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Nordeste se prepara para salto na produção de etanol de milho

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
25 setembro, 2025
em Biocombustíveis
Tempo de leitura: 4 minutos
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Home Bioenergia Biocombustíveis
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A Região Nordeste deve registrar uma transformação significativa no mercado de biocombustíveis nos próximos anos. Novos projetos de etanol de milho em estados como Maranhão, Bahia, Piauí e Ceará devem adicionar 1,3 bilhão de litros anuais à oferta regional, que hoje já conta com cerca de 2,3 bilhões de litros produzidos a partir da cana-de-açúcar.

As projeções foram apresentadas pelo CEO da SCA Brasil, Martinho Seiiti Ono, durante encontro com representantes do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool na Paraíba (Sindalcool), realizado em 18 de setembro. Segundo ele, a expansão da produção a partir do milho tem potencial para estimular o consumo de etanol hidratado em estados com pouca tradição nesse mercado.

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Expansão regional

Ono destacou que a maior autossuficiência proporcionada pelo etanol de milho pode reduzir a dependência do Nordeste em relação ao Centro-Sul durante a entressafra da cana. Além de mais estabilidade no fornecimento, a região deverá ganhar competitividade com menores custos logísticos e a produção de subprodutos como os DDGS (grãos secos de destilaria), utilizados na nutrição animal.

No Maranhão, uma usina recém-inaugurada em Balsas deverá dobrar a capacidade local de produção, atualmente em 450 milhões de litros. Já na Bahia, uma fábrica da Inpasa, em Luís Eduardo Magalhães, deve acrescentar 400 milhões de litros por ano à oferta.

Potencial de consumo

O presidente do Sindalcool, Edmundo Barbosa, ressaltou o avanço do etanol na Paraíba em relação a outros estados da região.

“O percentual de crescimento na participação do etanol tem sido maior. A apresentação do Martinho, verdadeira tomografia do setor, mostra em números uma métrica positiva. Ainda estamos distantes da alíquota única entre os estados, o que trará mais competitividade para o biocombustível”, afirmou.

Ono reforçou que incentivos governamentais podem ajudar a ampliar a demanda no Nordeste. “A expectativa é que o governo ofereça estímulos para que esses mercados alcancem níveis de consumo semelhantes aos de estados consolidados, como São Paulo e Goiás”, disse.

Atualmente, 80% das vendas de etanol hidratado concentram-se em apenas seis estados — São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul — que somam 55% da frota flex nacional. Já os outros 21 estados e o Distrito Federal, onde circulam 45% dos veículos bicombustíveis, respondem por apenas 20% do consumo.

No ciclo 2025/26, o Brasil deve produzir cerca de 10 bilhões de litros de etanol de milho. Projetos em análise pela ANP e em construção no Nordeste e no Centro-Oeste devem adicionar mais 8 a 10 bilhões de litros nos próximos anos.

Apesar do avanço, Ono avalia que o mercado interno terá de absorver praticamente todo o volume extra, já que não há, por ora, perspectivas concretas de expansão internacional, seja por meio do SAF (combustível sustentável de aviação), seja pelo aumento da mistura de anidro na gasolina em outros países.

Tarifas em debate

Outro ponto de atenção para o setor é a possível revisão da tarifa de 18% sobre o etanol importado, em vigor desde 2023 para países fora do Mercosul. Segundo Ono, a medida foi essencial para proteger o mercado brasileiro da entrada de produto externo, especialmente dos Estados Unidos.

Entretanto, há receio de que a taxa seja revista em uma negociação diplomática com Washington, após o aumento de tarifas promovido pelo ex-presidente Donald Trump. “Se essa barreira for retirada, o setor terá de reduzir significativamente os preços no mercado interno para conseguir absorver a produção local diante da concorrência externa”, alertou o executivo.

Fonte: RPA News

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