Faltam
00 Dias
|
00 Horas
|
00 Minutos
|
00 Segundos
para o
21º Prêmio Visão Agro Brasil
quinta-feira, fevereiro 5, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Alagoas lidera produção de bioenergia no NE a partir do bagaço da cana

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
5 setembro, 2025
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Estado respondeu por 27% da geração regional de bioenergia em 2024, segundo o Balanço Energético Nacional

Usina Coruripe, em Alagoas, aposta em bioenergia para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e na promoção da sustentabilidade no setor energético brasileiro. Foto: Divulgação

A geração de bioeletricidade a partir da biomassa da cana-de-açúcar no Nordeste alcançou 9,7 TWh em 2024. Alagoas respondeu por 2,6 TWh desse total, o equivalente a 27% da produção regional, e atingiu o maior nível de autossuficiência energética entre os estados nordestinos. Os dados constam do Relatório Final do Balanço Energético Nacional 2025, com ano-base de 2024.

Leia mais

Volkswagen, Raízen e Shell se unem no desenvolvimento de projetos para reduzir emissões

Produção de petróleo e gás pelo Brasil cresce 13,3% em 2025 e bate recorde

Alagoas exporta US$ 580 milhões com açúcar e minério de cobre no topo

Aprobio apoia auditoria do TCU sobre RenovaBio e mercado de CBios

A biomassa foi utilizada em sistemas de cogeração em usinas sucroenergéticas, com aproveitamento do bagaço da cana para geração simultânea de eletricidade e calor. A produção local supriu o consumo industrial e permitiu a exportação de excedente para o Sistema Interligado Nacional (SIN).

A biomassa representou 9,2% da Oferta Interna de Energia (OIE) do Brasil em 2024, consolidando-se como a terceira principal fonte da matriz nacional, atrás da hidráulica (29,4%) e dos derivados de petróleo (33,7%). A geração total de bioeletricidade no país somou 42,1 TWh no período, sendo que 23% desse volume foi produzido no Nordeste. Alagoas concentrou 6,3% da geração nacional, superando estados com maior consumo energético.

Pernambuco e Bahia também aparecem entre os principais produtores de biocombustíveis da região. A produção de etanol e biodiesel contribuiu para a redução da dependência de combustíveis fósseis no setor de transportes e ampliou a oferta energética com base em fontes agrícolas regionais.

Panorama da bioenergia nos estados nordestinos

Alagoas liderou com folga a produção de bioenergia no Nordeste em 2024, com 2,6 TWh gerados a partir do bagaço da cana-de-açúcar. Pernambuco aparece em segundo lugar, com 2,1 TWh, seguido pela Bahia, com 1,9 TWh. Esses três estados concentraram cerca de 70% de toda a geração regional.

Outros estados nordestinos também contribuíram com a matriz de bioenergia. O Rio Grande do Norte registrou produção de 0,73 TWh, enquanto a Paraíba produziu 0,64 TWh. O Maranhão gerou 0,59 TWh, Sergipe 0,48 TWh, o Piauí 0,29 TWh e o Ceará, 0,18 TWh.

Usinas alagoanas investem em cogeração com bagaço de cana

Usinas como a Caeté e a Cooperativa Pindorama produzem bioenergia por meio do bagaço de cana para suprir demandas internas, abastecer seus parques industriais e, no caso da Caeté, vender o excedente da energia gerada.

Durante a safra 2022/2023, a Usina Caeté, Matriz, localizada em São Miguel dos Campos, processou 2.170.000 toneladas de cana, resultando num total de 650.000 toneladas de bagaço. Por meio da central termoelétrica CESMC, a biomassa atendeu às demandas energéticas da indústria e da irrigação com um excedente de 80.000 MWh de energia exportada.

Outra empresa que vem apostando na produção de energia limpa é a Usina Coruripe. O presidente do grupo, Mário Lorencatto, disse ao Movimento Econômico que a bioenergia é um produto estratégico para a transição energética e para a construção de um futuro mais sustentável.

Para a Usina Coruripe, esse bioproduto garante a autossuficiência das unidades operacionais e permite a comercialização do excedente ao mercado regulado e livre, gerando receita e contribuindo para aliviar a demanda sobre a matriz elétrica nacional.

“Essa atuação está alinhada ao RenovaBio, programa nacional que reconhece a importância dos biocombustíveis e da bioenergia na redução das emissões de gases de efeito estufa e na promoção da sustentabilidade no setor energético brasileiro. Em Alagoas, a Coruripe tem aprimorado constantemente seus processos para a geração de bioeletricidade. Com essa atuação, reafirmamos nosso compromisso com a inovação, a eficiência e a sustentabilidade, buscando contribuir para o desenvolvimento regional e para a consolidação do Brasil como líder mundial na produção de energia renovável a partir da cana”, afirmou Lorencatto.

Bioenergia ganha espaço em meio ao domínio eólico

A geração eólica manteve-se como base da matriz elétrica da região. Bahia, Rio Grande do Norte, Piauí e Ceará lideram em capacidade instalada e fatores médios de capacidade. Apesar da estabilidade no crescimento, o setor segue sendo o principal vetor da energia renovável interligada na região.

No entanto, o avanço da biomassa indica uma mudança no perfil de segurança energética regional. A geração distribuída solar também ampliou presença no Nordeste. Paraíba, Alagoas e Ceará registraram crescimento em sistemas fotovoltaicos conectados à rede, com expansão tanto em áreas urbanas quanto no meio rural.

Por: Vanessa Siqueira | Fonte: Movimento Econômico

Clique AQUI, entre no canal do WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Brasil pode liderar descarbonização do transporte aquaviário com biocombustíveis, diz estudo

Próximo post

Prata Bioenergia garante mais de R$ 1 bilhão para construção de usina no Triângulo Mineiro

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Volkswagen, Raízen e Shell se unem no desenvolvimento de projetos para reduzir emissões

Volkswagen, Raízen e Shell se unem no desenvolvimento de projetos para reduzir emissões

5 fevereiro, 2026
Investimento em produção de petróleo e gás sobe 150% em 2024 ante 2022, diz ANP

Produção de petróleo e gás pelo Brasil cresce 13,3% em 2025 e bate recorde

5 fevereiro, 2026
Açúcar/Cepea: A precificação de bioinsumos pelo Cepea/Esalq/USP: desafios e perspectivas para o estabelecimento de um mercado futuro

Alagoas exporta US$ 580 milhões com açúcar e minério de cobre no topo

4 fevereiro, 2026
Aprobio apoia auditoria do TCU sobre RenovaBio e mercado de CBios

Aprobio apoia auditoria do TCU sobre RenovaBio e mercado de CBios

4 fevereiro, 2026
Maconha no agro brasileiro? Entenda por que a cannabis entrou oficialmente na pauta da pesquisa agrícola

Maconha no agro brasileiro? Entenda por que a cannabis entrou oficialmente na pauta da pesquisa agrícola

3 fevereiro, 2026
Polícia Civil prende líder de grupo que furtou R$ 2,3 milhões em implementos agrícolas de usina da região de Rio Preto

Polícia Civil prende líder de grupo que furtou R$ 2,3 milhões em implementos agrícolas de usina da região de Rio Preto

3 fevereiro, 2026

O que vai mover o agro até a virada para 2027, segundo Marcos Fava Neves

3 fevereiro, 2026
Pesquisadores testam variedades de cana-de-açúcar para melhorar a produção no Acre

StoneX reduz estimativa de produção de açúcar e projeta recorde histórico para o etanol na safra 2026/27

3 fevereiro, 2026
PangeiaBiotech é licenciada pela UFV para desenvolver cana transgênica RB e busca usinas parceiras

PangeiaBiotech é licenciada pela UFV para desenvolver cana transgênica RB e busca usinas parceiras

2 fevereiro, 2026
Lançamento da PocketFab USP–FIESP–SENAI marca novo capítulo para a fabricação de semicondutores no Brasil

Lançamento da PocketFab USP–FIESP–SENAI marca novo capítulo para a fabricação de semicondutores no Brasil

30 janeiro, 2026
Carregar mais
Próximo post
Prata Bioenergia garante mais de R$ 1 bilhão para construção de usina no Triângulo Mineiro

Prata Bioenergia garante mais de R$ 1 bilhão para construção de usina no Triângulo Mineiro

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36