terça-feira, setembro 15, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Sob pressão do Congresso, STF pode retomar nesta quarta análise do marco temporal

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
7 junho, 2023
em Mercado, Mundo Agro
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Mercado
Compartilhe no WhatsappCompartilhe no Linkedin

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode retomar hoje o julgamento sobre a tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas. A ação é o terceiro item na pauta da Corte, que ainda deve concluir a análise de uma denúncia contra o deputado Otoni de Paula (MDB-RJ).

Apesar de o tema ter avançado no Congresso em tramitação de urgência, com aprovação por 283 votos a 155 na Câmara, a presidente do Supremo, Rosa Weber, decidiu manter o processo na pauta. O texto ainda precisa passar pelo Senado, mas o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que a deliberação da matéria será tratada com “cautela” e “prudência”.

Leia mais

TCU decide não investigar indícios de irregularidades na aprovação do E32

Governo americano deve eliminar limites de poluição para usinas de energia

Preços do petróleo sobem quase 3% após novos ataques à Arábia Saudita e ao Estreito de Ormuz

Após anunciar aumento da gasolina, Petrobras volta atrás e cancela reajuste

Desde o início da sua gestão, Rosa tem sinalizado seu compromisso com o julgamento do marco temporal. Em janeiro, prometeu à ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, incluir a ação em pauta. Mas ainda é possível que um pedido de vista adie a análise para depois da tramitação do projeto no Congresso – ou, no máximo, pelo prazo de 90 dias.

A discussão é se a data da promulgação da Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988, deve ser adotada como marco temporal para definir a ocupação tradicional da terra por indígenas. Na prática, a tese permite a expulsão de indígenas que não puderem comprovar que ocupavam a terra naquela data. Até o momento, foram proferidos dois votos: o do relator, ministro Edson Fachin, que se manifestou contra o marco temporal, e o do ministro Nunes Marques, a favor.

O julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes em setembro de 2021. O ministro, no entanto, devolveu o processo para julgamento logo no mês seguinte. Desde então, foi segurado pelo ex-presidente do tribunal, Luiz Fux, e pela atual, Rosa Weber, que tem o poder de definir a pauta da Corte.

A tese é defendida por ruralistas sob o argumento de que a definição do marco traria insegurança jurídica para produtores rurais. Essa linha foi encampada por Nunes Marques em seu voto. “Posses posteriores à promulgação da Constituição Federal não podem ser consideradas tradicionais, porque isso implicaria o direito de expandi-las ilimitadamente para novas áreas já definitivamente incorporadas ao mercado imobiliário nacional”, afirmou.

Já representantes dos povos indígenas afirmam que o marco temporal pode intensificar conflitos e ameaçar a sobrevivência de comunidades, pois muitas demarcações poderão ser revistas. Em seu voto, Fachin defendeu que a Constituição classifica os direitos indígenas como cláusulas pétreas e que a posse das terras ocupadas tradicionalmente é um direito originário que não se sujeita a marco temporal.

Segundo dados compilados pelo Instituto Socioambiental (ISA) a partir de publicações de atos no Diário Oficial da União, existem hoje 238 pedidos de demarcação pendentes de análise e 496 terras já homologadas.

Na tarde desta terça-feira, 6, lideranças indígenas se reuniram com os ministros Fachin e Luís Roberto Barroso e com o chefe de gabinete de Rosa. O Cacique Raoni, que subiu na rampa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia da posse no terceiro mandato, participou do périplo de gabinetes.

Histórico

O marco temporal tem origem em um precedente do próprio Supremo. Em 2009, ao analisar o caso do território Raposa Serra do Sol, em Roraima, os ministros entenderam que os indígenas tinham direito à posse porque já estavam ali antes da promulgação da Constituição. O julgamento foi isolado, ou seja, não tinha efeito vinculante para outros processos. Ainda assim, a tese ganhou força.

Em 2013, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) autorizou a reintegração de posse de uma área localizada em parte da reserva indígena em Santa Catarina. A Fundação Nacional do Índio (Funai) contestou a decisão no Supremo. É esse caso, em específico, que a Corte julga agora. Mas agora a tese tem repercussão geral – ou seja, será replicada nos casos semelhantes que tramitam em todas as instâncias da Justiça.

Fonte: Estadao

◄ Leia outras notícias

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendCompartilhar
Artigo anteiror

Itaúsa vende 12 milhões de ações da XP por R$ 1,1 bilhão e passa a deter 4,44% do capital

Próximo post

Preço da soja disponível em MT está no menor patamar em relação aos últimos três anos

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

TCU decide não investigar indícios de irregularidades na aprovação do E32

TCU decide não investigar indícios de irregularidades na aprovação do E32

15 setembro, 2026
Governo americano deve eliminar limites de poluição para usinas de energia

Governo americano deve eliminar limites de poluição para usinas de energia

14 setembro, 2026
Preços do petróleo sobem quase 3% após novos ataques à Arábia Saudita e ao Estreito de Ormuz

Preços do petróleo sobem quase 3% após novos ataques à Arábia Saudita e ao Estreito de Ormuz

14 setembro, 2026
Petrobras: O etanol estará no plano estratégico?Matéria-prima parece clara

Após anunciar aumento da gasolina, Petrobras volta atrás e cancela reajuste

11 setembro, 2026

Projeto quer liberar gasolina sem etanol nos postos do Brasil

10 setembro, 2026
Governo destina R$ 6,6 bilhões em subsídios à produção e importação de combustíveis

Governo destina R$ 6,6 bilhões em subsídios à produção e importação de combustíveis

10 setembro, 2026

Petróleo volta a US$ 100 pela primeira vez desde julho com conflito no Oriente

9 setembro, 2026
Interesse no mercado de biofertilizantes cresce, mas custo alto é desafio

Interesse no mercado de biofertilizantes cresce, mas custo alto é desafio

8 setembro, 2026

Especialistas fazem alerta sobre o que aconteceu com o preço do etanol e do açúcar no Brasil

7 setembro, 2026
Empresário foragido acusado de ligação com o PCC pode ter comprado usinas de cana em esquema

Crise no preço da cana pode levar produtores de PE a suspender fornecimento às usinas

4 setembro, 2026
Carregar mais
Próximo post
soja

Preço da soja disponível em MT está no menor patamar em relação aos últimos três anos

Mais lidas da semana

  • Trending
Credores e bondholders da Raízen indicam ex-Oi e ex-Americanas para reestruturação

Raízen define nomes para conselhos após conversão da dívida, diz jornal

15 setembro, 2026
Etanol de milho será tema de palestra no Vision Tech Summit com especialista da StoneX

Etanol de milho será tema de palestra no Vision Tech Summit com especialista da StoneX

9 setembro, 2026
Confira o ranking dos maiores estados produtores de cana na safra 2026/27, segundo estimativa da Conab

De cana ou de milho: conheça as usinas flex que ampliam capacidade de produção de etanol com os dois insumos

9 setembro, 2026
Com demanda por biomassa, plantio de eucalipto atrai investidores em MT

Etanol de milho pode demandar aportes de R$ 14 bilhões em eucalipto

11 setembro, 2026
Carbono Oculto: Beto Louco e Primo são acusados por lavagem de dinheiro em usinas de açúcar

Carbono Oculto: Beto Louco e Primo são acusados por lavagem de dinheiro em usinas de açúcar

8 setembro, 2026
LinkedIn Instagram Youtube

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2026 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e Fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2026 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36