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Cana-de-açúcar traz bons resultados para Pernambuco na safra 2022/2023

Maria Reis por Maria Reis
26 fevereiro, 2024
em Cana de Açúcar
Tempo de leitura: 4 minutos
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Home Culturas Cana de Açúcar
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Na safra 22/23 no Estado, foram processadas 14,31 milhões de toneladas de cana-de açúcar destinadas à produção de açúcar, etanol e bioeletricidade

Plantação de cana-de-açúcar – Foto: Alf Ribeiro/Folhapress

Um cenário de mais normalidade para o setor sucroenergético em Pernambuco. Na safra 2022/2023 no Estado, foram processadas 14,31 milhões de toneladas de cana-de açúcar destinadas à produção de açúcar, etanol e bioeletricidade. Com isso, houve a produção de 995 mil toneladas de açúcar e 363 milhões de litros de etanol. O indicativo mostra um crescimento de 11% em comparação com a safra anterior (2021/2022), quando houve a moagem de 12,86 milhões de toneladas de cana.

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De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), e presidente-executivo da NovaBio, Renato Cunha, “do ponto de vista agroindustrial, o resultado da safra em curso 2023/2024 não deve acarretar quedas do contingente geral de produção e até um crescimento da produção de açúcar, mas não um cenário de crescimento robusto como na safra 22/23 com relação a 21/22”.

Segundo Cunha, o volume de produção de cana deve ser similar ao número da moagem do período anterior e pode acarretar variação positiva de até 3% a 4%. A expectativa é que sejam produzidas cerca de 14,6 milhões de toneladas de cana. Com isso, serão obtidas cerca de 1,05 milhão de toneladas de açúcar, enquanto o quadro de produção de etanol deve cair em torno de 8%, para 330 milhões de litros. 

“O etanol deve decrescer fruto da alternância de política fiscal do governo federal que diminuiu sua competitividade, onde não se verifica uma previsibilidade maior para o produtor, sobretudo para quem compete com uma gasolina, que tem as suas próprias políticas, prioritariamente protegidas, na competitividade com o etanol limpo e descarbonizador”, destacou Renato Cunha.

A safra atual deve se estender até março ou pouco mais. “A safra passada tem impactado no atraso da moagem, fator que se associa também às oscilações climáticas que influenciam a safra em curso”, disse Renato.

O presidente do Sindaçúcar-PE ressaltou ainda que o setor tem um nível significativo de empregabilidade, participa ativamente da economia verde, e tem por objetivo a descarbonização. Segundo Cunha, cerca de 60 municípios no Estado têm negócios relacionados com a cana. Atualmente, a cadeia produtiva envolve mais de 130 mil trabalhadores, considerando os empregos diretos e indiretos.

“O setor sucroenergético e sua indústria da cana-de-açúcar em Pernambuco apresentam uma importância bastante considerável, sobretudo através de participação relevante na interiorização do desenvolvimento, em exportações e no contexto socioeconômico do Estado”, conclui Renato.

Ele cita ainda que programas federais são esperados e podem minimizar desequilíbrios. “Esses programas envolvem a questão da mistura do etanol anidro na gasolina que, desde o ano passado, está anunciado e ainda não surtiu efeito. O etanol anidro deverá aumentar a sua mistura na gasolina de 27% para 30%, favorecendo o aumento do tamanho do mercado e o combate a qualidade do ar e as doenças respiratórias, que são assuntos de saúde pública. O Ministério das Minas e Energias tem se empenhado nessas metas e esperamos que com a volta do recesso parlamentar, o Congresso aprove essas leis”, destacou.

Ele ressaltou, também, que a política de competitividade entre os combustíveis “não envolve o etanol”.  “No Nordeste, o etanol não tem feito parte efetivamente dessa política. Há investimentos em uma política muito voltada para o petróleo, gasolina e importação de gasolina. As importações de gasolina têm sido rotineiras e é fundamental, ainda mais em uma transição energética global, que se estimule também a formação de estoques de etanol, por exemplo, do etanol anidro”, pontuou Cunha.  

“A Petrobras deveria formar um estoque estratégico, porque todos os estoques de anidro ficam a cargo das distribuidoras privadas, que não fazem em sintonia com a produção, e assim, um compartilhamento dessa atividade é imprescindível para o produtor de etanol poder contar em suas parcerias com mais de uma categoria de fonte compradora, inclusive pela saúde financeira de seu fluxo de caixa”, concluiu.

Por: Tarsila Castro | Fonte: Folha de Pernambuco

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