segunda-feira, julho 20, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Alexandre Silveira destaca planejamento do MME e descarta retorno do Horário de Verão em 2024

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
17 outubro, 2024
em Leia mais, Política e Governo
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin
Ministro de Minas e Energia garantiu segurança energética durante maior seca da história do país, e diz que medida deve ser considerada como política pública mais ampla
Foto: Ricardo Botelho/MME

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, descartou o retorno do horário de verão em 2024. Segundo ele, as medidas de planejamento adotadas pelo MME garantiram segurança energética para este ano, não sendo necessária a adoção da medida. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16/10), durante coletiva à imprensa em Brasília, após análise criteriosa de estudos realizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

“Nós, hoje, na última reunião com o ONS, chegamos à conclusão de que não há necessidade de decretação do horário de verão para este período, para este verão. As medidas de planejamento adotadas pelo MME garantiram a segurança energética, diminuindo o impacto do horário para este ano”, afirmou Alexandre Silveira.

Leia mais

Inadimplência rural atinge 8,8% no 1º trimestre de 2026, recorde da série histórica, aponta Serasa

EUA aplicam tarifa de importação de 25% sobre o Brasil; carnes e café estão entre exceções

“Marco lastimável”: Governo Lula rejeita novo tarifaço de Trump e aplicará Lei de Reciprocidade

Lucro líquido da Camil Alimentos cai 57,6% no 1º trimestre de 2026, para R$ 28 milhões

Silveira ressaltou que, desde 2023, o Brasil não corre risco de desabastecimento de energia, e que a discussão em torno da medida se deu em torno do planejamento para 2024 e os próximos anos, visando a garantia do suprimento energético com a modicidade tarifária, ou seja, menores tarifas para o consumidor. Silveira ressaltou, no entanto, que o horário de verão deve ser considerado como política pública.

Segundo dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), o Brasil vive a pior seca dos últimos 74 anos, quando o instituto iniciou o monitoramento das informações climáticas. Por isso, segundo Silveira, foi necessária a realização de ações planejadas e emergentes para garantir a segurança energética no país. Essas ações garantiram que hoje o país esteja com 49% de água guardada em seus reservatórios.

Entre as medidas realizadas, destacam-se a preservação de recursos da bacia do Rio Paraná- UHE Jupiá e Porto Primavera, preservando cerca de 11% da água dos reservatórios de cabeceira, como Furnas, Itubiara, São Simão e a nova Ponte.

Também foi executada operação excepcional do reservatório da Usina de Belo Monte para utilização na ponta do sistema, sem impactar as comunidades ribeirinhas. Ainda foram maximizados os recursos termelétricos de disponibilidade de potência para o período seco, além de minimizar o despacho das Usinas do Norte do Brasil ao longo do ano, de modo a utilizar no final do período seco. Também foi encontrada solução técnica para maximizar o uso da geração hidrelétrica nas Usinas do Rio Madeira e operações flexíveis das usinas termelétricas a GNL.

Estas medidas, segundo o ministro, tinham como objetivo preservar os níveis de reservatório de água para a geração de energia hidráulica para os horários de pico, evitando o despacho das térmicas, que possuem custo mais elevado. Com isso, foi aproveitado, principalmente, a energia solar. “Com a gestão eficiente dos nossos reservatórios, conseguimos garantir o fornecimento de energia para o país”, destacou o ministro.

Política Pública

Segundo o novo relatório apresentado pelo ONS, a adoção do horário de verão é importante e estrutural, podendo ser adotada para aumentar a segurança do sistema e a modicidade tarifária a partir de 2025, caso seja necessário.

“Nós temos a segurança energética assegurada para este ano, há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Temos condições de chegar depois do verão em condição de avaliar, sim, a volta dessa política em 2025. O horário de verão é uma política com impactos transversais, e a sua aplicação deve ser sempre analisada com cuidado e baseada em dados técnicos, buscando o melhor para o país e para a população”, concluiu Silveira.

O ministro ainda lembrou que a decisão foi discutida amplamente a possibilidade do retorno do horário de verão com os mais diversos setores técnicos e da sociedade, como a indústria, os bares e restaurantes, as companhias aéreas e tantas outras, assim como os representantes dos consumidores.

Fonte: Gov.br

Clique AQUI, entre no nosso canal do WhatsApp para receber as principais notícias do mundo agro.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Suínos: Competitividade cresce frente às concorrentes

Próximo post

Alerta meteorológico: interior de São Paulo deve ter maior volume de chuva do estado

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Inadimplência rural atinge 8,8% no 1º trimestre de 2026, recorde da série histórica, aponta Serasa

Inadimplência rural atinge 8,8% no 1º trimestre de 2026, recorde da série histórica, aponta Serasa

17 julho, 2026
EUA aplicam tarifa de importação de 25% sobre o Brasil; carnes e café estão entre exceções

EUA aplicam tarifa de importação de 25% sobre o Brasil; carnes e café estão entre exceções

17 julho, 2026
Com tarifaço de Trump, agro pode faturar metade do valor de 2024

“Marco lastimável”: Governo Lula rejeita novo tarifaço de Trump e aplicará Lei de Reciprocidade

17 julho, 2026
Lucro líquido da Camil Alimentos cai 57,6% no 1º trimestre de 2026, para R$ 28 milhões

Lucro líquido da Camil Alimentos cai 57,6% no 1º trimestre de 2026, para R$ 28 milhões

17 julho, 2026
Presidente Donald Trump impõe tarifa de 25% ao etanol brasileiro

Presidente Donald Trump impõe tarifa de 25% ao etanol brasileiro

16 julho, 2026
Ambipar testa biocombustível marítimo que pode reduzir em até 99% as emissões de carbono

Primeiro navio abastecido com etanol brasileiro parte em impulso aos biocombustíveis

16 julho, 2026
Etanol de milho tem momento ‘menos favorável’, avalia XP

Aumento da mistura na gasolina deve demandar 300 mi litros de etanol de milho

16 julho, 2026
Manejo eficiente pode reduzir emissões de óxido nitroso no setor sucroenergético

Preço do açúcar fica estável no Brasil, enquanto etanol volta a recuar

16 julho, 2026
Investimento em produção de petróleo e gás sobe 150% em 2024 ante 2022, diz ANP

Escalada do petróleo já pressiona os preços dos derivados importados, diz Abicom

15 julho, 2026
BP Bioenergy reduz número de incêndios registrados em 50% entre 2019 e 2025

BP Bioenergy reduz número de incêndios registrados em 50% entre 2019 e 2025

14 julho, 2026
Carregar mais
Próximo post
chuva

Alerta meteorológico: interior de São Paulo deve ter maior volume de chuva do estado

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas da semana

  • Trending
15º Prêmio Visão Agro Centro-Sul reuniu lideranças da bioenergia em Piracicaba

15º Prêmio Visão Agro Centro-Sul reuniu lideranças da bioenergia em Piracicaba

16 julho, 2026
Produtividade e qualidade da cana do Centro-Sul caem em junho, aponta CTC

MP pede laudos para avaliar se usina da BP Bioenergy causou dano ambiental em TO

14 julho, 2026
Prêmio Visão Agro Centro-Sul caminha para sua 15ª edição, em Piracicaba

É hoje: 15º Prêmio Visão Agro Centro-Sul celebra destaques da bioenergia

14 julho, 2026
Smar conquista o 15º Prêmio Visão Agro Centro-Sul na categoria Automação Industrial

Smar conquista Prêmio Visão Agro Centro-Sul na categoria Automação Industrial

16 julho, 2026
Centro-Sul deve moer 598,8 mi t de cana na safra 2025/26, queda de 3,7%, avalia StoneX

Usina da BP Bioenergy em TO pode perder certificação no RenovaBio se dano for provado

15 julho, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36