Na temporada, companhia processou 4,68 milhões de toneladas e teve um resultado líquido de R$ 148,77 milhões
Depois de projetar uma queda na moagem para a safra 2024/25, a usina Lins teve uma grata surpresa ao finalizar as operações em dezembro do ano passado, contabilizando 4,68 milhões de toneladas. O volume supera o processamento da temporada anterior, de 4,6 milhões de toneladas, e marca um novo recorde desde o início das operações da sucroenergética, em 2007.
O diretor financeiro da companhia, Celso Roxo, explica que a previsão teve como base uma média do índice de produtividade, medido em toneladas de cana por hectare. Mas o cenário climático, segundo ele, permitiu que o indicador ficasse próximo de 90 t/h, repetindo os bons resultados da safra anterior e aumentando a moagem da sucroenergética.
Nos últimos anos, a Lins tem investido em suas operações, como na irrigação de seus canaviais. Em junho de 2024, a usina anunciou sua segunda emissão de debêntures incentivadas, no valor de R$ 100 milhões. O projeto, definido como prioritário pelo Ministério de Minas e Energia (MME), também visa a manutenção dos campos.
Em demonstrações financeiras divulgadas pela própria companhia, a Lins afirma que foram contabilizados como “saldo de obras” os gastos com aumento de capacidade de moagem, projeto de irrigação e melhorias nas estradas e em maquinário agrícola. Grande parte destes custos, informa, será encerrada na temporada 2025/26.
Fonte: NovaCana
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