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Por que a Tereos vendeu uma usina no Brasil? Entenda

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
2 fevereiro, 2026
em Usinas
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Bioenergia Usinas
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Grupo francês disse a investidores em janeiro que previa uma alta em sua alavancagem nesta safra para perto de 6 vezes

A venda de uma das sete usinas de cana-de-açúcar da Tereos no Brasil faz parte de um ajuste interno que o grupo francês pôs em marcha ao longo desta safra para controlar seu endividamento em meio ao ciclo de baixa das commodities.

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A usina vendida para a Viralcool, a Andrade, está localizada na cidade paulista de Pitangueiras, próxima a Ribeirão Preto, a região mais atingida pelos incêndios de 2024, que afetaram a produtividade da colheita de 2025/26. A unidade tem capacidade de processar 2 milhões de toneladas de cana, mas estava moendo bem menos.

Por isso, mesmo com a venda da usina, a Tereos espera que, na próxima temporada (2026/27), sua moagem de cana no Brasil até cresça em relação ao ciclo atual, passando de 18 milhões de toneladas para 19 milhões de toneladas.

As empresas não informaram o valor acertado. Mas a operação deve colaborar para reduzir a pressão nas margens que a Tereos vem enfrentando desde a segunda metade da safra 2024/25. A empresa disse a investidores em janeiro que deve encerrar esta safra com alavancagem (relação entre dívida líquida e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, o Ebitda) perto de 6 vezes.

Nos seis primeiros meses da safra 2025/26, a receita da Tereos caiu 19%, para 3,2 bilhões, enquanto seu Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) sofreu um tombo de 66%, a 173 milhões. Os resultados refletem, em parte, os problemas de produtividade nos canaviais da Tereos no Brasil, principalmente após os incêndios de 2024. Na safra 2024/25, as operações da Tereos no Brasil representaram 40% do Ebitda global.

Outro fator que deprimiu o desempenho da Tereos foram os baixos preços do açúcar na Europa. A companhia disse não esperar uma recuperação do mercado europeu antes de setembro de 2026.

Além disso, a queda da cotação do açúcar no mercado internacional dificulta uma recuperação. Essa situação atinge mais a Tereos porque, no Brasil, suas usinas têm forte perfil açucareiro, com capacidade de direcionar entre 55% e 70% de sua cana para a commodity, enquanto a média do mercado é de 50%. E, diferentemente do mercado de açúcar, a perspectiva da Tereos para o do biocombustível é de mais suporte aos preços.

Apesar da maré contrária, a Tereos disse que mantém suas metas de médio prazo de garantir uma alavancagem de 3 vezes e uma margem Ebit recorrente superior a 5%. E ressaltou que, mesmo neste ambiente, diminuiu sua dívida líquida. De abril até setembro, o endividamento líquido foi reduzido em 600 milhões, a 2,1 bilhões.

Na sexta-feira, a Tereos disse que a venda da Usina Andrade promoverá “maior otimização industrial, agrícola e logística, além do fortalecimento de sua estrutura de capital”.

Por: Camila Souza Ramos | Fonte: Globo Rural

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