O setor de agroenergia ocupa posição estratégica na matriz energética brasileira e segue em expansão impulsionado pela demanda por combustíveis renováveis. Um levantamento do Forbes Agro 100 mostra quais foram as maiores empresas de agroenergia do Brasil em 2024, com base na receita líquida, destacando a força do setor sucroenergético, do etanol de milho e do biodiesel.
O ranking evidencia a consolidação de grandes grupos nacionais e internacionais, que operam em larga escala e têm papel central na transição energética do país.
Ranking das maiores empresas de agroenergia do Brasil
1. Raízen — R$ 78,5 bilhões
Líder do ranking, a Raízen se consolida como uma das maiores companhias de bioenergia do mundo. A empresa atua na produção de açúcar, etanol e bioeletricidade, além de investir em soluções voltadas à descarbonização.
2. Copersucar — R$ 54,1 bilhões
A Copersucar ocupa a segunda posição e reforça o protagonismo brasileiro no mercado global de açúcar e etanol, conectando usinas nacionais a dezenas de países.
3. Cosan — R$ 39,5 bilhões
O grupo Cosan aparece na terceira colocação, com atuação diversificada nos segmentos de energia, logística e combustíveis, sendo um dos principais players do setor no Brasil.
4. Inpasa — R$ 11,8 bilhões
A Inpasa se destaca como uma das principais referências em etanol de milho, rota que cresce de forma acelerada no país e amplia a oferta de biocombustíveis.
5. Bianchini — R$ 8,6 bilhões
Com atuação relevante no mercado de biodiesel, a Bianchini contribui para a diversificação da matriz energética brasileira por meio de combustíveis renováveis.
6. FS Bioenergia — R$ 8,1 bilhões
A FS Bioenergia figura entre as maiores empresas de agroenergia do Brasil, com foco na produção de etanol de milho e coprodutos destinados à nutrição animal.
7. BP Bunge Bioenergia — R$ 7,9 bilhões
Resultado da união entre dois grandes grupos globais, a BP Bunge Bioenergia mantém posição relevante no setor sucroenergético brasileiro.
8. Be8 — R$ 7,2 bilhões
A Be8 atua principalmente no segmento de biodiesel e energias renováveis, com foco em inovação, eficiência e sustentabilidade.
9. São Martinho — R$ 6,6 bilhões
Tradicional no setor, o grupo São Martinho segue entre os maiores produtores de açúcar e etanol do Brasil, com forte eficiência operacional.
10. Oleoplan — R$ 5,5 bilhões
Fechando o ranking, a Oleoplan mantém atuação relevante no mercado de biodiesel, reforçando o papel dos biocombustíveis na matriz energética nacional.
Agroenergia e transição energética
O ranking das maiores empresas de agroenergia do Brasil evidencia a importância do setor na redução de emissões e na segurança energética. A combinação entre açúcar, etanol de cana, etanol de milho, biodiesel e bioeletricidade posiciona o país como referência global em energias renováveis.
Por: Maria Reis | Fonte: Portal Visão Agro | Com informações de Agro 100 – 2025 (Forbes)
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