Faltam
00 Dias
|
00 Horas
|
00 Minutos
|
00 Segundos
para o
21º Prêmio Visão Agro Brasil
quarta-feira, fevereiro 11, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Projeto ´verde´ ganha espaço no portfólio da Petrobras

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
12 janeiro, 2023
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

A Petrobras destacou a importância da pesquisa, desenvolvimento em inovação (PD&I) para o futuro da empresa ao divulgar, em novembro, um plano de negócios que definiu energia eólica em alto-mar (offshore), hidrogênio, captura de carbono e biorefino como os pilares de atuação em uma economia de baixo carbono até 2027. Todos esses segmentos contam com estudos em curso para avaliar a viabilidade dos investimentos. O próximo passo será a criação, pela estatal, de linhas de pesquisa específicas envolvendo projetos nessas quatro áreas. No centro dessa estratégia, está o Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), ligado à Petrobras, e que vai receber R$ 3,6 bilhões em investimentos para pesquisa somente em 2023.

Situado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, zona norte do Rio, o único centro de pesquisa exclusivo da estatal completa 50 anos neste ano e terá aumento de 16% no orçamento para projetos em relação a 2022 e expansão de 20% sobre 2021. O Cenpes tem mais de mil pesquisadores, incluindo 180 doutores e 300 mestres.

Leia mais

Em 3 anos, Brasil abriu 535 mercados. É a hora e a vez do marketing

AGCO reverte prejuízo e lucra US$ 95,5 milhões no quarto trimestre de 2025

BrasilAgro reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,5 milhões no segundo trimestre de 2025/26

Atvos abre mais de 700 vagas de emprego para safra 2026/27

Até então, os estudos de projetos que nas quatro áreas que a Petrobras escolheu para a transição energética eram considerados iniciativas tecnológicas e dividiam atenção com outras atividades, em estado menos avançado de desenvolvimento, como energia de ondas, geotérmica (obtida do calor proveniente do interior da Terra), nuclear e baterias. Agora, a carteira prioritária passa a ter linhas de pesquisa específicas. “Com isso, canalizamos muito mais recursos para aprofundar nessas áreas, sem paralisar o que estava sendo feito em outras”, diz a gerente-executiva do Cenpes, Maiza Goulart.

Na visão dela, os segmentos escolhidos pela Petrobras têm alto grau de maturidade tecnológica, em especial a energia eólica offshore, mas ainda há gargalos. No caso do hidrogênio, é preciso avançar em questões como o transporte e armazenamento, além de baratear a tecnologia de eletrólise, a partir da qual o hidrogênio é produzido.

“A grande contribuição da tecnologia nessas áreas é reduzir os custos e torná-las mais eficientes. Mas, quando se fala de negócios, isso não depende só da tecnologia, como também de avançar com legislação no Brasil e em modelos de parcerias de negócios. Outros aspectos precisam avançar na mesma velocidade que a tecnologia tem avançado para que se tenha a curto prazo um grande projeto anunciado pela Petrobras”, diz.

Apesar de os negócios de baixo carbono terem ampliado a relevância no portfólio do Cenpes, a maior parte dos investimentos previstos para este ano vai para a área de exploração e produção de petróleo e gás. O segmento é o carro-chefe da estatal graças ao desenvolvimento de tecnologias que fizeram com que ela se tornasse uma das líderes em produção em águas profundas com baixo custo e menor emissão de carbono.

Em 2021, a Petrobras ganhou o prêmio Offshore Technology Conference (OTC), o “Oscar” da indústria do petróleo, pelo conjunto de inovações desenvolvidas para viabilizar a produção de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. “Temos cada vez mais aumentado investimentos em renováveis e descarbonização, que são portfólios com desenvolvimento de tecnologias principalmente em fase de estudos de engenharia. Mas essas áreas têm orçamento menor, em comparação com portfólios que têm produção de equipamentos [de exploração e produção]”, diz a gerente.

As pesquisas em exploração e produção abrangem novos equipamentos, digitalização, aprendizado de máquina, inteligência artificial e outras tecnologias para reduzir os impactos e custos das atividades de petróleo. Um exemplo é a tecnologia Hisep, patenteada pela Petrobras, que visa separar e reinjetar no fundo do mar, o gás com elevado teor de gás carbônico produzido junto com o óleo.

Uma das premissas da estatal hoje é que o mundo vai continuar a precisar de petróleo enquanto ocorre a transição para novas fontes. “Na descarbonização, nossas pesquisas têm sempre algum dos pontos do tripé: eficiência, troca de combustíveis ou captura de carbono para zerar as emissões. Ainda há um caminhão de oportunidades na indústria para aumentar a eficiência, que é mais barato”, diz.

Segundo Goulart, depois da exploração e produção, os segmentos que mais recebem investimento em pesquisa dentro do Cenpes são a logística e o refino. Há uma interseção, inclusive, com uma das atividades escolhidas pela Petrobras como foco para a transição energética, o biorefino, que é a produção de combustíveis menos poluentes. A pesquisa tem sido fundamental para o avanço desse setor. Em 2022, a Petrobras concluiu testes em frota de ônibus do diesel com conteúdo renovável, o “diesel R”, o primeiro para esse tipo de combustível realizado no Brasil com condições reais de uso.

Outros estudos incluem o bioquerosene de aviação e bunker, combustível de navegação, com conteúdo renovável. Em diferentes estágios de maturação, a Petrobras tem linhas de pesquisa para teste do uso de diferentes matérias-primas como base para biocombustíveis, caso dos óleos vegetais. “Começamos a olhar também para a segunda geração, que são as matérias-primas que aproveitam resíduos, como resíduos florestais, lixo, pirólise de plástico, um pouco da economia circular. Somos agnósticos, olhamos todo o espectro de matérias-primas”, diz Goulart.

Fonte: Valor Econômico

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real ou nos acompanhe através do Telegram

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

ABIOVE: receita com exportações batem recorde em 2022

Próximo post

Contratos do açúcar fecham mistos; etanol segue no vermelho

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Em 3 anos, Brasil abriu 535 mercados. É a hora e a vez do marketing

Em 3 anos, Brasil abriu 535 mercados. É a hora e a vez do marketing

9 fevereiro, 2026
AGCO reverte prejuízo e lucra US$ 95,5 milhões no quarto trimestre de 2025

AGCO reverte prejuízo e lucra US$ 95,5 milhões no quarto trimestre de 2025

9 fevereiro, 2026
BrasilAgro reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,5 milhões no segundo trimestre de 2025/26

BrasilAgro reverte prejuízo e tem lucro de R$ 2,5 milhões no segundo trimestre de 2025/26

9 fevereiro, 2026
Atvos abre mais de 700 vagas de emprego para safra 2026/27

Atvos abre mais de 700 vagas de emprego para safra 2026/27

6 fevereiro, 2026
Prejuízo líquido da Corteva aumenta 13,5 vezes no trimestre

Prejuízo líquido da Corteva aumenta 13,5 vezes no trimestre

6 fevereiro, 2026
XP mantém cautela e atualiza projeções para São Martinho, Jalles e Raízen

XP mantém cautela e atualiza projeções para São Martinho, Jalles e Raízen

6 fevereiro, 2026
Renovabio ajudou a evitar emissão de cerca de 37 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2023, diz MME

STJ suspende decisões favoráveis a distribuidoras contra RenovaBio

6 fevereiro, 2026
Colombo oferece 700 vagas para a nova safra de cana

Colombo oferece 700 vagas para a nova safra de cana

6 fevereiro, 2026
Soja lidera ranking das culturas que mais geraram valor no Brasil em 2025

Soja lidera ranking das culturas que mais geraram valor no Brasil em 2025

6 fevereiro, 2026
Investimento em produção de petróleo e gás sobe 150% em 2024 ante 2022, diz ANP

Produção de petróleo e gás pelo Brasil cresce 13,3% em 2025 e bate recorde

5 fevereiro, 2026
Carregar mais
Próximo post
etanol

Contratos do açúcar fecham mistos; etanol segue no vermelho

LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36