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Gás do pré-sal: política pública para mercado potencial e sustentável

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
3 outubro, 2022
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Tempo de leitura: 4 minutos
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A Petrobras e seus sócios IOCs (Internacional Oil Companies) ainda não demostraram firme interesse em investir em novas rotas de escoamento para terra da produção do gás natural (GN) do pré-sal, localizado no alto mar.

As empresas operadoras de E&P optaram por reinjetar o gás excedente ao limite atual dos gasodutos existentes visando aumentar a recuperação de óleo.

Sem dúvida, tal prática é benéfica para a melhor drenagem dos reservatórios, no entanto, há de se ponderar seu limite técnico.

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A melhor opção para aumentar a recuperação do óleo do pré-sal é a injeção de água do mar, que por ser abundante, é mais barata e ainda promove maior efeito de deslocamento do óleo dentro do reservatório.

A injeção de água combinada com gás, principalmente o CO?, é também um método para aumentar a recuperação do óleo.

Cabe lembrar que o gás do pré-sal tem níveis elevados de gás carbônico, o que justifica em parte sua atual reinjeção que, se bem aplicada, pode aumentar o fator de recuperação final do óleo.

Fernando Borges, diretor de Exploração e Produção da Petrobras, escreve sobre a importância da reinjeção de gás para o aumento da produção e da arrecadação
De todo modo, ressalte-se que o escoamento de gás natural para a costa requererá tratamento específico de adequação do teor de CO? às normas brasileiras de consumo.

Vale destacar, que esse grande volume de gás reinjetado hoje não será aproveitado mais tarde, pois daqui a algumas décadas haverá pouca viabilidade em manter os atuais FPSOs do pré-sal como produtores exclusivas de gás.

Ademais, sua viabilidade, para fins de escoamento terrestre, estaria atrelada à construção de gasodutos e instalações em terra, como plantas de liquefação, geração térmica de energia, entre outras.

Por que não construir isso agora?

Além do grande volume que poderia ser trazido para a terra, há geração de subprodutos de maior valor agregado (GLP e gasolina natural) por ser o gás natural do pré-sal muito rico.

Estes subprodutos, ao serem extraídos em Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) costeiras, pagariam grande parte do investimento na construção dos gasodutos e até das instalações terrestres.[1]

Hoje, a Petrobras é a maior produtora de gás natural no Brasil produzindo em março de 2022 cerca de 98 Mm³ por dia de gás natural, de um total de 134 Mm³ por dia.[2]

No mesmo período, houve reinjeção de 62 Mm³ por dia (Painel dinâmico ANP). Quanto à produção total em mar, houve cerca de 8.600 Mm³ de gás não associado e 108 Mm³ de gás associado, totalizando 116,7 Mm³ no período, segundos dados da ANP.

No que que se refere à produção do pré-sal, foi produzido 96,7 Mm³ de gás natural. As rotas 1 e 2 (gasodutos) que escoam esse gás do pré-sal para a costa estão com a capacidade preenchida de cerca de 30 MM m³/d.

É evidente que a insuficiência atual de infraestrutura de escoamento para a costa é uma das razões da reinjeção de gás nos reservatórios.

Somente nesse ano de 2022, reinjetou-se cerca de 68 Mm³ por dia em janeiro e aproximadamente 67 Mm³ por dia em abril e maio, conforme dados da ANP.

Nesse cenário, a reinjeção de gás do Pré-Sal se apresenta como relevante custo de oportunidade para a sociedade como um todo, visto que seus benefícios serão dificilmente alcançados num futuro em que se pretenda sua extração exclusiva desse insumo das reservas do pré-sal.

Assim, a construção de infraestruturas de escoamento e processamento devem ser colocadas como pautas do dia.

A projeção da produção bruta de GN do Pré-Sal e a correspondente produção disponibilizada para 2030, conforme artigo (.pdf) publicado na Rio Oil & Gas 2020, é de cerca de 325 MM m³/d e 132 MM m³/d, respectivamente.

Portanto, se não houver infraestrutura de escoamento além das três rotas programadas (duas existentes e uma em construção pela Petrobras), a projeção de reinjeção pode ser potencializada e chegar até 130 MM m³/d.

Fonte: Epbr

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