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ANP identifica falhas que levaram funcionário da usina Lins à morte

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
7 outubro, 2025
em Leia mais, Usinas
Tempo de leitura: 3 minutos
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Agência avalia agora quais sanções irá aplicar; sucroenergética diz que não foi notificada

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) identificou quatro falhas de gestão que levaram um funcionário da usina Lins à morte em 2020 durante uma operação de manutenção. A partir do caso, a autarquia fez 11 recomendações para todo o setor, e duas em específico para a companhia. Além disso, a ANP avalia agora quais sanções irá aplicar à usina.

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A morte do funcionário ocorreu em 4 de outubro de 2020. O trabalhador realizava um serviço de soldagem em uma tubulação de água que ficava em cima de um equipamento conhecido como dorna volante 1 (tanque onde o produto é armazenado após a fermentação e antes de ser enviado à destilação), localizado no setor de fermentação da planta.

Durante a realização da solda, a dorna explodiu e colapsou. O funcionário que realizava a solda estava sobre o equipamento e foi atingido pelo rompimento do teto, e acabou falecendo. Um segundo funcionário teve ferimentos leves.

A agência concluiu que o acidente teve como causas a documentação insuficiente do projeto, falha na análise de risco do processo, falha na classificação de área na dorna, e falhas relativas à liberação de trabalho.

Segundo a ANP, o primeiro fator que contribuiu para a gravidade da ocorrência foi o fato da dorna volante 1 ter sido eletricamente carregada. O segundo foi realizar a solda em uma região cujos riscos de explosão eram pouco conhecidos, porque a dorna não foi identificada como área classificada.

O terceiro fator foi não haver uma orientação clara sobre o local ideal para aterramento da máquina no documento “Liberação de Trabalho”. O quarto fator foi o fato de o projeto do equipamento não ter contemplado formas de evitar a ocorrência de formação de eletricidade estática na dorna volante.

Na época do acidente, a usina Lins pertencia ao grupo da usina Batatais, que então era dos irmãos Bernardo e Lourenço Biagi. As duas usinas cindiram em 2019, e Lourenço ficou com a usina Lins, e Bernardo com a Batatais.

O acidente foi comunicado à ANP no dia seguinte, em 5 de outubro de 2020. A produção ficou paralisada por dois dias para a conclusão da perícia, e voltou de forma progressiva nos dias seguintes. Segundo a ANP, a ocorrência não provocou problemas ao abastecimento de etanol.

Outro lado

A usina Lins afirma que não recebeu notificação oficial da ANP ou da Justiça relativo ao acidente ocorrido em 4 de outubro de 2020. Em nota, a empresa afirma que soube da avaliação da ANP por meio da notícia publicada no portal oficial do Governo Federal.

“A empresa reforça que prestou apoio à família da vítima, colaborou integralmente com as autoridades competentes e implementou medidas adicionais de segurança e governança, reafirmando seu compromisso permanente com o cumprimento da legislação”, fiz a nota.

O texto segue: “Em observância aos princípios constitucionais do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal, a empresa ressalta que apenas poderá se manifestar técnica e juridicamente sobre o conteúdo do referido relatório de investigação após ser oficialmente cientificada pela ANP e ter acesso integral ao documento”.

Por: Camila Souza Ramos | Fonte: Globo Rural

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