Por: Renato Fazzolari

LIDERANÇA
TER LÍDERES NAS EMPRESAS É BOM OU RUIM?
A liderança já vem com o indivíduo, isto é: É nata! Ou pode ser aprendida?
Esta é uma polêmica muito antiga, com defensores ferrenhos dos dois lados, por isso não vamos entrar nesse mérito.
A verdade é que existem indivíduos tidos como líderes natos, já nascem com um forte carisma, porém, nem sempre exercem positivamente essa liderança, enquanto outros que não possuem esse dom natural se compensam através de outros recursos, tais como: conhecimento; esforço; compreensão etc. e acabam sendo bem aceitos por seus comandados, tornam-se eficientes nas responsabilidades que lhe são atribuídas e ATINGEM AS METAS que lhes são propostas.
Mas para sermos mais objetivos, vamos analisar um conceito de liderança de James Hunter (que consta em seu livro “O Monge e o Executivo”), que tem sido mais aceito pelas empresas atualmente:
“LIDERANÇA É A HABILIDADE DE INFLUENCIAR PESSOAS PARA TRABALHAREM ENTUSIASTICAMENTE, VISANDO ATINGIR OS OBJETIVOS IDENTIFICADOS COMO SENDO PARA O BEM COMUM.”
Esse conceito realmente parece muito bom e eficiente.
No entanto, o que aconteceria a uma empresa, se tivesse todos os profissionais de posto de comando com o perfil do líder nato e carismático, e por sua força de liderança, cada um conduzisse seus comandados segundo seus próprios princípios, e os levassem por direções antagônicas?
Será que isso seria bom para a empresa? Claro que não! Seria uma empresa com muitas lideranças, mas sem direção.
E se nos postos de comando tivessem líderes natos, ou mesmo sem carismas, mas que fossem treinados e capacitados para influenciar e conduzir pessoas, e as direcionassem para trabalhar motivadas, integradas, e dessa forma canalizassem seus esforços para atingir as metas em harmonia com as demais áreas?
Com certeza esse tipo de liderança seria muito mais eficiente! Não acham?
Então é interessante que se reveja o conceito sobre o que se deseja de um líder e o que fazer para formá-lo na empresa.
Sobre Renato Fazzolari
Especialista em Recursos Humanos para o agronegócio e o setor bioenergético, é Psicólogo Organizacional, Professor Universitário (PUC) e fundador da AGRHO Recursos Humanos, consultoria premiada e voltada exclusivamente ao setor. Atuou na estruturação do RH do CTC (Centro de Tecnologia Copersucar) e desenvolveu metodologias aplicadas à realidade das usinas de açúcar, etanol e bioenergia, como os sistemas LOCE, LOCT, LOCI, MPE, PPAR, AEFxCI e SAD. Referência nacional, combina experiência técnica, visão estratégica e profundo conhecimento do segmento.
Sobre a AGRHO
A AGRHO é uma consultoria especializada em recrutamento e seleção de profissionais para o setor do agronegócio no Brasil. Atua nesse segmento, oferecendo serviços de headhunting para empresas agroindustriais de todo o país. Reconhecida por sua excelência, seu banco de dados é constantemente atualizado, permitindo a identificação eficiente de candidatos alinhados às necessidades específicas de cada cliente. Além disso, a empresa disponibiliza vagas e orientações para profissionais em busca de recolocação no setor.
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