O Instituto Mauá de Tecnologia confirmou nesta segunda-feira, 17, a viabilidade técnica para a mistura de 30% de etanol anidro na gasolina. O protocolo de testes havia sido aprovado no fim de 2024 pelo grupo de acompanhamento coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). A técnica Luana Camargo apresentou os pontos gerais do estudo.
Segundo ela, foram avaliados fatores como dirigibilidade, desempenho e emissões, com ensaios em 16 veículos e 13 motocicletas.
Na análise, não foram observados diferenças no comportamento dos veículos “que sejam justificadas pela alteração de combustível e/ou afetará a percepção de dirigibilidade do motorista”, disse a representante do Instituto.
Por outro lado, várias motocicletas apresentaram dificuldades na partida a frio, que é o processo de ligar um veículo em condições de baixa temperatura ambiente, quando o motor está frio.
“Entende-se que as diferenças encontradas nos testes realizados não são empecilhos para a adoção do E30”, apontou o Instituto Mauá.
Fonte: Agência Estado
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