Cinco companhias estão na disputa por refinaria, rede de postos e fábrica de lubrificantes
Com coordenação do BTG Pactual, a venda dos negócios da Raízen na Argentina entraram em uma segunda fase. Segundo fontes consultadas pelo Valor Econômico, cinco empresas demonstraram interesse em seguir com as negociações.
São elas: a família argentina Werthein; a família argentina Sielecki; a empresa de energia argentina CGC, que formou consórcio com a trading holandesa Vitol; a americana RM Parks; e a trading suíça Mercuria.
Conforme as pessoas ouvidas pelo Valor, o negócio promete movimentar cerca de US$ 1,5 bilhão e deve ser fechada ainda em 2025. As fontes ainda afirmaram que a venda foi beneficiada pela vitória do partido do presidente Javier Milei na eleição legislativa, pois uma derrota representaria enfraquecimento do político, o que é considerado como um risco para os investidores.
Atualmente, a Raízen controla a refinaria Dock Sud – a segunda maior da Argentina –, uma rede de postos de combustíveis e uma fábrica de lubrificantes.
A equipe do Valor entrou em contato com Shell, Cosan e Raízen, mas as companhias não comentaram o tema.
Fonte: NovaCana
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