O açúcar negociado na ICE registrou uma alta moderada nesta sexta-feira, 7, após uma queda no índice do dólar para uma baixa de quatro meses. O movimento desencadeou a cobertura de posições vendidas em futuros de açúcar.
Os contratos do açúcar bruto com vencimento em maio tiveram elevação de 0,18 centavo de dólar, ou 1%, para 18,31 centavos de dólar por libra-peso. Enquanto isso, os contratos mais ativos do açúcar branco subiram US$ 8, ou 1,55%, indo a US$ 524,90 por tonelada.
Na quinta-feira, 6, os preços do açúcar caíram para mínimas de seis semanas devido a preocupações com a demanda em meio a suprimentos abundantes.
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O consumo fraco está afetando os preços depois que Wilmar e Sucden receberam uma entrega recorde de 1,7 milhões de toneladas de açúcar bruto referente ao vencimento dos contratos de março, que expiraram na sexta-feira anterior, 28. Grandes entregas são normalmente consideradas pessimistas para os preços, indicando que os vendedores têm pouco mercado.
Os preços do açúcar já estavam na defensiva desde que a trading de açúcar Czarnikow projetou que a produção de açúcar do Brasil em 2025/26 subiria para um recorde de 43,6 milhões de toneladas. Segundo a companhia, fabricar o adoçante é mais lucrativo para as usinas em comparação com o etanol.
Ao mesmo tempo, os preços do açúcar têm suporte em declarações vindas da Índia. A produção de açúcar do país caiu 14% no acumulado da safra até 28 de fevereiro, para 21,98 milhões de toneladas, de acordo com a Associação Indiana de Fabricantes de Açúcar e Bioenergia.
Por: Rich Asplund | Fonte: NovaCana
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