A São Martinho informou nesta terça-feira, 5, ajustes na oferta pública de distribuição, em rito de registro automático, da nona emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em duas séries, no valor total de R$ 1,1 bilhão.
As mudanças envolvem a forma de remuneração das debêntures da segunda série, calculada a partir das taxas médias diárias do DI de um dia acrescidas exponencialmente de uma taxa negativa de 0,9571% ao ano, e a alteração das condições de resgate antecipado facultativo total e de amortização extraordinária facultativa dessa série.
Segundo a companhia, as debêntures foram emitidas com base na legislação que permite o enquadramento de projetos prioritários de infraestrutura pelo Ministério de Minas e Energia, o que direciona os recursos exclusivamente para investimentos futuros ou reembolso de gastos relacionados aos projetos industriais de etanol.
Os recursos da oferta serão destinados à recuperação, adequação, manutenção e modernização da infraestrutura industrial de produção de etanol em quatro usinas. Na unidade Boa Vista, em Quirinópolis (GO), o volume estimado de recursos necessários é de R$ 477,4 milhões, dos quais R$ 441,5 milhões devem ser captados com a emissão, equivalente a 90% do total do projeto.
Na usina Iracema, em Iracemápolis (SP), o investimento total estimado é de R$ 281,5 milhões, com previsão de captação de R$ 260,1 milhões por meio das debêntures, também 90% das necessidades financeiras.
Para a unidade Pradópolis, em Pradópolis (SP), o projeto prevê R$ 295,6 milhões em recursos, com captação estimada de R$ 272,8 milhões, enquanto a usina Santa Cruz, em Américo Brasiliense (SP), tem orçamento de R$ 247,5 milhões, com expectativa de levantar R$ 229,5 milhões, igualmente 90% do total.
Os projetos tiveram início em junho de 2022 e têm conclusão estimada para dezembro de 2030, estando atualmente em fase de execução com intervenções de modernização, adequações técnicas, manutenção estruturante e melhorias de eficiência operacional nas unidades industriais de etanol.
Por: Visno Invest
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