Os futuros de açúcar negociados na ICE seguiram em queda nesta sexta-feira, 28, após atingirem mínimas de duas semanas.
O contrato do açúcar bruto com vencimento em maio teve uma retração de 0,13 centavo de dólar, ou 0,7%, para 18,96 centavos de dólar por libra-peso.
Por sua vez, o contrato mais ativo do açúcar branco, também com vencimento em maio, fechou em queda de US$ 2,10, ou 0,4%, indo a US$ 535,70 por tonelada.
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Segundo traders, a perspectiva de chuvas para o Brasil aliviou as preocupações com a seca e pesou sobre os preços da commodity. A Climatempo previu chuvas generalizadas para as regiões produtoras de açúcar do Brasil na próxima semana.
Além disso, a queda do real brasileiro na sexta-feira, para uma mínima de duas semanas, também prejudicou as cotações do açúcar. O real mais fraco incentiva as vendas de exportação pelos produtores do Brasil.
Na quinta-feira, 27, a União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica) relatou que a produção acumulada de açúcar do Centro-Sul na safra 2024/25 até meados de março caiu 5,3% na comparação anual, para 39,98 milhões de toneladas.
Já a trading de açúcar Czarnikow cortou sua estimativa de produção de açúcar do Brasil em 2025/26 para 42 milhões de toneladas, ante uma estimativa de 43,6 milhões de toneladas divulgada em fevereiro.
Por: Rich Asplund | Fonte: Barchart
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