sábado, julho 25, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

ICMS da gasolina cai em meio a temor de inflação e dúvida sobre essencialidade

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
3 abril, 2023
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

O Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) decidiu reduzir a alíquota fixa (ad rem) para o ICMS da gasolina, de R$ 1,45 para R$ 1,22. O corte acontece em meio a temores do mercado financeiro de que o valor anterior provocasse alta da inflação, além de discussões sobre o trecho da lei que instituiu a essencialidade dos combustíveis. Os entes federativos tinham esperança de que a medida fosse derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ainda esta semana, mas não houve acordo.

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou ontem, 30, no Diário Oficial da União (DOU), um convênio que estabelece uma cobrança única do ICMS em operações envolvendo combustíveis, em conformidade com a lei complementar 192, aprovada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Pelo ato, a cobrança passaria a ser “ad rem”, com uma alíquota de R$ 1,4527 por litro.

Leia mais

FAESP manifesta perplexidade diante da falta de diplomacia do Governo Federal

Governo autoriza pagamento da equalização de juros no Plano Safra 2026/27

ANP passa a aceitar I-REC como evidência de energia renovável no RenovaBio

CEO da Stellantis reforça produção nacional e mantém plano de investir no Brasil

A medida fez analistas de mercado elevarem as projeções para o IPCA de 2023. O Credit Suisse, por exemplo, alterou ontem sua previsão de alta da inflação deste ano, de 6,1% para 6,6%. O cenário repercutiu entre membros do Confaz. “A gente resolveu fazer um número menor porque entendemos que seria um choque muito grande para a economia”, disse um secretário de Fazenda em condição de anonimato.

Hoje mais cedo, o Comsefaz voltou atrás e reduziu o valor da alíquota para R$ 1,22, mantendo-a no regime ad rem e única para todos os Estados. A nova base de cálculo começará a valer a partir de 1º de junho em todo território nacional. Como mostrou o Broadcast, o economista da Garde Asset Luís Menon calcula que a diminuição da nova alíquota “ad rem” reduz o impacto da mudança do tributo sobre o IPCA de 0,5 para 0,25 ponto.

O presidente do Comsefaz, Carlos Eduardo Xavier, garantiu que o novo valor está em conformidade com a lei da essencialidade sobre bens essenciais, que fixa teto de 17% a 18% na cobrança de ICMS para combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. “Consideramos alíquotas modais do Brasil todo e fizemos uma conta para que nenhum Estado tivesse perda. Essa conta foi feita para que ninguém tivesse alíquota ad rem menor do que a sua carga efetiva nos dias de hoje, dentro do contexto de uma alíquota modal”, disse. “Foi calculado um valor que, dentro da essencialidade, não causasse prejuízo a nenhum Estado”, emendou.

Segundo Xavier, o valor de R$ 1,45, antes anunciado pelo Comitê, não respeitou a seletividade (essencialidade) em todos os Estados. “Aquela publicação era um valor que utilizou parâmetro que para alguns Estados ficou dentro da seletividade, então teve que voltar atrás e publicar valor dentro da essencialidade (para todos)”, explicou.

Atualmente, a cobrança do ICMS é feita estabelecendo um porcentual que é aplicado sobre o preço médio dos combustíveis (a chamada tributação ad valorem), recalculado a cada 15 dias. A Lei Complementar (LC) 192/2022, aprovada no ano passado, muda a regra e institui a cobrança a partir de um valor fixo sobre o litro de gasolina (ad rem). Um acordo entre os Estados e o Supremo Tribunal Federal (STF) fixou prazos para a mudança na cobrança do imposto.

Xavier esclareceu que o acordo peticionado hoje para homologação da Corte, com o novo valor da alíquota ad rem, não avançou sobre o fim da essencialidade da gasolina. “Era a esperança que a gente tinha disso ter avançado e não avançou”, explicou. Segundo ele, o fim da seletividade é importante para recompor, minimamente, as receitas dos entes federativos. Se houver mudança no entendimento e a essencialidade for derrubada, a tributação sobre a gasolina poderá ser maior.

Como mostrou o Broadcast Político, para fechar acordo com a União sobre compensação das perdas com o corte do ICMS, os governadores pediram como contrapartida o apoio do governo para derrubar na Justiça, ou via Congresso Nacional, a legislação que define a gasolina como bem essencial. A lei foi aprovada no ano passado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e, na prática, impede a cobrança de uma alíquota de ICMS superior a 18% por litro de gasolina.

Fonte: Broadcast

—

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real ou nos acompanhe através do Telegram

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Alimentos típicos da Páscoa estão 14,8% mais caros este ano

Próximo post

Milho/USDA: exportadores relatam vendas de 150 mil toneladas para o México

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

FAESP manifesta perplexidade diante da falta de diplomacia do Governo Federal

FAESP manifesta perplexidade diante da falta de diplomacia do Governo Federal

24 julho, 2026
Crédito rural da safra 2024/2025 já soma R$ 330,9 bilhões, com alta de 11% em maio

Governo autoriza pagamento da equalização de juros no Plano Safra 2026/27

24 julho, 2026
ANP aprova estudo para regulamentar estoque de carbono na cadeia de combustíveis

ANP passa a aceitar I-REC como evidência de energia renovável no RenovaBio

24 julho, 2026
CEO da Stellantis reforça produção nacional e mantém plano de investir no Brasil

CEO da Stellantis reforça produção nacional e mantém plano de investir no Brasil

24 julho, 2026
Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

23 julho, 2026
Tarifaço dos EUA entra em vigor nesta quarta; veja como fica o agro brasileiro

Ministro diz que nova tarifa dos EUA deve ser anunciada na sexta-feira, 24

23 julho, 2026
Unem realiza missão comercial na Tailândia para fortalecer exportações de DDG e DDGS

China amplia compras e se torna principal destino do DDG brasileiro

22 julho, 2026
Tarifaço dos EUA entra em vigor nesta quarta; veja como fica o agro brasileiro

Tarifaço dos EUA entra em vigor nesta quarta; veja como fica o agro brasileiro

22 julho, 2026
Centro-Sul deve moer 598,8 mi t de cana na safra 2025/26, queda de 3,7%, avalia StoneX

El Niño favorece produtividade da cana no Centro-Sul, mas pode atrasar colheita

21 julho, 2026
Manejo eficiente pode reduzir emissões de óxido nitroso no setor sucroenergético

Ministério da Agricultura estuda dar acesso para Agro Brasil+Sustentável a compradores

21 julho, 2026
Carregar mais
Próximo post
Milho

Milho/USDA: exportadores relatam vendas de 150 mil toneladas para o México

Mais lidas da semana

  • Trending
Com impacto de provisões para perdas, Raízen teve prejuízo de R$ 27 bilhões na safra 2025/26

Moody’s rebaixa Cosan após crise na Raízen e mantém perspectiva negativa

20 julho, 2026
Compra de usina da Raízen não altera perspectiva para Adecoagro, diz S&P

Compra de usina da Raízen não altera perspectiva para Adecoagro, diz S&P

22 julho, 2026
Grupo Itajobi busca reestruturar R$ 3,76 bilhões em dívidas

Grupo Itajobi busca reestruturar R$ 3,76 bilhões em dívidas

21 julho, 2026
Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

23 julho, 2026
Cade aprova venda de usinas da Raízen para Thopen em operação de até R$ 600 milhões

Raízen vende Usina Caarapó por R$ 760 milhões e Adecoagro amplia presença em Mato Grosso do Sul

20 julho, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36