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Produção agrícola brasileira cresce em ritmo bem maior que a média global

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
24 junho, 2022
em Economia, Mercado, Mundo Agro
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Mercado Economia
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A produção agrícola brasileira cresceu a uma taxa anual de 2,3% entre 2010 e 2019, quase o dobro da média mundial (1,4%), confirma relatório divulgado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Entre 1999 e 2000, a produção havia crescido 3,2% ao ano no Brasil, enquanto a média global foi de 1,7%.

Segundo a OCDE, o avanço no país foi impulsionados pelo crescimento da Produtividade Total de Fatores (TFP), e o incremento da utilização de insumos intermediários foi compensado pelo declínio do uso de fatores primários na produção.

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Emissões de gases
No relatório “Monitoramento e avaliação da política agrícola 2022”, a OCDE voltou a apontar que a agricultura brasileira contribui significativamente para as emissões de gases de efeito estufa, e reforça que o país ainda não apresentou à Organização das Nações Unidas (ONU) sua estratégia de longo prazo para reduzir essa pegada.

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    Conforme a OCDE, a agricultura representou 43,3% das emissões no Brasil em 2020 — abaixo do nível observado em 2000 (45,3%), mas ainda bem acima da média internacional (9,7%). A entidade aponta que o uso de energia pelo setor agrícola brasileiro cresceu para até 5,6% da demanda nacional total em 2020, percentual também superior à média dos países da OCDE (2%).

    A maior participação do setor agrícola na economia brasileira e a importância da pecuária baseada em pastagem contribuem para esses resultados, diz a entidade. Embora a participação da agricultura nas captações de água tenha permanecido elevada (58,1%), o estresse hídrico é baixo (0,7%) comparado à média global de 8,6%. Excedentes de nutrientes no Brasil aumentaram desde 2000, e o balanço de fósforo é mais de cinco vezes maior que a média da OCDE.

    Compromissos
    A entidade realça que o Brasil se comprometeu a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025 e em 50% até 2030 em relação aos níveis de 2005. A meta inclui emissões relacionadas ao uso da terra e mudanças do uso da terra e silvicultura. Mas afirma que não há nenhuma meta específica relacionada à agricultura. A OCDE também lembra que o país estabeleceu o objetivo de alcançar neutralidade de emissões até 2050.

    O país aderiu ao Compromisso Global de Metano e concordou, voluntariamente, em assumir ações para reduzir as emissões globais do gás em pelo menos 30% até 2030, a partir dos níveis de 2020. Mas que as implicações práticas desses compromissos não são conhecidas, já que a Estratégia de Longo Prazo do Brasil ainda não foi submetido à UNFCCC, a Convenção do Clima nas Nações Unidas. A OCDE também destacou que o Brasil anunciou na COP26, em Glasgow (Escócia), que acabará co o desmatamento ilegal até 2028.

    Em seu relatório, a OCDE explica que as políticas agrícolas brasileiras relacionadas às mudanças climáticas, mitigação ou adaptação, estão embutidas nos instrumentos de política agrícola do país, como crédito, seguros e zoneamento. E que a iniciativa central do Brasil sobre mitigação na agricultura é o Plano Nacional de Agricultura de Baixo Carbono (Plano ABC), que busca disseminar tecnologias que mitigam as emissões de gases de efeito estufa na produção.

    Fonte: VALOR ECONÔMICO

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