A decisão vem na esteira de portaria que estabelece critérios mais rigorosos para a concessão e alteração da inscrição estadual de empresas que atuam no setor de combustíveis
A secretaria estadual da fazenda do estado de São Paulo cassou a inscrição estadual de três distribuidoras de combustíveis investigadas pela Operação Carbono Oculto, que mirou fraudes e lavagem de dinheiro envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Duas delas são ligadas à Refit: a Estrela Distribuidora de Combustíveis e a VMR Distribuidora de Combustíveis e Lubrificantes, ambas sediadas em Jardinópolis. A cidade no interior paulista é um dos polos do comércio ilegal exposto na operação deflagrada no dia 28 de agosto.
A terceira empresa com inscrição estadual cassada foi a Petroworld Combustíveis.
A decisão vem na esteira da portaria publicada na última sexta-feira, 5, pela secretaria de fazenda que estabelece critérios mais rigorosos para a concessão e alteração da inscrição estadual de empresas que atuam no setor de combustíveis.
A Estrela Distribuidora teve um faturamento total de R$ 3 bilhões entre janeiro de 2024 e maio de 2025 e movimentou 230 milhões de litros no primeiro semestre de 2025. Já a VMR teve baixa movimentação de vendas pois seria usada como “empresa reserva”, caso o outro CNPJ do grupo Refit fosse cassado.
Segundo o processo administrativo, a Petroworld vendeu 175 milhões de litros em igual período em mercados como São Paulo e Goiás.
A Refit não encaminhou o posicionamento sobre a sanção administrativa. Os responsáveis pela Petroworld não foram localizados.
Por: Guilheme Marconi | Fonte: CBN São Paulo
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