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BIODIESEL: Setor elogia decisão do governo de rejeitar coprocessados, mas busca ‘revogaço’ na mistura

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
28 novembro, 2022
em Bioenergia
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Bioenergia
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A decisão do presidente Jair Bolsonaro de acatar parcialmente as sugestões do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para o mandato de biodiesel trouxe “boas e más notícias”, afirmam entidades do setor.

Na sexta (25), edição extra do Diário Oficial da União (DOU) trouxe resolução sobre o assunto. Em entrevista, o diretor-superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), Donizete Tokarski, disse que o copo ficou “meio cheio” com a rejeição à inclusão de combustíveis coprocessados, mas “meio vazio” com a mistura mantida em 10% (B10) até março de 2023.

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“Vamos continuar trabalhando para que esse governo de transição e o próximo governo, assumindo, faça um ‘revogaço’ dessa mistura do B10 e crie uma escala de atendimento à nossa necessidade”, afirmou.

As entidades do setor de biodiesel avaliam que a manutenção do porcentual de mistura nos níveis atuais é preocupante, dada a ociosidade da indústria, que previa o aumento da mistura.

Segundo a Ubrabio, o setor está preparado para produzir 14% e as entidades responsáveis pelo setor devem discutir com o governo atual e com a equipe de transição do governo eleito a retomada do aumento dos porcentuais.

“Mesmo que não seja um ‘revogaço’ (pelo futuro governo), existe ainda a possibilidade de um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) pelo Congresso Nacional para revogar o decreto que foi validado”, completou Tokarski.

Em nota, a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) reforçou a posição do segmento. “O setor permanece tratando com o governo eleito uma forma de reverter ou mesmo ajustar a decisão que prorroga o imenso impacto sobre o setor de biodiesel e toda a cadeia produtiva”, afirma a nota da Aprobio.

Tokarski ainda disse que a proposta do CNPE de incluir “outras rotas tecnológicas de produção” ao programa brasileiro de mistura de biodiesel, o que abria espaço para o diesel RX da Petrobras, o HBio e o diesel verde, era “desastrosa”.

Os combustíveis em questão possuíam apenas uma parte renovável igual ou inferior a 5%. “Já era uma decisão muito polêmica e a presidência da república teve a sensibilidade de rejeitar isso”, afirmou o diretor da Ubrabio.

A Aprobio também avaliou como positiva a rejeição do presidente ao artigo que previa a inclusão de outras rotas tecnológicas no mandato do biodiesel, “principalmente o coprocessado (que não é um biocombustível)”, diz a entidade.

Segundo a Aprobio, a medida dá tempo para que haja uma devida análise sobre as questões ambientais, técnicas e jurídicas envolvidas na adesão a esses combustíveis. “O artigo poderia colocar em risco inclusive os princípios do RenovaBio”, diz a nota.

Fonte: Estadao

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