasileiras para os países árabes avançaram, o desempenho global foi negativo. Em 2024, as vendas do Brasil ao exterior tiveram um recuo de 0,78%, totalizando US$ 337,04 bilhões, segundo o sistema federal Comex Stat.

    Entre os dez principais destinos dos produtos brasileiros, houve queda nas exportações para seis mercados, incluindo a China e a Argentina. As vendas para a China, maior parceira comercial do Brasil, recuaram 9,50%, somando US$ 94,41 bilhões, enquanto a Argentina, terceiro maior destino, reduziu suas compras em 17,56%, para US$ 13,78 bilhões.

    Já entre os parceiros árabes, o cenário foi oposto. As exportações para os Emirados Árabes Unidos, principal comprador da região, cresceram 43,57%, totalizando US$ 4,54 bilhões. O Egito, segundo maior destino, ampliou suas compras em 72,29%, atingindo US$ 3,99 bilhões. A Arábia Saudita, terceiro maior mercado, reduziu as importações em 2,83%, mas ainda assim adquiriu US$ 3,11 bilhões em produtos brasileiros. A Argélia, quarta no ranking, aumentou suas compras em 8,39%, para US$ 2,57 bilhões, enquanto o Iraque registrou um crescimento de 49,13%, totalizando US$ 1,91 bilhão.

    Investimentos árabes impulsionam demanda por produtos brasileiros

    De acordo com Mourad, a expansão das exportações para a Liga Árabe está diretamente relacionada ao esforço dos países do bloco em diversificar suas economias, reduzindo a dependência do petróleo por meio dos planos estratégicos conhecidos como “Visões 2030”. Esses investimentos vêm sendo viabilizados por meio da realocação de recursos internos e da atração de capital estrangeiro, incluindo aportes brasileiros, garantindo dinamismo às maiores economias da região.

    Agronegócio lidera exportações brasileiras para os árabes

    Os produtos do agronegócio foram os principais responsáveis pelo crescimento das exportações brasileiras para a Liga Árabe, representando 75,67% das receitas, o equivalente a US$ 17,92 bilhões. Entre os itens mais exportados, destacam-se:

    • Açúcar: crescimento de 34,22%, atingindo US$ 6,63 bilhões;
    • Carne de frango: alta de 9%, com vendas de US$ 3,58 bilhões;
    • Minério de ferro: avanço de 10,51%, somando US$ 3,08 bilhões;
    • Milho e outros cereais: aumento de 28,04%, totalizando US$ 2,46 bilhões;
    • Carne bovina: crescimento expressivo de 57,72%, alcançando US$ 1,75 bilhão.

    O desempenho dos principais produtos do agronegócio na Liga Árabe foi superior ao registrado no comércio global. Enquanto o açúcar teve um aumento de 34,22% nas vendas para os países árabes, no mercado internacional o crescimento foi de 18,14%. O frango, que avançou 9% na Liga Árabe, teve uma alta bem mais modesta no mercado global, de apenas 1,70%. Além disso, os países árabes pagaram um valor médio maior pela carne de frango brasileira (US$ 2.091,04 por tonelada), em comparação com a média global de US$ 1.840,00 por tonelada.

    Situação semelhante ocorreu com a carne bovina: enquanto as receitas cresceram 57,72% nos países árabes, no mercado global o avanço foi de 21,80%. O milho também teve desempenho contrastante, registrando um crescimento de 28,04% nas vendas para a Liga Árabe, enquanto no mercado global houve retração de 37,20%.

    Mesmo produtos que tiveram desempenho negativo no mercado internacional, como a soja e outras oleaginosas, apresentaram uma queda menor na Liga Árabe (-15,19%) do que na média global (-18,9%).

    O desempenho das exportações para os países árabes reforça a importância estratégica da região para o comércio exterior brasileiro, especialmente em um ano de crescimento contido no mercado global.

    Fonte: Portal do Agronegócio

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