domingo, abril 26, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Hipocalcemia ou febre do leite atinge mais de 50% das vacas leiteiras

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
13 setembro, 2023
em Leia mais
Tempo de leitura: 5 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Suplementação reduz as chances de desenvolver hipocalcemia pós-parto

São Paulo, setembro de 2023 -. De acordo com os últimos dados divulgados, no final de 2022, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o rebanho leiteiro do Brasil deve chegar, ainda este ano, a 17 milhões de cabeças, aumento de 1% em relação ao ano passado.

Leia mais

“Mais de 50% do agro brasileiro passa pelo Porto de Santos”, diz presidente da Autoridade Portuária ao Portal Visão Agro

Rede de tráfico de combustível é desmantelada no México

Importação de açúcar pela China aumenta 41,9% em março, para 100 mil toneladas

Faesp leva 10 mil produtores à Agrishow e reforça protagonismo do agro paulista no maior evento da América Latina


Cenário positivo para o Brasil, considerado o terceiro maior produtor mundial de leite, com mais de 34 bilhões de litros produzidos por ano. Apesar da boa produtividade, o MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária) alerta que as exigências referentes à segurança dos alimentos estão aumentando a cada ano e os criadores, que não investirem em tecnologia, bem-estar e manejo adequado, enfrentarão grandes desafios.
Tipos de hipocalcemia – Hoje, um dos grandes gargalos da cadeia produtiva é manter seu rebanho preparado contra a hipocalcemia. De acordo com estudo recente da maior revista científica da pecuária leiteira, Journal of Dairy Science, mais de 50% do gado leiteiro é acometido por esta doença na fase subclínica e mais 5% em nível clínico, principalmente, as multíparas e que não possuem uma dieta e cuidados adequados no pré-parto.


Essa enfermidade acontece após o parto e sofre influência de todo período de transição que vai dos 21 dias pré-parto aos 21 dias pós-parto. É mais comum ocorrer nas primeiras 72 horas pós-parto, porém, em alguns casos, pode acontecer em até dois meses após o nascimento do bezerro. “A doença é reflexo da concentração sanguínea de cálcio circulante. Se a vaca apresentar concentração superior a 8 mg/dl, é considerada normocalcêmica, ou seja, está com níveis normais.

Se estiver entre 8 e 5,5 mg/dl, é classificado como hipocalcêmico subclínico, o que significa que, a vaca praticamente aparenta estar normal, com sutis e curtos sinais, como tremores, taquicardia e hipertermia. Abaixo de 5,5 mg/dl, identificamos que a vaca está com hipocalcemia clínica ou febre do leite, quando começam a surgir os sinais clínicos como paralisia, fraqueza que leva ao decúbito frontal, hipotermia e depressão da consciência. Se avançar para níveis abaixo de 4 mg/dl, o animal fica em decúbito lateral, perde a consciência e, se não for revertido imediatamente, chegará à morte”, explica Petterson Sima, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Kersia.


Segundo Sima, são vários os fatores de risco que colaboram para o surgimento da hipocalcemia: baixos níveis de hormônio da paratireoide; ausência de glândulas paratireoides no nascimento; deficiência de magnésio e/ou vitamina D; disfunção renal; ausência de alimentação correta e pancreatite. “Os animais acometidos por esta patologia, mesmo em níveis subclínicos, são mais suscetíveis à: retenção de placenta, metrite, mastite, deslocamento de abomaso, cistos ovarianos, acidose, cetose e atrasos na reprodução. Toda hipocalcemia, seja clínica ou subclínica, é apontada como uma das maiores causadora de prejuízos na atividade leiteira, sendo responsável por redução acentuada na produtividade total da lactação”, ressalta Petterson.


Como prevenir a hipocalcemia. Como várias doenças de vacas leiteiras, são muitos os fatores que aumentam ou reduzem o risco de hipocalcemia. O conforto animal, estresse térmico e estresse de manejo, por exemplo, têm grande impacto. E sobre a nutrição muito pode ser feito. A dieta aniônica ou dieta acidogênica é grande aliada na preparação do organismo animal para a alta demanda de cálcio que virá na transição do parto. Com essa dieta é possível até mesmo zerar os casos clínicos e reduzir os subclínicos. Porém, ainda haverá muitos animais no quadro subclínico e, para atingir essa parcela, precisamos adicionar técnicas de suplementação individual estratégica.


“A suplementação de cálcio oral líquido já é comum no Brasil em adição à dieta aniônica e tem apresentado bons resultados. Entretanto, a eficiência não é tão elevada quanto poderia ser, pela própria natureza do método, que por ser uma solução líquida tem elevada taxa de passagem. Isso exige maior mão de obra para oferecer ao menos 4 doses, nas soluções mais comuns do mercado. E não adianta concentrar grande volume em apenas 1 dose para facilitar o manejo, pois a permanência da solução no trato digestivo é curta”, alerta Sima


Há mais de uma década os países da Europa e América do Norte utilizam da tecnologia de bolus intra-ruminais para suplementações específicas. São comprimidos orais que possuem maior tempo de biodisponibilidade no trato digestivo. A Kersia lançou na Europa, em 2014, sua linha de complementos nutricionais em bolus para várias fases do ciclo produtivo da vaca. Depois de muitos estudos, foi possível desenvolver e combinar comprimidos efervescentes e não efervescentes para, em uma única dose, garantir uma liberação imediata e prolongada por horas, proporcionando uma melhor absorção de cada nutriente.


De acordo com Petterson, esta tecnologia é uma exclusividade global da companhia e foi trazida para o Brasil há aproximadamente três anos. “Para prevenir a hipocalcemia clínica e subclínica, o mais indicado é o Boliflash Calcium, solução que fornece três sais de cálcio altamente assimiláveis: formato, citrato e carbonato. Com isso, a vaca recebe cálcio de rápida (formato), moderada (carbonato) e lenta ação (citrato), aumentando ainda mais sua eficiência e tempo de suporte da suplementação. Hoje, é o que há de mais moderno em complementação alimentar estratégica no Brasil para redução da hipocalcemia após o parto em vacas leiteiras”, finaliza.

Benefícios – Com o uso de todo o protocolo do Programa Bolus Kersia (além do Boliflash Calcium), há redução dos casos de hipocalcemia clínica e subclínica e também de várias doenças e distúrbios correlatos, como acidose, cetose, retenção de placenta, falta de apetite, redução na produção leiteira, metrite, baixo desempenho reprodutivo, perda agressiva de escore corporal, entre outros.

Fonte: Acessoria de imprensa

◄ Leia outras notícias

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Açúcar fecha em alta em todos os mercados; Etanol também sobe

Próximo post

Medidas para enfrentamento da Influenza Aviária são atualizadas

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

“Mais de 50% do agro brasileiro passa pelo Porto de Santos”, diz presidente da Autoridade Portuária ao Portal Visão Agro

“Mais de 50% do agro brasileiro passa pelo Porto de Santos”, diz presidente da Autoridade Portuária ao Portal Visão Agro

26 abril, 2026
Rede de tráfico de combustível é desmantelada no México

Rede de tráfico de combustível é desmantelada no México

24 abril, 2026

Importação de açúcar pela China aumenta 41,9% em março, para 100 mil toneladas

24 abril, 2026
Faesp leva 10 mil produtores à Agrishow e reforça protagonismo do agro paulista no maior evento da América Latina

Faesp leva 10 mil produtores à Agrishow e reforça protagonismo do agro paulista no maior evento da América Latina

24 abril, 2026
Brasil poderia ser 12% mais rico com reforma tributária, aponta especialista

Brasil poderia ser 12% mais rico com reforma tributária, aponta especialista

23 abril, 2026
Queda no preço do diesel pela Petrobras fecha janela de importação, diz Abicom

Produtores rurais gastarão R$ 7 bilhões por alta de diesel, diz economista

23 abril, 2026
Petrobras segue negociando entrada no etanol com participação minoritária

Magda Chambriard se equilibra entre efeitos da guerra nos combustíveis e objetivos da Petrobras

23 abril, 2026
Easy by Comlink leva tecnologia de compras corporativas ao produtor rural

Easy by Comlink leva tecnologia de compras corporativas ao produtor rural

22 abril, 2026
Colômbia recebe encontro inédito para abandonar combustíveis fósseis

Colômbia recebe encontro inédito para abandonar combustíveis fósseis

22 abril, 2026
Cade aprova venda de usinas da Raízen para Thopen em operação de até R$ 600 milhões

Credores da Raízen propõem injeção de R$ 8 bilhões e saída de Rubens Ometto, dizem fontes

20 abril, 2026
Carregar mais
Próximo post
Aviária

Medidas para enfrentamento da Influenza Aviária são atualizadas

Mais lidas da semana

  • Trending
Cade aprova venda de usinas da Raízen para Thopen em operação de até R$ 600 milhões

Credores da Raízen propõem injeção de R$ 8 bilhões e saída de Rubens Ometto, dizem fontes

20 abril, 2026
Raízen desinveste R$ 3,6 bilhões em simplificação de portfólio

Raízen confirma negociações com credores, mas diz que não há definição

24 abril, 2026
As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

30 janeiro, 2026
Guerra pode reduzir margens das sucroenergéticas

Guerra pode reduzir margens das sucroenergéticas

22 abril, 2026
Diesel fica mais barato no país, mas gasolina segue acima do mercado internacional, diz Abicom

Diesel mais caro impacta cana em até R$ 198 por hectare, diz Rabobank

22 abril, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36