terça-feira, agosto 4, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Gás do pré-sal: política pública para mercado potencial e sustentável

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
3 outubro, 2022
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

A Petrobras e seus sócios IOCs (Internacional Oil Companies) ainda não demostraram firme interesse em investir em novas rotas de escoamento para terra da produção do gás natural (GN) do pré-sal, localizado no alto mar.

As empresas operadoras de E&P optaram por reinjetar o gás excedente ao limite atual dos gasodutos existentes visando aumentar a recuperação de óleo.

Sem dúvida, tal prática é benéfica para a melhor drenagem dos reservatórios, no entanto, há de se ponderar seu limite técnico.

Leia mais

ADM vai expandir esmagamento nos EUA de olho em demanda por biocombustíveis

Recuperações judiciais crescem 71% no agro e crise chega aos pequenos produtores

Uso do arroz no etanol pode conter excedentes

Seguro rural fica de fora de debate sobre El Niño

A melhor opção para aumentar a recuperação do óleo do pré-sal é a injeção de água do mar, que por ser abundante, é mais barata e ainda promove maior efeito de deslocamento do óleo dentro do reservatório.

A injeção de água combinada com gás, principalmente o CO?, é também um método para aumentar a recuperação do óleo.

Cabe lembrar que o gás do pré-sal tem níveis elevados de gás carbônico, o que justifica em parte sua atual reinjeção que, se bem aplicada, pode aumentar o fator de recuperação final do óleo.

Fernando Borges, diretor de Exploração e Produção da Petrobras, escreve sobre a importância da reinjeção de gás para o aumento da produção e da arrecadação
De todo modo, ressalte-se que o escoamento de gás natural para a costa requererá tratamento específico de adequação do teor de CO? às normas brasileiras de consumo.

Vale destacar, que esse grande volume de gás reinjetado hoje não será aproveitado mais tarde, pois daqui a algumas décadas haverá pouca viabilidade em manter os atuais FPSOs do pré-sal como produtores exclusivas de gás.

Ademais, sua viabilidade, para fins de escoamento terrestre, estaria atrelada à construção de gasodutos e instalações em terra, como plantas de liquefação, geração térmica de energia, entre outras.

Por que não construir isso agora?

Além do grande volume que poderia ser trazido para a terra, há geração de subprodutos de maior valor agregado (GLP e gasolina natural) por ser o gás natural do pré-sal muito rico.

Estes subprodutos, ao serem extraídos em Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) costeiras, pagariam grande parte do investimento na construção dos gasodutos e até das instalações terrestres.[1]

Hoje, a Petrobras é a maior produtora de gás natural no Brasil produzindo em março de 2022 cerca de 98 Mm³ por dia de gás natural, de um total de 134 Mm³ por dia.[2]

No mesmo período, houve reinjeção de 62 Mm³ por dia (Painel dinâmico ANP). Quanto à produção total em mar, houve cerca de 8.600 Mm³ de gás não associado e 108 Mm³ de gás associado, totalizando 116,7 Mm³ no período, segundos dados da ANP.

No que que se refere à produção do pré-sal, foi produzido 96,7 Mm³ de gás natural. As rotas 1 e 2 (gasodutos) que escoam esse gás do pré-sal para a costa estão com a capacidade preenchida de cerca de 30 MM m³/d.

É evidente que a insuficiência atual de infraestrutura de escoamento para a costa é uma das razões da reinjeção de gás nos reservatórios.

Somente nesse ano de 2022, reinjetou-se cerca de 68 Mm³ por dia em janeiro e aproximadamente 67 Mm³ por dia em abril e maio, conforme dados da ANP.

Nesse cenário, a reinjeção de gás do Pré-Sal se apresenta como relevante custo de oportunidade para a sociedade como um todo, visto que seus benefícios serão dificilmente alcançados num futuro em que se pretenda sua extração exclusiva desse insumo das reservas do pré-sal.

Assim, a construção de infraestruturas de escoamento e processamento devem ser colocadas como pautas do dia.

A projeção da produção bruta de GN do Pré-Sal e a correspondente produção disponibilizada para 2030, conforme artigo (.pdf) publicado na Rio Oil & Gas 2020, é de cerca de 325 MM m³/d e 132 MM m³/d, respectivamente.

Portanto, se não houver infraestrutura de escoamento além das três rotas programadas (duas existentes e uma em construção pela Petrobras), a projeção de reinjeção pode ser potencializada e chegar até 130 MM m³/d.

Fonte: Epbr

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Frete torna-se gargalo e limita ritmo das exportações de milho

Próximo post

Etanol x Gasolina: Mitos e Verdades sobre esses dois combustíveis

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Exportação de etanol dos EUA aumenta 7% em maio ante abril, para 699,1 milhões de litros

ADM vai expandir esmagamento nos EUA de olho em demanda por biocombustíveis

4 agosto, 2026
Recuperações judiciais crescem 71% no agro e crise chega aos pequenos produtores

Recuperações judiciais crescem 71% no agro e crise chega aos pequenos produtores

4 agosto, 2026
Arroz: “Queda de braço” limita negócios no spot; exportação segue mais atrativa

Uso do arroz no etanol pode conter excedentes

3 agosto, 2026
Manejo eficiente pode reduzir emissões de óxido nitroso no setor sucroenergético

Seguro rural fica de fora de debate sobre El Niño

3 agosto, 2026
Disputa sobre biomassa ameaça ‘credencial verde’ do etanol de milho

Disputa sobre biomassa ameaça ‘credencial verde’ do etanol de milho

3 agosto, 2026
Chuva intensa e granizo: Inmet emite alertas para várias regiões do país

Melhora das chuvas na Índia pressiona açúcar, mas déficits globais limitam perdas

31 julho, 2026
Brasil poderá precisar exportar até 3,5 milhões de toneladas de DDG nos próximos anos, diz CEO da Cerradinho

Brasil poderá precisar exportar até 3,5 milhões de toneladas de DDG nos próximos anos, diz CEO da Cerradinho

30 julho, 2026
Portugal e Brasil Buscam Investidores para Usinas de Combustíveis Sustentáveis na Europa

Portugal e Brasil Buscam Investidores para Usinas de Combustíveis Sustentáveis na Europa

30 julho, 2026
Temporais em Ribeirão Preto (SP) danificam Centro de Cana do IAC

Temporais em Ribeirão Preto (SP) danificam Centro de Cana do IAC

30 julho, 2026
Com investimento de R$ 20 milhões, empresa amplia produção de etanol usando batata-doce

Com investimento de R$ 20 milhões, empresa amplia produção de etanol usando batata-doce

29 julho, 2026
Carregar mais
Próximo post
etanol-vs-gasolina

Etanol x Gasolina: Mitos e Verdades sobre esses dois combustíveis

Mais lidas da semana

  • Trending
Com investimento de R$ 20 milhões, empresa amplia produção de etanol usando batata-doce

Com investimento de R$ 20 milhões, empresa amplia produção de etanol usando batata-doce

29 julho, 2026
Etanol de milho pode alcançar 17 bilhões de litros com projetos já encaminhados, diz CEO da Cerradinho

Etanol de milho pode alcançar 17 bilhões de litros com projetos já encaminhados, diz CEO da Cerradinho

31 julho, 2026
Etanol de milho dispara no Brasil: produção cresce 33% ao ano e já disputa com cana-de-açúcar

Usinas mineiras passam a apostar no milho e abrem nova frente para o etanol

4 agosto, 2026
Brasil poderá precisar exportar até 3,5 milhões de toneladas de DDG nos próximos anos, diz CEO da Cerradinho

Brasil poderá precisar exportar até 3,5 milhões de toneladas de DDG nos próximos anos, diz CEO da Cerradinho

30 julho, 2026
Brasil aposta em biocombustíveis e eletrificação para descarbonizar transporte de cargas

Brasil aposta em biocombustíveis e eletrificação para descarbonizar transporte de cargas

3 agosto, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36