Executivo abriu a programação do Vision Tech Summit 2026 destacando transformação tecnológica, diversificação produtiva e novas oportunidades de geração de valor nas usinas

O CEO da Pentagro, André Lins, abriu a programação de conteúdo do Vision Tech Summit 2026 com a palestra “A Usina do Futuro – Mais Eficiente, Conectada e Orientada por Dados”, trazendo uma reflexão sobre como tecnologia, informação e eficiência devem influenciar os próximos passos do setor bioenergético.
Logo no início, Lins defendeu que o futuro não deve ser entendido apenas como um destino, mas como o resultado das escolhas e do trabalho realizado no presente. Segundo o executivo, a sociedade atravessa uma nova etapa de evolução, marcada não somente pelo aumento da capacidade produtiva, mas também pela ampliação da capacidade de processar informações e apoiar decisões. palestra andre lins
Ao abordar a transformação do setor, o palestrante relembrou a trajetória que levou os antigos engenhos às atuais estruturas bioindustriais, que passaram a incorporar diferentes matérias-primas, produtos e fontes de energia. Para Lins, essa evolução abre espaço para um modelo cada vez mais diversificado de produção. palestra andre lins
Entre as próximas fronteiras citadas estão CO₂ biogênico, Combustível Sustentável de Aviação (SAF), hidrogênio, metanol e outros produtos de maior valor agregado, em um movimento que pode levar o setor à consolidação de novas biorrefinarias. palestra andre lins

Valor dentro da usina
Além das novas rotas produtivas, André chamou atenção para oportunidades que já existem dentro das próprias unidades industriais. A proposta é avaliar quanto valor uma planta possui potencial para gerar e quanto desse potencial efetivamente é capturado durante a operação.
Nesse contexto, o executivo apresentou os conceitos de Índice de Valor Potencial (IVP) e Índice de Valor Capturado (IVC), defendendo que a diferença entre os dois indicadores pode revelar ganhos que atualmente permanecem “na mesa” e nem sempre são percebidos pela gestão. palestra andre lins
A palestra reforçou, assim, que a construção da usina do futuro passa tanto pela adoção de novas tecnologias e rotas de produção quanto pela capacidade de utilizar dados para identificar oportunidades, melhorar decisões e extrair mais valor dos ativos já existentes.
Por: Maria Reis | Fonte: Portal Visão Agro
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