sexta-feira, março 13, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Necessidade de replantio e mais pragas: qual será a média de preço do açúcar em 2025-2026?

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
22 novembro, 2024
em Cana de Açúcar, Mercado
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Culturas Cana de Açúcar
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

O Brasil deve continuar sendo o protagonista no mercado internacional de açúcar em 2025, mesmo com as dificuldades climáticas que impactaram o setor sucroenergético no atual ciclo de moagem. Essa é a conclusão do CEO da SCA Brasil, Martinho Seiiti Ono; do head da Alvean para o Brasil, Júlio Adorno; e do diretor da Archer Consulting, Arnaldo Corrêa. Os três participaram da nona edição da série de Lives “Conexão SCA Brasil”, transmitida na última terça-feira (19).

De acordo com os especialistas, embora fluxos comerciais no primeiro semestre do próximo ano estejam vulneráveis a choques de oferta, a dependência global pelo produto brasileiro continuará robusta, ainda mais se as expectativas sobre um bom desempenho da produção na Ásia e União Europeia não se confirmarem.

Leia mais

VA Entrevista: Plinio Nastari diz que etanol coloca Brasil em vantagem diante da crise global do petróleo

Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo

Acordo Mercosul-UE deve gerar mais valor do que volume ao açúcar e etanol do Brasil

VA Entrevista: Guilherme Nastari, da DATAGRO, fala sobre impactos de conflitos internacionais no mercado de combustíveis

Preços do açúcar nos próximos anos

LEIA TAMBÉM

    A respeito da previsão de preços do açúcar, o diretor da Archer Consulting apresentou levantamento dos últimos 20 anos, cuja base de cálculo leva em consideração os preços de Nova York, os transforma em Reais por tonelada e faz um ajuste final levando em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

    “Com isso, tem-se uma ideia mais clara de como os preços se movimentaram ao longo dessas décadas. De 2004 a 2024, em apenas 10% das vezes o mercado ficou acima de R$ 2.956,00 por tonelada, e em 90% das vezes ficou em R$ 1.609,00 por tonelada. São indicadores que servem de parâmetro para que as usinas avaliem se é o momento ou não para fixar preços”, observou Côrrea.

    Sobre as cotações internacionais do açúcar, que variaram entre US$ 17 e US$ 23, com expectativas de oscilar entre US$ 19 e US$ 25 por tonelada, o especialista acredita que nas safras 2025/26 e 2026/27, o índice deverá aumentar. “Temos um potencial de elevar esse preço de 300 a 400 pontos. Ou seja, esse patamar de 18 centavos de dólar por libra-peso não vai permanecer”, avaliou Corrêa.

    Impactos da eleição de Donald Trump

    Durante a live, os três executivos discutiram a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e os reflexos disso nos mercados globais de commodities. Arnaldo Corrêa analisou alguns pontos defendidos pelo próximo presidente americano, como o aumento nas tarifas de importação de produtos chineses.

    “De forma suscinta, é preciso entender que Estados Unidos e China vivem uma simbiose, ou seja, um precisa do outro. A China tem a maior reserva de dólares do planeta. Se ela quisesse utilizar essa reserva no mercado como medida de retaliação ao aumento de impostos, quebraria ambas as economias. Não haverá vencedores numa possível guerra comercial entre os dois países”.

    No entanto, Corrêa complementou dizendo que um acirramento comercial entre as duas nações mais poderosas do mundo pode beneficiar o Brasil, em certa medida. “O Brasil pode ganhar espaço nos grãos, que deixariam de ser comprados pela China dos Estados Unidos e viriam para nós. Então aí entra um ponto importante sobre como será a formação de preço do etanol de milho para responder a esse eventual processo”, afirmou.

    Perspectiva de moagem

    Os três especialistas fizeram, ainda, projeções sobre a moagem. De acordo com a SCA Brasil, ao final da temporada 2024/25, esse índice pode variar entre 606 e 608 milhões de toneladas.

    O patamar considera a deficiência hídrica da ordem de 400 a 500 milímetros em todas as regiões canavieiras do país e os incêndios de grandes proporções que atingiram 665 mil hectares de cana-de-açúcar em todo o Brasil, sendo que, deste total, mais de 465 mil ha foram em São Paulo, principal estado produtor.

    Segundo Martinho Ono, o índice Tonelada de Cana por Hectare (TCH) vem apresentando uma tendência de queda. O TCH médio acumulado no final de outubro foi de 80,1%, uma queda de 10,4% em comparação aos 89,4% verificados em igual período de 2023.

    De acordo com ele, até o final da safra, haverá uma expansão na área do canavial, chegando a 7,725 hectares, aumento de 3,3% em relação ao ano anterior.

    O executivo da SCA enfatizou que os problemas verificados na atual safra impactarão o próximo ciclo agrícola, em 2025/26, cujo processamento deverá ser de 565 a 585 milhões de toneladas de cana.

    “Haverá problemas com germinações desiguais, cana com menor TCH, em especial na primeira metade da safra, morte de soqueiras, pior qualidade de plantio e atraso do desenvolvimento da planta e pragas/doenças. Em síntese, em 2025 deve haver necessidade de mais replantio e menor área disponível para colheita”, disse Ono.

    Fonte: Última Hora MT

    Clique AQUI, entre no canal do WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

    SendTweetCompartilhar
    Artigo anteiror

    As duas commodities que devem liderar a transição energética no Brasil

    Próximo post

    Chineses devem liberar importação de DDG brasileiro em 2025, diz presidente da Abramilho

    Redação Visão Agro

    Redação Visão Agro

    Notícias Relacionadas

    VA Entrevista: Plinio Nastari diz que etanol coloca Brasil em vantagem diante da crise global do petróleo

    VA Entrevista: Plinio Nastari diz que etanol coloca Brasil em vantagem diante da crise global do petróleo

    13 março, 2026
    Lula defende decisão técnica sobre horário de verão

    Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo

    13 março, 2026
    Como o acordo Mercosul-UE beneficia o Brasil? Entenda

    Acordo Mercosul-UE deve gerar mais valor do que volume ao açúcar e etanol do Brasil

    13 março, 2026
    VA Entrevista: Guilherme Nastari, da DATAGRO, fala sobre impactos de conflitos internacionais no mercado de combustíveis

    VA Entrevista: Guilherme Nastari, da DATAGRO, fala sobre impactos de conflitos internacionais no mercado de combustíveis

    12 março, 2026
    Norte-Nordeste 25/26: moagem avança com clima favorável e etanol ganha força

    Norte-Nordeste 25/26: moagem avança com clima favorável e etanol ganha força

    11 março, 2026
    Canaviais de São Paulo e Minas entram na safra 2026/27 com perspectiva mais favorável, aponta DATAGRO

    Canaviais de São Paulo e Minas entram na safra 2026/27 com perspectiva mais favorável, aponta DATAGRO

    11 março, 2026
    Centro-Sul do Brasil pode alcançar 635 milhões de toneladas de cana na safra 2026/27

    Centro-Sul do Brasil pode alcançar 635 milhões de toneladas de cana na safra 2026/27

    11 março, 2026
    Duas realidades da mesma lavoura: como o Brasil colhe cana em diferentes regiões

    Duas realidades da mesma lavoura: como o Brasil colhe cana em diferentes regiões

    10 março, 2026
    Controle biológico avança na cana-de-açúcar

    CTC lança duas variedade de cana com foco em maior produtividade

    9 março, 2026
    Oferta restrita nas usinas sustenta preços do açúcar cristal em São Paulo

    Datagro projeta produção de 40,77 mi t de açúcar no Centro-Sul em 2025/26 e estabilidade em 2026/27

    9 março, 2026
    Carregar mais
    Próximo post

    Chineses devem liberar importação de DDG brasileiro em 2025, diz presidente da Abramilho

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

    CONTATO
    (16) 3945-5934
    atendimento@visaoagro.com.br
    jornalismo@visaoagro.com.br
    comercial@visaoagro.com.br

    VEJA TAMBÉM

    • Prêmio Visão Agro
    • Vision Tech Summit 
    • AR Empreendimentos

    Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

    Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
    Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

    Saiba mais no site oficial

    Nenhum resultado
    Ver todos os resultados
    • Bioenergia
      • Biocombustíveis
      • Biogás
      • Biomassa
      • Energia renovável
      • Usinas
    • Mundo Agro
      • Cooperativismo
      • Sustentabilidade
      • Tecnologia
    • Mercado
      • Clima
      • Economia
      • Geopolítica
      • Internacional
      • Negócios
      • Política e Governo
      • Transporte
    • Culturas
      • Algodão
      • Café
      • Cana de Açúcar
      • Fruticultura
      • Grãos
      • Milho
      • Pecuária
      • Soja
      • Trigo
    • Insumos agrícolas
      • Adubos e fertilizantes
      • Biológicos e Bioinsumos
      • Defensivos Agrícolas
      • Implementos Agrícolas
      • Irrigação
      • Máquinas agrícolas
    • Eventos Visão Agro
      • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
      • Prêmio Visão Agro Brasil
      • Vision Tech Summit – Agro
      • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
    • Em destaque
    • Leia mais

    Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36