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Brasil inicia importação de energia da Venezuela

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
18 fevereiro, 2025
em Mercado
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Mercado
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O Brasil retornou na última sexta-feira, 14, o intercâmbio de energia com a Venezuela, de acordo com informações disponibilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em seu Informativo Preliminar Diário de Operação (IPDO).

Naquele dia, foi ligada a linha de transmissão em 230 kV Boa Vista/Santa Elena, que complementa a interligação do “sistema Roraima” com o sistema venezuelano, permitindo que fosse iniciada a importação comercial de 15 megawatts (MW), escreveu o relatório.

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Em janeiro, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) deliberou a realização de testes e a importação de energia elétrica pela empresa Bolt Energy a partir da Venezuela para atender ao sistema de Roraima. Os estudos, porém, se estenderam além do inicialmente previsto.

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    No última sexta-feira, 14, sem alarde, foi programada a importação de 10 megawatts (MW). O IPDO mostra que apenas 6 MW de fato foram importados.

    No sábado, 15, estava programado o intercâmbio de 15 MW de energia, mas verificou-se apenas 7 MW. O volume inferior ao previsto pode estar relacionado a um problema enfrentado pela linha de transmissão Boa Vista/Santa Elisa. Segundo o ONS, foi registrado o desligamento da linha às 16h16. Nesse mesmo momento, também houve o desligamento da usina termelétrica Jaguatirica II, que estava gerando 67 MW no momento. Com isso, houve a interrupção de 103 MW no sistema de Roraima, o que corresponde a 65% da carga do Estado. Minutos depois, às 16h31, o restante da carga desse sistema, correspondente aos 60 MW que ainda permaneciam ligados, também caiu. A recomposição das cargas foi iniciada às 16h52, sendo concluída às 17h50.

    No domingo, 16, houve o intercâmbio de 9 MW, embora estivessem programados 15 MW. Não foram registradas ocorrências, segundo o IPDO. Procurado para comentar essas operações, o ONS não quis se manifestar.

    Anteriormente, o ONS havia informado que a importação de energia tinha como objetivo “a redução dos custos de operação e a elevação da segurança e da confiabilidade do atendimento aos consumidores de Roraima”. Segundo o operador, a depender da carga do estado de Roraima, a expectativa era de um benefício econômico de até R$ 500 mil por dia com a importação de até 15 megawatts (MW) do sistema venezuelano, ao valor de R$ 1.096,11 por megawatt-hora (Mwh).

    CCC

    Nesta terça-feira, 18, a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deve deliberar sobre o acesso da Bolt ao sistema elétrico brasileiro, o estabelecimento de encargos relacionados à conexão e uso das instalações de transmissão relacionadas à importação de energia da Venezuela e o enquadramento da Bolt Energy na sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC).

    Na minuta do voto da relatora, Ludimila Lima da Silva, a indicação é pela aprovação do acesso e o enquadramento da importação na sub-rogação do benefício de rateio da CCC.


    Por: Luciana Collet | Fonte: Broadcast

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