quinta-feira, outubro 22, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Brasil é o maior beneficiado por nova taxa global de Trump, diz estudo

Maria Reis por Maria Reis
3 março, 2026
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappCompartilhe no Linkedin

Global Trade Alert mostra queda de 13,6 pontos na tarifa média aplicada aos produtos brasileiros após a reconfiguração tarifária; com as isenções mantidas, a alíquota efetiva cai para 12,8%

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor uma sobretaxa global de 15% sobre produtos importados, em substituição ao chamado “tarifaço”, beneficiou principalmente o Brasil. Os dados são de um estudo publicado pelo Global Trade Alert neste domingo, 22.

Leia mais

Renegociação de dívida rural começa a ganhar tração, diz Banco do Brasil

Brasil reduz emissões de gases do efeito estufa pelo terceiro ano consecutivo

Preços do etanol e do açúcar sobem com chuvas prejudicando a oferta

Receita com exportação do agronegócio paulista recua 14,6% no mês de setembro, diz Faesp

O Brasil é o país que mais ganha com a mudança, com queda de 13,6 pontos percentuais na taxa média de importação aplicada aos produtos brasileiros. A China aparece em seguida, com redução de 7,1 pontos percentuais. A Índia fecha o pódio, com corte de 5,6 pontos percentuais.

Na sexta-feira, 20, a Suprema Corte dos EUA derrubou o modelo anterior usado por Trump para impor alíquotas diferenciadas e “recíprocas” aos países. Até então, Brasil e China estavam entre os maiores sancionados, mesmo após o republicano retirar a sobretaxa de 40% sobre produtos brasileiros como carne e café.

Após a decisão judicial, Trump invocou a Seção 122 da Lei do Comércio dos EUA, de 1974. Inicialmente, o dispositivo foi usado para impor uma taxa fixa de 10% sobre a maioria das importações. No sábado, esse percentual foi elevado para 15%.

Pela nova regra, as tarifas passam a ser calculadas somando-se as alíquotas originais (vigentes antes do tarifaço) ao novo acréscimo global de 15%. A sobretaxa tem validade de 150 dias e precisará ser aprovada pelo Congresso para continuar em vigor.

Produtos como aço, alumínio, cobre, madeira e automóveis continuarão sujeitos ao regime tarifário anterior, já aplicado pela Casa Branca. O governo também manteve a isenção para cerca de mil itens, incluindo produtos farmacêuticos e minerais críticos.

Com isso, a transição produz vencedores e perdedores claros, afirma o Global Trade Alert. No outro extremo, países que enfrentavam tarifas baixas antes da decisão agora pagarão mais. “Reino Unido (+2,1 p.p.), Itália (+1,7 p.p.) e Singapura (+1,1 p.p.) registram os maiores aumentos porque a sobretaxa de 15% da Seção 122 supera o que pagavam sob o regime antigo”, diz o relatório.

Segundo o Global Trade Alert, antes da decisão da Corte, produtos brasileiros entravam nos EUA sob uma tarifa média de 26,3%, considerando tanto itens altamente taxados quanto os isentos. No novo modelo, a barreira média cai para 12,8%. Já a China escapa de uma tarifa média de 36,8%, reduzida para 29,7%.

Canadá e México, que mantêm acordo trilateral com os EUA, tiveram reduções de 3,3 e 2,9 pontos percentuais, respectivamente.

Com a nova regra, o Canadá, beneficiado por uma série de isenções, passa a liderar o ranking dos 20 principais parceiros comerciais dos EUA com a menor tarifa média de importação, agora fixada em 4,7%. O país é seguido por Irlanda (5%), México (5,2%) e Singapura (7,8%).

Na outra ponta está a China: apesar do corte, continua enfrentando a tarifa média mais alta, de 29,7%, seguida por Indonésia (20,3%), Vietnã (18,8%) e Tailândia (17,3%).

Posição do Brasil

O Brasil agora aparece em posição mais favorável que países europeus como Itália, Alemanha e França, que pagarão taxas de ao menos 14,3% para vender aos EUA. Nesta semana, o chanceler federal alemão, Friedrich Merz, visitará Trump e prometeu levar uma demanda conjunta europeia para que seja mantido o acordo União Europeia-EUA, que ainda não entrou em vigor.

Segundo o portal G1, o vice-presidente Geraldo Alckmin comemorou a decisão. “Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competitividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves”, declarou.

Em março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá a Washington em visita oficial a Trump. Neste domingo, ele disse esperar “tratamento igualitário” dos EUA na questão tarifária, para evitar uma “nova Guerra Fria”.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula que a decisão da Suprema Corte afeta US$ 21,6 bilhões em exportações brasileiras aos EUA.

Fonte: Deutsche Welle

Clique AQUI, entre no canal do WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendCompartilhar
Artigo anteiror

Lucro da Deere cai 25% no 1º trimestre fiscal de 2026, para US$ 656 milhões

Próximo post

Usina Furlan vai alienar unidade de Avaré para a Viralcool por R$ 150 milhões

Maria Reis

Maria Reis

Notícias Relacionadas

Renegociação de dívida rural começa a ganhar tração, diz Banco do Brasil

Renegociação de dívida rural começa a ganhar tração, diz Banco do Brasil

22 outubro, 2026
Brasil reduz emissões de gases do efeito estufa pelo terceiro ano consecutivo

Brasil reduz emissões de gases do efeito estufa pelo terceiro ano consecutivo

22 outubro, 2026
Preços do etanol e do açúcar sobem com chuvas prejudicando a oferta

Preços do etanol e do açúcar sobem com chuvas prejudicando a oferta

21 outubro, 2026
Receita com exportação do agronegócio paulista recua 14,6% no mês de setembro, diz Faesp

Receita com exportação do agronegócio paulista recua 14,6% no mês de setembro, diz Faesp

21 outubro, 2026
Brasil importou 15 mil toneladas de agrotóxicos proibidos na UE, diz Oxfam

Brasil importou 15 mil toneladas de agrotóxicos proibidos na UE, diz Oxfam

21 outubro, 2026
Mobilidade das frentes agrícolas leva usinas a rever estruturas de apoio no campo

Mobilidade das frentes agrícolas leva usinas a rever estruturas de apoio no campo

20 outubro, 2026
Zelensky desafia Trump com mais ataques contra refinarias russas

Zelensky desafia Trump com mais ataques contra refinarias russas

19 outubro, 2026
Emissões de CRA têm o melhor mês do ano em agosto, aponta Quantum Finance

Emissões de CRA têm o melhor mês do ano em agosto, aponta Quantum Finance

16 outubro, 2026
Programa de inovação do setor bioenergético encaminhou 31 testes tecnológicos 

Programa de inovação do setor bioenergético encaminhou 31 testes tecnológicos 

15 outubro, 2026
EUA anunciam medida para apoiar setor de biocombustível

EUA anunciam medida para apoiar setor de biocombustível

15 outubro, 2026
Carregar mais
Próximo post
Usina Furlan vai alienar unidade de Avaré para a Viralcool por R$ 150 milhões

Usina Furlan vai alienar unidade de Avaré para a Viralcool por R$ 150 milhões

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas da semana

  • Trending
Etanol de milho deve crescer 17% em 2026/27 e amplia interesse por usinas flex, mas conversão exige integração de processos

Etanol de milho deve crescer 17% em 2026/27 e amplia interesse por usinas flex, mas conversão exige integração de processos

25 setembro, 2026
Grupo SIBIUM Analytics passa a fazer parte do grupo xFarm Technologies e amplia atuação no setor sucroenergético

Grupo SIBIUM Analytics passa a fazer parte do grupo xFarm Technologies e amplia atuação no setor sucroenergético

16 setembro, 2026
Mobilidade das frentes agrícolas leva usinas a rever estruturas de apoio no campo

Mobilidade das frentes agrícolas leva usinas a rever estruturas de apoio no campo

20 outubro, 2026
Etanol de milho abre novo ciclo para a bioenergia brasileira, veja a palestra de Guilherme Nastari

Etanol de milho abre novo ciclo para a bioenergia brasileira, veja a palestra de Guilherme Nastari

20 outubro, 2026
Agro e eleições: O que Flávio Bolsonaro e Lula propõem sobre bioenergia e biocombustíveis

Agro e eleições: O que Flávio Bolsonaro e Lula propõem sobre bioenergia e biocombustíveis

20 outubro, 2026
LinkedIn Instagram Youtube

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2026 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Destaques
  • Editorias
  • Eventos Visão Agro
  • Eventos Visão Agro
  • Formulário de Oportunidades – Visão Agro
  • Home
  • Home teste
  • Home-antiga
  • Manutenção
  • Paywall Assinatura
  • Paywall Login
  • Paywall Perfil
  • Paywall Registrar
  • Política de privacidade
  • Política de Privacidade – Aplicativo Tabulação Prêmio Visão Agro
  • Sobre a Visão Agro
  • Termos de Serviço – Aplicativo Tabulação Prêmio Visão Agro
  • Termos de Uso

Todos os direitos reservados 2026 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36