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Seca e incêndios prejudicam safra de cana-de-açúcar no Vale do São Patrício, em Goiás

Maria Reis por Maria Reis
10 setembro, 2025
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Tempo de leitura: 4 minutos
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Usinas reforçam medidas de prevenção e enfrentam queda de produtividade causada pela estiagem

Foto: divulgação Portal do Agronegócio

A seca prolongada e os ventos fortes têm aumentado os riscos de incêndios e comprometido a safra de cana-de-açúcar no Vale do São Patrício, em Goiás. Nas unidades Rubi S.A. e CRV Industrial, localizadas em Rubiataba, Uruaçu e Carmo do Rio Verde, toda a colheita é feita de forma mecanizada, sem uso do fogo, prática abandonada desde os anos 2000 com o avanço da modernização do setor.

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Estiagem prolongada afeta produtividade

Desde abril, a estiagem vem impactando o desenvolvimento da cana. Em 2024, a produção já registra queda de 12% em relação ao previsto, consequência da falta de chuvas que deixa os colmos mais finos, rachados e com menor concentração de açúcar.

Segundo o superintendente agrícola Carlos Jordão, os prejuízos aumentam quando o fogo atinge áreas produtivas. Além de reduzir a longevidade da planta, que poderia rebrotar de cinco a seis vezes, os incêndios obrigam a antecipar a colheita, já que a cana queimada precisa ser processada em até sete dias para evitar contaminação por fungos e bactérias.

“Isso gera custos adicionais, perdas de sacarose, maior gasto com irrigação, adubação, controle de pragas e, em alguns casos, necessidade de replantio”, explica Jordão.

Consequências ambientais e sociais do fogo

Além dos prejuízos diretos, o fogo compromete a qualidade da matéria-prima, compacta o solo, reduz a biodiversidade e ameaça a sustentabilidade do Cerrado. Por esse motivo, as empresas apoiam investigações sobre a origem dos incêndios e defendem medidas legais em casos de ação criminosa.

Estratégias de prevenção contra incêndios

Para mitigar os riscos, as usinas goianas intensificaram ações permanentes de prevenção e combate ao fogo. Entre as medidas adotadas estão:

  • manutenção de aceiros e faixas corta-fogo;
  • uso de drones e câmeras para monitoramento das áreas;
  • patrulhamento constante;
  • capacitação de brigadistas;
  • campanhas de conscientização junto às comunidades locais.

“Somente com prevenção, educação ambiental e resposta rápida será possível reduzir os danos e proteger o Cerrado de forma sustentável”, afirma a direção das empresas.

Novos investimentos para 2025

O planejamento para 2025 prevê a ampliação da frota de caminhões-pipa, aquisição de novos equipamentos e intensificação dos treinamentos de brigadistas. Cada unidade mantém atualmente uma brigada própria, com dez profissionais, responsável pelo atendimento direto nas áreas de cultivo e arredores.

O monitoramento de focos de calor, realizado com drones desde 2020, continua sendo um aliado importante, permitindo mapear áreas de risco e responder rapidamente às ocorrências. O trabalho é reforçado com hidrantes rurais móveis e parcerias com o Corpo de Bombeiros e prefeituras locais.

Além disso, campanhas educativas em rádios regionais alertam comunidades vizinhas e motoristas sobre os riscos das queimadas, iniciativa que seguirá em 2025.

Fonte: Portal do Agronegócio

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