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Usinas citadas em ação contra o PCC processam 12,7 milhões de toneladas de cana, diz RPA

Maria Reis por Maria Reis
24 setembro, 2025
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Tempo de leitura: 3 minutos
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Denúncia do Ministério Público de São Paulo aponta que unidades industriais serviram como parte de esquema criminoso

Denúncia do Ministério Público de São Paulo afirma que usinas de cana-de-açúcar foram usadas em esquema crimonoso da facção PCC — Foto: Wenderson Araújo/CNA

As usinas de açúcar e etanol citadas em denúncia do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) como parte de um esquema de fraude, adulteração de combustíveis e lavagem de dinheiro do PCC processam, ao todo, 12,75 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Segundo estimativa da consultoria RPA, esse volume representa 2,1% da moagem do Centro-Sul nesta safra 2025/26.

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O cálculo considera 2 milhões de toneladas processadas pela Usina Itajobi e 1,85 milhão de toneladas da Usina Carolo. Segundo a acusação, estas unidades seriam fundamentais para o esquema da organização criminosa.

Outra unidade citada, a Usina Furlan tem capacidade de moagem de 2 milhões de toneladas, a Comanche teria 800 mil toneladas e a Usina Rio Pardo, mais 2,1 milhões de toneladas. A RPA também ressalta a Goiás Bioenergia, com 1,5 milhão de toneladas e a Usina Catanduva, do Grupo Virgolino de Oliveira (GVO), com 2,5 milhões de toneladas.

A denúncia afirma que Mohamad Hussein Mourad, empresário que seria ligado à facção criminosa, comprou, através de fundos de investimento, as usinas Itajobi e Carolo, e pode ter comprado também a Usina Rio Pardo.

O MP-SP afirma ainda que há indícios de que as usinas Furlan e Comanche também estivessem envolvidas no esquema criminoso, já que passaram a adotar práticas de sobrepreço na compra de cana e repasses de recursos para empresas do ecossistema do PCC. A denúncia menciona ainda a Goiás Bioenergia.

Segundo processo do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), ao qual a reportagem teve acesso, Mohamad Hussein Mourad estaria tentando comprar a GVO, que está em recuperação judicial e tem duas usinas de cana-de-açúcar em processo de leilão.

O grupo GVO, porém, afirmou que “não é alvo da investigação” e que “contribui com as autoridades”. Segundo comunicado enviado à reportagem e assinado pelo advogado da empresa, Rogério Cury, as operações financeiras “foram informadas e aprovadas pelo Poder Judiciário”. “Todas as contratações e recebimentos foram e são devidamente declarados às autoridades competentes, de acordo com a legislação vigente”, enfatiza o GVO.

A reportagem apurou que a Usina Itajobi, que, segundo a denúncia, foi comprada por Mourad através do fundo Mabruk II, arrendou a usina da GVO de Catanduva na safra passada (2024/25), operando-a após anos parada, e devolvendo-a ao fim do ciclo.

As acusações fazem parte da Operação Carbono Oculto deflagrada na semana passada e foi elaborada pelos Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e do Ministério Público Federal (MPF), da Polícia Federal, das Polícias Civil e Militar, da Receita Federal, da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, entre outros.

Por: Nayara Figueiredo | Fonte: Globo Rural

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