quarta-feira, junho 24, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Novo presidente da Petrobras tem 5 metas e um desafio; entenda

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
30 janeiro, 2023
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

As ideias do ex-senador Jean Paul Prates (PT), o novo presidente da Petrobras, não são nenhum segredo. Nem para a imprensa, nem para o mercado, nem para os membros do alto escalão da própria Petrobras, com o qual o ex-senador já vem conversando desde dezembro.

A primeira meta dele será trocar os cinco conselheiros indicados na gestão de Jair Bolsonaro (PL) e garantir maioria no colegiado que voltou a ter 11 membros com a chegada dele.

Leia mais

Após lucro recorde, Copersucar vê mais moagem de cana e alta do açúcar até o fim da safra

Opinião: O jogo mudou: por que a eficiência voltou ao centro das decisões na bioenergia

Governo elevará teor de etanol na gasolina para 32%, afirma Alckmin

FS vende 10 mil créditos de carbono gerados por BECCS para a Freepoint Commodities

A União, que chegou a ter oito das 11 cadeiras, viu seu poder de decisão diminuir na última Assembleia Geral da companhia, quando perdeu dois postos para os acionistas minoritários. Com estratégia, essas vagas até poderiam ser retomadas no futuro pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas os próprios conselheiros reconhecem que a tarefa é difícil.

Além de reformar o conselho, Prates quer ainda trocar os diretores. Hoje o board da Petrobras tem oito executivos. Interlocutores da companhia esperam a saída de pelo menos metade sob a gestão do petista.

É só com a troca de diretores e conselheiros que Prates conseguirá mexer em questões estruturais da empresa, muito embora já tenha prometido uma gestão sem ´trauma´ ou ´susto´.

O segundo passo deve ser a suspensão do processo de venda de refinarias, que está em curso desde o governo de Michel Temer (MDB). Prates defende refazer os estudos que basearam as decisões e só então tomar uma medida efetiva, seja de prosseguir com o plano, o que é menos provável, ou até mesmo recomprar refinarias. Antes disso, no entanto, ele pretende avaliar updates nos parques de refino da Petrobras.

Já há três refinarias com processo de privatização concluído: Rlam, Reman e Six. Outras cinco refinarias estão em processo de privatização: Lubnor, Rnest, Repar, Refap e Regap. Outras cinco seriam mantidas no portfólio da Petrobras pelo plano estratégico: Reduc, Replan, Revap, Rbpc e Recap.

O terceiro passo é a articulação para criar uma espécie de fundo de estabilização que, segundo ele, poderia ter recursos provenientes dos royalties de exploração dos campos de petróleo e também dos dividendos pagos pela Petrobras inclusive à União.

“[A ideia] é bancar parcialmente, esporadicamente, temporariamente, uma blindagem ao cidadão brasileiro da oscilação internacional, não é exatamente o subsídio de ajudar um produtor a se viabilizar”, disse ele à CNN em dezembro.

Essa meta está atrelada ao quarto passo, uma promessa de campanha de Lula: “abrasileirar o preço dos combustíveis”. Isso significa, na prática, mudar os gatilhos de aumento dos valores de óleo diesel e gasolina atrelado ao fundo de estabilização.

Prates defende que a paridade de preços seja internacional e não de exportação, como é hoje. Isso significaria alinhar os preços ao que é cobrado em outros países e não pelas importadoras.

á ainda uma quinta meta de Prates, também bastante alinhada às ideais do governo Lula: um maior investimento na transição energética, buscando fontes de energia mais renováveis. Prates defende a energia eólica, os biocombustíveis e o hidrogênio como fonte de energia e quer apostar nisso dentro da Petrobras.

Para investir mais, no entanto, Prates pode articular uma redução no volume de dividendos pagos aos acionistas da estatal, o que poderá representar seu maior desafio, justamente por não ter o amparo dos representantes de acionistas minoritários.

Os dividendos são a fatia do lucro paga aos acionistas da estatal. A Política de Remuneração ao Acionista, aprovada pelo Conselho de Administração em 2019 e modificado nos anos seguintes, prevê pagamentos periódicos.

A estatal defende que os pagamentos por ação refletem a diminuição da dívida da companhia. O problema é que esse repasse é altamente criticado por setores influentes do PT.

Em novembro, a presidente do partido, Gleisi Hoffmann havia postado uma crítica em sua conta no Twitter. “Passada a eleição volta a sangria na Petrobras. Estão preparando a distribuição de R$ 50 bilhões em dividendos. Não concordamos com essa política que retira da empresa sua capacidade de investimento e só enriquece acionistas. A Petrobras tem de servir ao povo brasileiro”, disse ela.

Fontes do alto escalão da Petrobras apontaram à CNN que uma mudança na política de remuneração dos acionistas que diminua os pagamentos a quem tem papéis da petrolífera pode desvalorizar as ações da Petrobras no mercado.

Fonte: CNN

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real ou nos acompanhe através do Telegram

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Temporais e rajadas de vento: 7 alertas para hoje

Próximo post

Preço médio da gasolina nos postos fica estável apesar de reajuste, diz ANP

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Após lucro recorde, Copersucar vê mais moagem de cana e alta do açúcar até o fim da safra

Após lucro recorde, Copersucar vê mais moagem de cana e alta do açúcar até o fim da safra

24 junho, 2026
Opinião: O jogo mudou: por que a eficiência voltou ao centro das decisões na bioenergia

Opinião: O jogo mudou: por que a eficiência voltou ao centro das decisões na bioenergia

24 junho, 2026
Etanol: anidro recua 3,52% e hidratado desvaloriza 0,94% na semana

Governo elevará teor de etanol na gasolina para 32%, afirma Alckmin

23 junho, 2026
FS vende 10 mil créditos de carbono gerados por BECCS para a Freepoint Commodities

FS vende 10 mil créditos de carbono gerados por BECCS para a Freepoint Commodities

22 junho, 2026
O Brasil sabe produzir, agora precisa voltar a industrializar

O Brasil sabe produzir, agora precisa voltar a industrializar

19 junho, 2026
Presidente do LIDE Ribeirão Preto, Victor Bermudes destaca lançamento do LIDE Agronegócio na região

Presidente do LIDE Ribeirão Preto, Victor Bermudes destaca lançamento do LIDE Agronegócio na região

19 junho, 2026
Amaury Pekelman assume presidência executiva da UNEM

Amaury Pekelman assume presidência executiva da UNEM

16 junho, 2026
Capital humano como diferencial estratégico no setor sucroenergético

Capital humano como diferencial estratégico no setor sucroenergético

16 junho, 2026
Brasil tem “supertrunfo” na corrida pelo transporte carbono zero

Brasil tem “supertrunfo” na corrida pelo transporte carbono zero

16 junho, 2026
“Os carros elétricos são um caminho sem volta”, diz CEO da Porsche no Brasil

“Os carros elétricos são um caminho sem volta”, diz CEO da Porsche no Brasil

16 junho, 2026
Carregar mais
Próximo post
etanol

Preço médio da gasolina nos postos fica estável apesar de reajuste, diz ANP

Mais lidas da semana

  • Trending
(Vídeo) Incêndio atinge usina da Inpasa em Sinop (MT) e acende alerta para segurança em áreas de armazenagem

(Vídeo) Incêndio atinge usina da Inpasa em Sinop (MT) e acende alerta para segurança em áreas de armazenagem

17 junho, 2026
Cocal conquista troféu “Cases de Sucesso” do Prêmio Visão Agro Centro-Sul com tecnologia que transforma vinhaça em fertilizante líquido

Cocal conquista troféu “Cases de Sucesso” do Prêmio Visão Agro Centro-Sul com tecnologia que transforma vinhaça em fertilizante líquido

19 junho, 2026
Raízen elege diretor de reestruturação para plano extrajudicial

Raízen elege diretor de reestruturação para plano extrajudicial

22 junho, 2026
IG4 negocia compra de dívida da Raízen e mira comando da empresa reestruturada

IG4 negocia compra de dívida da Raízen e mira comando da empresa reestruturada

23 junho, 2026
Raízen vende usina de cana Leme por R$ 425 milhões

Justiça de SP abre prazo para impugnações ao plano de recuperação extrajudicial da Raízen

18 junho, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36