O projeto contempla três usinas de cana-de-açúcar e uma unidade destinada à pecuária e soja, que somam 250 mil hectares de área produtiva (plantada) nos estados de São Paulo e Mato Grosso

O Grupo Pedra Agroindustrial, um dos principais conglomerados do setor sucroenergético brasileiro, vai ampliar a digitalização de processos em três das suas usinas – localizadas em Serrana (Usina da Pedra), Buritizal (Usina Buriti) e Nova Independência (Usina Ipê), no estado de São Paulo, e uma unidade destinada a pecuária e produção de soja em Barra do Garças, no Mato Grosso (Carpa Serrana) – através da nova parceria com a TIM, líder no agronegócio no Brasil.
Com o projeto, o total de mais de 1 milhão de hectares, sendo 250 mil hectares de área produtiva da Pedra Agroindustrial (236 mil hectares com cana-de-açúcar, e os demais entre soja e pecuária), passam a contar com a cobertura 4G da TIM. A iniciativa contempla a instalação de novos sites, garantindo conectividade de ponta a ponta nas operações do grupo e viabilizando soluções digitais voltadas à otimização de toda a cadeia produtiva da cana-de-açúcar, um dos setores que mais demandam tecnologia e automação no campo.
A parceria permitirá a conexão de aproximadamente 4.500 máquinas agrícolas, entre frota própria e de terceiros, otimizando os fluxos de entrega e integração entre campo e usina. Além de outras inúmeras oportunidades que a conectividade pode gerar para o agronegócio com as tecnologias já disponíveis e as que virão nos próximos anos.
Os benefícios do acordo alcançam também comunidades no entorno das Usinas, portanto, a cobertura total da TIM vai chegar aos mais de 1 milhão de hectares, beneficiando 37 mil pessoas, mais de 4 mil propriedades rurais, 9 escolas públicas e 4 unidades de saúde, que serão contempladas com a conectividade, fruto do investimento da Pedra Agroindustrial e em linha com o pilar ESG das duas empresas.
Hoje, a TIM já cobre mais de 20 milhões de hectares com 4G no Brasil e a meta é chegar a 26 milhões cobertos até o fim deste ano. A operadora já beneficia mais de 1,9 milhão de pessoas no campo, abrangendo mais de 306 mil propriedades rurais, 437 escolas públicas rurais, 141 unidades de saúde rurais e 1.043 cidades.
Alexandre Dal Forno, Diretor de Desenvolvimento de Mercado IoT & 5G da TIM Brasil, destaca a importância da parceria como exemplo para o setor sucroenergético, que tem um papel fundamental na economia do país. “Estamos muito felizes com a nossa escolha por um dos principais grupos do Brasil, a Pedra Agroindustrial. Na TIM, acreditamos que a tecnologia é a base para a transformação digital do agronegócio brasileiro. E é por isso que continuamos a levar nossa experiência para os produtores rurais, beneficiando o setor com soluções além da conectividade. Como protagonistas e líderes no agronegócio, trabalhamos fortemente para apoiar o Brasil a aumentar exponencialmente a produtividade no agronegócio e, principalmente, a inclusão digital da população rural”, ressalta.
José Marcio Cavalheire, Diretor Administrativo Financeiro do Grupo Pedra Agroindustrial, reforça a relevância da conectividade para os processos agrícolas e industriais do grupo. “A conectividade tem um papel estratégico nas nossas operações, pois influencia diretamente na eficiência de toda a cadeia, do plantio à industrialização. Esta parceria com a TIM marca um passo importante na nossa jornada de digitalização, permitindo mais precisão na gestão do maquinário, maior agilidade nas decisões de campo e mais segurança na integração entre as etapas agrícola e industrial”, afirma.
Fundado em 1931, o Grupo Pedra Agroindustrial alcançou uma moagem de 13,5 milhões de toneladas nas três usinas em São Paulo na safra passada. Para este ano, a Usina Ipê — primeira unidade do grupo a iniciar a safra 2025/2026 — deve moer mais de 4,4 milhões de toneladas de cana, com previsão de produzir 367 mil m³ de etanol e gerar cerca de 250 mil MWh de energia elétrica. Os números reforçam a dimensão do projeto e evidenciam como os avanços em conectividade e digitalização podem contribuir diretamente para ganhos operacionais e redução de custos em larga escala.
Nesse contexto, o setor sucroenergético se destaca como um dos que mais demandam conectividade no campo, exigindo soluções robustas devido às particularidades do seu processo produtivo — que vai do preparo de solo e plantio à colheita. Diferentemente de outras culturas, a cana-de-açúcar não pode ser estocada por longos períodos após o corte, o que impõe um alto nível de agilidade, precisão e eficiência operacional para garantir a competitividade do negócio.
Atenta às demandas do mercado, a TIM tem investido em soluções de IoT e IA voltadas ao campo para apoiar o aumento da produtividade e da eficiência operacional do agronegócio. Por meio do 4G TIM no Campo, a operadora viabiliza tecnologias como a telemetria de máquinas agrícolas, que permite o monitoramento em tempo real de indicadores de desempenho; os apontamentos de campo, com dados sobre operações, tempo de trabalho e falhas; e a conexão de estações meteorológicas, essenciais para o manejo climático.
A rede também habilita a automação de sistemas de irrigação, a comunicação entre equipes por meio de PTT 4G, além de soluções de gestão logística inteligente, como a automação do transporte da matéria-prima até a usina e o controle das jornadas de trabalho e trocas de turno no campo. Essas tecnologias têm sido fundamentais para alavancar a digitalização da cadeia da cana-de-açúcar.
Representando 26% do PIB no Brasil, o agro é um dos principais focos da TIM para crescer no mercado. A operadora lançou no ano passado o TIM IoT Solutions, que inclui ainda os setores de Utilities, Logística e Indústria 4.0 como prioridades. A operadora já firmou contratos em IoT que somam R$ 708 milhões desde 2022 — sendo R$ 270 milhões somente em 2024 — e segue expandindo as parcerias, com o objetivo de acelerar a digitalização e a transformação digital do agronegócio brasileiro.
Fonte: Assessoria de Imprensa – TIM
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