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Alta do petróleo deve afetar margens dos produtores de açúcar, aponta Rabobank

Maria Reis por Maria Reis
30 março, 2026
em Mundo Agro
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Mundo Agro
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Banco divulgou relatório sobre cenários para as commodities e insumos

Desde o início da guerra no Oriente Médio, os preços do açúcar reagiram na bolsa de Nova York, acompanhando a alta do petróleo, segundo relatório do Rabobank divulgado nesta quinta-feira, 26. Porém, os custos de produção da commodity também estão subindo, e isso deve afetar as margens finais dos produtores, alerta.

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O banco chamou a atenção para o fato de que as margens dos produtores de açúcar depende de insumos como diesel e fertilizantes, que têm subido de preço por causa da guerra.

As especulações sobre a guerra já fizeram com que os preços do açúcar rompessem a barreira dos 15 centavos de dólar nos contratos de curto prazo e de 16 centavos de dólar nos contratos para março de 2027 (época de entressafra de cana do Centro-Sul).

“Parte desse aumento pode ser atribuída à redução da posição líquida vendida que os fundos acumularam ao longo de 2025, interpretando a elevação do preço do petróleo como gatilho para uma recuperação do preço do açúcar”, afirmou o banco holandês. Ao mesmo tempo, também surgiram dados indicando uma produção menor na Índia.

Apesar disso, o Rabobank observou que os efeitos da guerra podem ser frear a alta dos preços, já que as importações de açúcar bruto dos Emirados Árabes Unidos, Iraque e o Irã respondem juntos por 9% do total e “vão diminuir”.

“Parte da demanda regional pode ser perdida. E navios indo para o Golfo terão que achar outros destinos. Enquanto isso, frete oceânico e seguro mais caros vão elevar os custos para importadores ao redor do mundo”, observou o Rabobank.

Na avaliação do banco, os preços do açúcar devem depender de decisões do governo brasileiro ou da Petrobras que alterem o preço da gasolina na bomba, o que pode influenciar na competitividade e, portanto, na demanda por etanol no Brasil, observou o banco.

Fertlizantes

O Rabobank também acredita que o volume recorde de entrega de fertilizantes registrado no ano passado dificilmente será repetido em 2026. Além do aperto financeiro, o cenário deve ser impactado pela alta nos custos de fertilizantes, algo que já preocupava antes mesmo do início do conflito no Oriente Médio, aponta a instituição.

Desde o início do conflito, no dia 28 de fevereiro, a ureia já registrou alta de 46%, alerta o Rabobank. Porém, a elevação é ainda mais expressiva, de 76%, quando se observa o período desde o início do ano.

O relatório aponta ainda que, antes do início do conflito, o MAP (fosfato monoamônico) era o fertilizante que mais preocupava, por estar em uma tendência de alta forte e com maior potencial de atingir valores mais altos.

Com a tendência de um conflito mais longo do que o imaginado, o fósforo começa a apresentar os impactos do conflito, cotado acima de US$ 800 a tonelada, maior valor desde agosto de 2022.

Dentro deste cenário, o Rabobank projeta que a demanda nacional por fertilizantes deve ser impactada, “especialmente dado o ambiente de margens mais apertadas vivenciados pelos produtores brasileiros nos últimos anos”.

O RaboResearch projeta uma redução de quase 2 milhões de toneladas nas entregas de 2025, o que deixaria o número estimado das entregas para 47,2 milhões de toneladas.

Por: Danton Boatini Júnior, Camila Souza Ramos e Cleyton Vilarino | Fonte: Globo Rural

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