domingo, maio 3, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Petrobras indica que preço do diesel continuará a subir, dois dias após pacote do governo

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
9 junho, 2022
em Bioenergia
Tempo de leitura: 3 minutos
A A
0
Home Bioenergia
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Leia mais

Parlamentares pressionam CNPE por mais biocombustíveis

Raízen (RAIZ4): O que está por trás da queda de até 7% nesta segunda-feira (27)?

Supressão vegetal não dá conta de garantir biomassa a usinas de etanol

Tereos reduz em 41% acidentes com afastamento e reforça “cultura de segurança”

Pressionada pelo governo para mudar a sua política de preços, a Petrobras sinalizou nesta quarta-feira, 8, que o custo dos combustíveis — principalmente o do diesel — segue uma tendência de alta e assim continuará. Isso indica que as medidas anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira para conter o preço dos combustíveis, como a isenção de impostos federais e o pagamento de ICMS zerado pelos Estados, não deverão ter o efeito esperado.

Em uma nota enviada à imprensa com “esclarecimento da Petrobras sobre a prática de preços de mercado”, a petroleira afirma que “não há fundamentos que indiquem a melhora do balanço global e o recuo estrutural das cotações internacionais de referência para o óleo diesel”.

Na avaliação da Petrobras, o atual cenário mundial é de escassez e, como o Brasil é deficitário em produção de óleo diesel, tendo importado quase 30% da demanda total em 2021, o resultado é este: “poderá haver maior impacto nos preços e no suprimento”.

A estatal afirma ainda que esse cenário se tornou ainda mais provável porque o consumo nacional de diesel é historicamente mais alto no segundo semestre, devido ao aumento das atividades agrícola e industrial. “Ressalta-se, também, que o mercado interno registrou recorde de consumo de óleo diesel no ano passado e essa marca deverá ser superada em 2022”, declarou a empresa.

O comunicado da Petrobras é divulgado no momento em que o governo busca substituir o atual presidente José Mauro Coelho, que assumiu o comando da estatal em abril, por Caio Paes de Andrade, atual secretário especial de desburocratização do Ministério da Economia. A indicação precisa passar por uma assembleia-geral extraordinária de acionistas, que ainda não foi agendada. Desde o início do governo, Bolsonaro já demitiu três presidentes da Petrobras.

Segundo a Petrobra, fora do Brasil, há ainda um conjunto de fatores que deve puxar o preço dos combustíveis: o aumento sazonal da demanda mundial no segundo semestre; a menor disponibilidade de exportações russas decido às sanções econômicas ao país; e eventuais indisponibilidades de refinarias nos Estados Unidos e no Caribe, com a temporada de furacões que acontecem de junho a novembro.

“Diante desse quadro, é fundamental que a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado global seja referência para o mercado brasileiro de combustíveis, visando à segurança energética nacional”, afirma a companhia.

O cenário detalhado pela empresa indica que a Petrobras não está disposta a mudar sua política de preços atrelada ao mercado nacional, com valores alinhados aos praticados em todo o mundo.

“Assim como qualquer outra commodity comercializada em economia aberta, a precificação de combustíveis no Brasil é determinada pelo balanço de oferta e demanda global, uma vez que produtos desta natureza possuem características físicas homogêneas e são produzidos, transportados e comercializados em larga escala por todo o mundo, tendo múltiplos ofertantes e demandantes”, declarou a empresa.

Para mexer nestas regras, o governo teria não só de contar com o aval da diretoria da empresa, mudar o estatal da estatal e mexer na própria legislação. Desde janeiro de 2002, vigora no Brasil, por meio de lei, o regime de liberdade de preços em todos os segmentos do mercado de combustíveis e derivados de petróleo: produção, distribuição e revenda.

“Cabe a cada agente econômico estabelecer suas margens de comercialização e seus preços de venda, em um cenário de livre concorrência. A Petrobras não atua no segmento de distribuição e revenda, sendo responsável apenas pela produção de combustíveis”, afirmou a companhia.

Ao defender o modelo, o qual tem sido frequentemente criticado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos caminhoneiros, que cobram mudança no regime,icms os “preços alinhados ao valor de mercado estimulam a produção e a concorrência no presente, assim como fomentam os investimentos que contribuirão para a expansão do volume produzido, para o alcance da qualidade exigida para os produtos, e para incremento da capacidade logística, com benefícios diretos ao consumidor”.

Segundo a empresa, “preços abaixo do mercado inviabilizam economicamente as importações necessárias para complemento da oferta nacional. Exemplos recentes de desalinhamento aos preços de mercado já se traduzem em problemas de abastecimento em países vizinhos ao Brasil.”

A Petrobras nega que tenha o monopólio do setor e diz que, “sem a prática de preços de mercado, não há estímulo para o atendimento ao mercado brasileiro pelos diversos agentes do setor”. Segundo a empresa, se o mercado nacional deixar de acompanhar os preços internacionais, haveria risco de desabastecimento, porque isso afetaria os negócios feitos pelas demais empresas do setor.Fonte: Valor Econômico

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Agricultura: produtos irregulares são apreendidos durante operação conjunta no Paraná e Santa Catarina

Próximo post

Ferrovia passa a transportar açúcar com abertura de terminal em MG

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Etanol/Cepea: Indicadores têm leve queda em SP

Parlamentares pressionam CNPE por mais biocombustíveis

1 maio, 2026
Raízen, aumento de capital em US$ 1,5 bi? Quais as fontes de recursos?

Raízen (RAIZ4): O que está por trás da queda de até 7% nesta segunda-feira (27)?

30 abril, 2026
Supressão vegetal não dá conta de garantir biomassa a usinas de etanol

Supressão vegetal não dá conta de garantir biomassa a usinas de etanol

30 abril, 2026
Tereos reduz em 41% acidentes com afastamento e reforça “cultura de segurança”

Tereos reduz em 41% acidentes com afastamento e reforça “cultura de segurança”

29 abril, 2026
Avança em PL que isenta pagamento de royalties para produtores de cana com até 150 t

Usina é alvo de ações que cobram quase R$ 140 milhões por danos ambientais em Goiás

29 abril, 2026
Be8 projeta suprir 24% da demanda gaúcha por etanol anidro com usina de trigo

E32 reduz pressão sobre hidratado e pode enxugar oferta de açúcar em 1,6 mi t

29 abril, 2026
Raízen desinveste R$ 3,6 bilhões em simplificação de portfólio

Raízen envia nova proposta a credores, mas resiste à saída de Ometto, dizem fontes

28 abril, 2026

São Martinho aprova emissão de R$ 1,1 bilhão em debêntures

28 abril, 2026
Biocombustível de canola de segunda safra pode reduzir emissões da aviação em até 55%

Biocombustível de canola de segunda safra pode reduzir emissões da aviação em até 55%

27 abril, 2026
Etanol/Cepea: Indicadores têm leve queda em SP

Etanol de soja avança no RenovaBio e coloca CJ Selecta na rota dos CBios

27 abril, 2026
Carregar mais
Próximo post

Ferrovia passa a transportar açúcar com abertura de terminal em MG

Mais lidas da semana

  • Trending
Raízen, aumento de capital em US$ 1,5 bi? Quais as fontes de recursos?

Raízen (RAIZ4): O que está por trás da queda de até 7% nesta segunda-feira (27)?

30 abril, 2026
Veja a lista das oito maiores empresas de tratores agrícolas do mundo

Veja a lista das oito maiores empresas de tratores agrícolas do mundo

23 janeiro, 2026
Raízen desinveste R$ 3,6 bilhões em simplificação de portfólio

Raízen envia nova proposta a credores, mas resiste à saída de Ometto, dizem fontes

28 abril, 2026
As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

30 janeiro, 2026
Tecnologia japonesa será usada em produção de fertilizantes ecológicos em Goiás

Brasil pode ser líder da “nova indústria de fertilizantes” com foco em descarbonização

30 abril, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36