Faltam
00 Dias
|
00 Horas
|
00 Minutos
|
00 Segundos
para o
21º Prêmio Visão Agro Brasil
segunda-feira, janeiro 5, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Unicamp começa a estruturar novo laboratório de pesquisa em bioenergia

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
27 setembro, 2024
em Bioenergia
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Bioenergia
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Laboratório desenvolverá estudos com foco especial em pesquisas aplicadas; novo prédio iniciará as atividades a partir de janeiro de 2025

Com previsão de abertura ao público em janeiro de 2025, o Laboratório de Pesquisa em Bioenergia (Labioen) do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe), da Unicamp, já iniciou suas operações. Com uma área de seis mil metros quadrados dividida entre dois edifícios, o laboratório conta com tecnologias de última geração para o ensino e pesquisa no setor, com foco especial em pesquisas aplicadas.

Leia mais

São Martinho fecha moagem da safra 2025/26 em 21,67 milhões de toneladas

Jalles aprova aumento de capital de R$ 413,3 milhões

Adecoagro anuncia oferta de ações de US$ 300 mi, e sua controladora Tether deve participar

Cade aprova nova operação de energia da Raízen

A estruturação antecipada do Labioen tem o objetivo de definir os planos de trabalho para projetos que já estão em fase de contratação ou com previsão de início no próximo ano. Boa parte deles será desenvolvida de forma conjunta com o Centro de Estudos de Energia e Petróleo (Cepetro), também da Unicamp, cujo foco em energia renováveis tem se ampliado cada vez mais.

A maior parte dos projetos está inserida no escopo do futuro Centro Paulista de Estudos em Biogás e Bioprodutos (CP2B), vinculado ao Nipe e fomentado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), além de contar com parceiros do setor público e empresas privadas.

“O CP2B é um dos Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) da Fapesp – modalidade de financiamento que busca soluções que beneficiam a sociedade em geral, por meio de diversas parcerias entre poder público, empresas e instituições de pesquisa”, explica a coordenadora do Nipe, Bruna de Souza Moraes.

Outra parte dos projetos será desenvolvida no contexto do E-Renova, um centro de pesquisas em energias renováveis credenciado como Unidade Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) na Unicamp, e que é um dos parceiros no âmbito do CP2B.

“O grande foco dos projetos é a transferência de tecnologia. Ou seja, pretendemos levar soluções inteligentes que sejam aplicáveis na realidade das empresas de nossos parceiros. Para isso, unimos nosso robusto conhecimento teórico e de experimentos de bancada [feitos com equipamentos mais simples, dentro das salas] com experimentos realizados em escala piloto, que visa replicar a engenharia dos processos de uma indústria do setor”, aponta Moraes.

Segundo a pesquisadora, o Labioen pode ser considerado uma grande expansão da Planta Piloto para Bioenergia (PPBIOEN), espaço que abriga a parte experimental voltada para a transferência de tecnologia nas pesquisas atuais do Nipe e que opera desde o final de 2023.

“Além de abrigar as novas linhas de pesquisa do Nipe, há também a perspectiva de se utilizar o local para dar continuidade às pesquisas vigentes – só que agora em uma área maior, tendo em vista que a área da PPBIOEN é de 400m²”, detalha.

Além dos laboratórios, os seis mil metros quadrados do Labioen abrigarão salas de aula e de reuniões, auditórios e uma planta piloto – espaço destinado a testar, em menor escala industrial, equipamentos que lidam tanto com processos biotecnológicos como tecnológicos.

“A maior parte da estrutura já está finalizada. O que falta concluir é principalmente a parte da tecnologia necessária para iniciar as pesquisas experimentais. Portanto, estamos atuando no planejamento e no embasamento teórico para os projetos que serão desenvolvidos a partir de parcerias que já foram firmadas”, complementa Moraes.

Foco em biogás


Fundado em dezembro de 1992, o Nipe atuou, em suas duas primeiras décadas, majoritariamente com parceiros ligados ao setor elétrico, mais especificamente no que diz respeito ao planejamento energético. Em 2015, esse escopo foi ampliado com a criação da linha de pesquisa de bioenergia, que hoje abriga grande parte dos projetos.

“Nesse momento, de transição para energias renováveis, começamos a trabalhar principalmente no âmbito da produção de biogás. Nos primeiros anos, tratava-se de uma linha mais teórica, na qual avaliávamos o potencial dessa energia, a viabilidade de construir biorrefinarias [similares às refinarias de petróleo], entre outros tópicos e estratégias. Hoje, estamos caminhando cada vez mais para as pesquisas aplicadas”, relata a coordenadora.

Biogás é um combustível gasoso que pode ser utilizado para a geração de energia elétrica e térmica, ou como um biocombustível (o biometano). Ele é produzido a partir da mistura de dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), por meio da decomposição de matéria orgânica (biomassa) por microrganismos.

“Em virtude do volume de biomassa, oriunda dos setores agrícola e industrial, o biogás é um dos maiores potenciais energéticos que o Brasil tem, mas ainda é subaproveitado. Para alavancar esse campo, é necessário um melhor planejamento de como utilizar esse recurso e de soluções tecnológicas que facilitem sua aplicação, focos das nossas pesquisas”, segue Moraes.

Um exemplo disso, é o projeto que o Nipe desenvolve em conjunto com o CEPETRO sob financiamento da TotalEnergies, multinacional do setor de petróleo. “Buscamos prospectar e desenvolver arranjos tecnológicos inovadores, eficientes e adaptados à realidade brasileira, do que aqueles que vemos a indústria utilizar. Hoje há um bom entendimento da bioquímica do processo, mas há muitos gaps a serem superados do ponto de vista de engenharia”, relata.

Além do biogás, o plano do Nipe é expandir os estudos para os campos da bioenergia e biocombustíveis, ou seja, a produção de energia e de combustíveis exclusivamente oriundos da biomassa.

Fonte: Nova cana

Clique AQUI, entre no nosso canal do WhatsApp para receber as principais notícias do mundo agro.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Marcos Fava Neves alerta para “vagabundização” da sociedade e escassez de mão de obra no agro brasileiro

Próximo post

Chuva vai voltar? Veja como será o tempo em outubro e onde vai chover no Brasil

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

São Martinho fecha moagem da safra 2025/26 em 21,67 milhões de toneladas

5 janeiro, 2026
Jalles contrata R$ 200 milhões com BNDES para amenizar efeitos do tarifaço sobre açúcar orgânico

Jalles aprova aumento de capital de R$ 413,3 milhões

5 janeiro, 2026
Adecoagro tem prejuízo ajustado de US$ 13,48 milhões no 1º trimestre de 2025

Adecoagro anuncia oferta de ações de US$ 300 mi, e sua controladora Tether deve participar

5 janeiro, 2026
Raízen desinveste R$ 3,6 bilhões em simplificação de portfólio

Cade aprova nova operação de energia da Raízen

5 janeiro, 2026
Adecoagro conclui compra de participação da Profertil por US$ 1,1 bilhão

Adecoagro conclui compra de participação da Profertil por US$ 1,1 bilhão

1 janeiro, 2026
Atvos e Cristiano Azeredo são destaques no Prêmio Visão Agro Brasil com conquistas em gestão e transformação digital

Atvos e Cristiano Azeredo são destaques no Prêmio Visão Agro Brasil com conquistas em gestão e transformação digital

15 dezembro, 2025
Adecoagro faz oferta de US$ 600 milhões à YPF por 50% restantes na empresa argentina Profertil

Adecoagro faz oferta de US$ 600 milhões à YPF por 50% restantes na empresa argentina Profertil

15 dezembro, 2025
Raízen paga R$ 300 mil à CVM para encerrar processo sobre operação “fantasma” de E2G

Raízen tem até maio de 2026 para reenquadrar cotação das ações ao valor mínimo exigido

12 dezembro, 2025
Adjuvantes agrícolas ganham destaque em eventos

São Martinho fecha moagem da safra 2025/26 em 21,67 milhões de toneladas

11 dezembro, 2025
Lucro líquido da Bunge soma US$ 166 milhões no terceiro trimestre

Bunge obtém certificação à soja de Rondonópolis (MT) para produção de SAF

10 dezembro, 2025
Carregar mais
Próximo post

Chuva vai voltar? Veja como será o tempo em outubro e onde vai chover no Brasil

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36