terça-feira, março 24, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Etanol deve ficar menos competitivo com alta de mistura na gasolina

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
2 agosto, 2023
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

O possível aumento da mistura de etanol na gasolina, de 27% para 30%, em discussão pelo governo federal, tem efeitos diversos para o setor, mas o principal deles seria a contribuição para a descarbonização.

Do ponto de vista de mercado, analistas ouvidos pela Globo Rural acreditam que a mudança na mistura pode reduzir os preços da gasolina nas bombas e, com isso, beneficiar o consumidor. Por outro lado, o etanol hidratado corre o risco de perder níveis de competitividade que já vêm em trajetória decrescente.

Leia mais

Petrobras diz que está entregando todo o combustível produzido

“Desvio de diesel” por importadores não pode ser tratado como irregularidade, diz Abicom

ANP vai notificar Petrobras para que oferte diesel e gasolina

Brasil ganha espaço no mercado dos EUA com revisão de tarifas, diz Marcos Fava Neves

“Assim como está acontecendo na Índia, Estados Unidos e outros países com mandatos para ampliação nos percentuais de etanol, o intuito é gerar mais renováveis para a matriz energética, diminuir as emissões, esse é um fator muito positivo”, disse Henrique Penna, diretor comercial da usina Jalles Machado.

O executivo lembrou também que o Brasil importa de 15% a 20% da gasolina que é consumida, e a diminuição nesse percentual teria relevância para a balança comercial.

Penna admitiu, no entanto, que existe a possibilidade de perda de competitividade do hidratado nas bombas. Isso levaria a alterações na estratégia da indústria.

“A possibilidade existe, mas isso vai depender de como a oferta vai se desdobrar daqui para frente (…) Se vier muita produção de etanol, isso vai afetar o hidratado e beneficiar o consumidor. Porém, no longo prazo, isso também pode fazer com que as usinas optem por enxugar a produção, e irem mais para o açúcar, para ajustar a oferta de etanol“.

Bruno Serapião, CEO da Atvos, também destacou a questão ambiental como ponto forte do aumento na mistura na gasolina.

“O maior percentual de mistura traz uma série de benefícios para o Brasil (…) estimula o desenvolvimento sustentável no campo, por meio da geração de empregos e, não menos importante, contribui para a transição energética do país, incrementando o uso de combustíveis renováveis, que reduzem as emissões de CO2 em até 90% em relação à gasolina, quando analisado o ciclo de vida completo do etanol“, afirmou.

Nos cálculos de Plínio Nastari, presidente da consultoria Datagro, a medida deve gerar um crescimento anual de 1,3 bilhão de litros no consumo anual de etanol anidro — variedade que é misturada à gasolina.

Sobre a diminuição das importações de gasolina, ele acredita que isso, inclusive, deveria ser um elemento importante para a decisão do governo sobre ampliar a mistura de etanol.

Mas, para Nastari, uma queda efetiva nos preços da gasolina, decorrente da mistura só viria na hipótese de a Petrobras voltar a praticar uma política alinhada à paridade de importação, ou seja, seguindo o movimento das cotações internacionais.

“Se o preço da gasolina fosse ´real´, misturar mais anidro contribuiria para uma redução. Mas como os valores estão sendo subsidiados, em um patamar abaixo da paridade, então a mistura não reduziria tanto o valor da gasolina”, afirmou o especialista.

Considerando um cenário para a oferta e demanda até a safra de 2029/30, e a eventual aprovação da medida com início na temporada de 2024/25, a consultoria StoneX projetou uma demanda para a gasolina comum com avanço de 1% ao ano e a produção de anidro com aumento de 1,5% ao ano.

De acordo com Filipi Cardoso, especialista de inteligência de mercado da StoneX, haveria uma redução de 4,3% na cobrança dos impostos federais e a participação do anidro cresceria de 13% para 14,5%.

“Assim, o preço médio da gasolina comercializada nos postos de revenda — considerado a média de R$ 5,63/litro, passaria para R$ 5,60/litro, registrando uma queda de R$ 0,03/litro”, estimou o analista da StoneX.

Fonte: Globo Rural

◄ Leia outras notícias

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Stellantis planeja produzir carros elétricos e híbridos no Brasil em 2024

Próximo post

Geração solar: o futuro está nos pequenos

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Petrobras segue negociando entrada no etanol com participação minoritária

Petrobras diz que está entregando todo o combustível produzido

23 março, 2026
Diesel fica mais barato no país, mas gasolina segue acima do mercado internacional, diz Abicom

“Desvio de diesel” por importadores não pode ser tratado como irregularidade, diz Abicom

20 março, 2026
ANP aprova estudo para regulamentar estoque de carbono na cadeia de combustíveis

ANP vai notificar Petrobras para que oferte diesel e gasolina

20 março, 2026
Com tarifaço de Trump, agro pode faturar metade do valor de 2024

Brasil ganha espaço no mercado dos EUA com revisão de tarifas, diz Marcos Fava Neves

19 março, 2026
Após impasses, leilão de capacidade de energia ocorre sob alerta de apagão

Após impasses, leilão de capacidade de energia ocorre sob alerta de apagão

19 março, 2026
Copersucar foi a maior beneficiada por venda de ativos da Raízen

Copersucar convoca assembleia e coloca temas estratégicos em pauta

18 março, 2026
petroleo

Petróleo acima de US$ 100 e crise no Oriente Médio pressionam combustíveis no Brasil

17 março, 2026
Produção de açúcar da Índia atinge 26,17 milhões de toneladas até 15 de março, alta de 10%

Produção de açúcar da Índia atinge 26,17 milhões de toneladas até 15 de março, alta de 10%

17 março, 2026
Consultas públicas do PDE 2035 e do PNE 2055 são prorrogadas

Consultas públicas do PDE 2035 e do PNE 2055 são prorrogadas

17 março, 2026
Produtora rural denuncia atraso de pagamentos por cana entregue à Usina Itajobi – veja vídeo

Produtora rural denuncia atraso de pagamentos por cana entregue à Usina Itajobi – veja vídeo

16 março, 2026
Carregar mais
Próximo post
solar

Geração solar: o futuro está nos pequenos

LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36