Faltam
00 Dias
|
00 Horas
|
00 Minutos
|
00 Segundos
para o
21º Prêmio Visão Agro Brasil
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Como a China pode influenciar o preço da carne bovina no Brasil em 2026

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
29 dezembro, 2025
em Leia mais
Tempo de leitura: 3 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Parceiro comercial deve divulgar decisão sobre a aplicação ou não de salvaguardas no fim de janeiro

O ponto de interrogação no mercado pecuário para 2026 é a China, destino da metade dos embarques brasileiros neste ano, que poderá divulgar a decisão sobre a aplicação ou não de salvaguardas na importação da proteína no fim de janeiro. O cenário de preços internos da carne bovina pode ser impactado com potenciais implicações desse processo e eventual diminuição da demanda pelo produto brasileiro.

Leia mais

Produtores se articulam para destravar a LOA na Alepe

Investimentos em energia devem chegar a R$ 3,5 trilhões até 2035, prevê EPE

Charles Darwin, Agro e o (Des)Governo – Por Evaristo de Miranda

Estado e Alepe buscam soluções para crise no setor canavieiro

“Se a China colocar uma cota, teremos que exportar menos para lá e pode ser que precise de menos boi, o que levará o preço a cair, sobra boi e sobe a escala”, apontou Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

Se o ritmo de compra chinês continuar normal, pode haver tendência de alta dos preços, relatou. “Mas hoje o viés da China é de diminuir um pouco o volume, seja através de cotas ou seja através de intensificação e fiscalização na fronteira, pois querem fazer uma defesa da produção nacional”, comentou.

Em 2024, o Brasil embarcou 1,3 milhão de toneladas aos chineses, principal mercado dos frigoríficos nacionais. Em 2025, o volume será recorde novamente. Até novembro, foram mais de 1,5 milhão de toneladas e US$ 8 bilhões em receita.

A investigação ainda gera preocupação no setor, segundo alguns empresários ouvidos reservadamente pela reportagem. O viés de recuo nas compras chinesas, porém, seria para o patamar de 2024 e não um corte mais acentuado, analisam os executivos.

A avaliação setorial é de que haverá um freio em novas habilitações de plantas, medida considerada crucial para a virada de chave na rentabilidade de um frigorífico no país. Uma fonte do setor argumentou que poderá haver novas autorizações em 2026, mas apenas para substituir eventuais unidades que poderão ser deslistadas. Ou seja, o número de empresas autorizadas a vender para os chineses continuaria igual, mas haveria troca de uma por outra.

Perosa, porém, é mais otimista. “O cenário atual, no fim de 2025, é muito positivo. Nós estamos com todos os mercados abertos, sem nenhuma restrição e com os mercados que queremos abrir encaminhados”, destacou. Ele também cita a manutenção das desonerações nas vendas para o México, por meio do Pacic, programa local contra a inflação. A medida vale até o fim do ano, mas há perspectivas de renovação.

Endurecimento regulatório

A Warren Investimentos aponta quatro possíveis frentes de endurecimento regulatório com a investigação: controles alfandegários mais rigorosos, criação de cotas para produtos importados, suspensão adicional de plantas e crédito mais restrito para importação. O governo chinês argumenta que a carne importada afeta a indústria doméstica, o que exige medidas de proteção.

“Essas potenciais mudanças reforçam a necessidade de monitoramento contínuo, tanto pelos impactos no fluxo comercial quanto pelos efeitos indiretos sobre preços e expectativas”, afirmou a consultoria em relatório elaborado há poucos dias.

Andréa Angelo, economista da Warren, disse que se a China tivesse anunciado salvaguardas no fim de novembro, como estava previsto, poderia haver uma correção de preços no mercado físico, com queda na arroba do boi em dezembro. Com uma base mais baixa nesse fim de ano, a alta da carne no varejo em 2026 poderia ser ainda mais intensa, de 13%.

Lygia Pimentel, diretora-presidente da consultoria Agrifatto, acredita que o possível estabelecimento de cotas e a imposição de tarifas em torno de 10% não tiram a competitividade das exportações brasileiras para a China e que o fluxo comercial deverá ser mantido sem grandes alterações.

Por: Rafael Walendorff | Fonte: Globo Rural

Clique AQUI, entre no canal do WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Unem e Aexa se manifestam a favor da abertura do leilão do Tecon Santos 10

Próximo post

Brasil planeja reduzir importação de fertilizantes para 50% da demanda em 2050, diz Embrapa

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Produtores se articulam para destravar a LOA na Alepe

Produtores se articulam para destravar a LOA na Alepe

13 fevereiro, 2026
Investimentos em energia devem chegar a R$ 3,5 trilhões até 2035, prevê EPE

Investimentos em energia devem chegar a R$ 3,5 trilhões até 2035, prevê EPE

13 fevereiro, 2026
Charles Darwin, Agro e o (Des)Governo – Por Evaristo de Miranda

Charles Darwin, Agro e o (Des)Governo – Por Evaristo de Miranda

12 fevereiro, 2026
Estado e Alepe buscam soluções para crise no setor canavieiro

Estado e Alepe buscam soluções para crise no setor canavieiro

12 fevereiro, 2026
Rodobras investe R$ 50 milhões em unidade ao lado de usina da Inpasa em Balsas (MA)

Rodobras investe R$ 50 milhões em unidade ao lado de usina da Inpasa em Balsas (MA)

12 fevereiro, 2026
BNDES financia usina de biometano no Paraná com R$ 148,5 milhões

BNDES financia usina de biometano no Paraná com R$ 148,5 milhões

11 fevereiro, 2026
Tarifaço americano pode acelerar acordo Mercosul – União Europeia

Parlamento Europeu aprova salvaguardas agrícolas com gatilhos de 5% para acordo com Mercosul

11 fevereiro, 2026
Etanol/Cepea: Preços têm novos recuos neste final de entressafra

Câmara aprova urgência para marco legal do transporte com uso da Cide-Combustíveis

11 fevereiro, 2026
Em 3 anos, Brasil abriu 535 mercados. É a hora e a vez do marketing

Em 3 anos, Brasil abriu 535 mercados. É a hora e a vez do marketing

9 fevereiro, 2026
AGCO reverte prejuízo e lucra US$ 95,5 milhões no quarto trimestre de 2025

AGCO reverte prejuízo e lucra US$ 95,5 milhões no quarto trimestre de 2025

9 fevereiro, 2026
Carregar mais
Próximo post

Brasil planeja reduzir importação de fertilizantes para 50% da demanda em 2050, diz Embrapa

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

plugins premium WordPress
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36