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Produtores investem em tecnologias para proteger a cana-de-açúcar e garantir qualidade na safra 2025/26

Maria Reis por Maria Reis
4 julho, 2025
em Cana de Açúcar
Tempo de leitura: 4 minutos
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Home Setor bioenergético Cana de Açúcar
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Frente a perdas climáticas e pragas, agricultores adotam soluções para manter produtividade e elevar o teor de sacarose da cana

Perspectivas da safra 2025/26 e desafios no campo

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A safra 2025/26 de cana-de-açúcar no Brasil está estimada em 663,4 milhões de toneladas, uma queda de 2% em relação ao ciclo anterior, segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Mesmo com um discreto aumento de 0,3% na área cultivada — que totaliza 8,79 milhões de hectares — a produtividade média deve recuar 2,3%, ficando em 75,45 toneladas por hectare.

Esse desempenho mais fraco é reflexo das adversidades climáticas enfrentadas durante o início do desenvolvimento da lavoura, além da ocorrência de focos de incêndios que prejudicaram parte dos canaviais. Na região Centro-Sul, principal polo produtor, a colheita já está em andamento, mas os impactos de estiagens, temperaturas elevadas e pressão de pragas têm exigido respostas imediatas por parte dos produtores.

Tecnologia como aliada contra perdas na lavoura

Para enfrentar esse cenário, agricultores e usinas estão intensificando o uso de tecnologias de manejo, com foco em proteger o potencial produtivo da cana e minimizar riscos de perda de produtividade e qualidade. Um dos principais pontos de atenção é a redução do teor de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), que afeta diretamente a rentabilidade das produções de açúcar e etanol.

Nesse contexto, a IHARA tem se destacado ao oferecer soluções integradas para dois desafios críticos da cultura: o controle da cigarrinha das raízes e a otimização da maturação da cana, mesmo sob estresse climático.

Cigarrinha das raízes: praga ameaça produtividade dos canaviais

A cigarrinha das raízes (Mahanarva spp.) tem causado grande preocupação no setor. A praga se dissemina com rapidez em ambientes com palha da colheita mecanizada e alta umidade no solo, sugando a seiva das plantas, danificando o sistema radicular e podendo reduzir em até 80% a produtividade (TCH) em áreas críticas. Além disso, é vetor da escaldadura das folhas, doença que compromete o aproveitamento de nutrientes e o teor de sacarose.

Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Marcos Vilhena, o manejo no momento correto é crucial. “A cigarrinha pode causar perdas de até 50% por hectare em áreas de alta produtividade, o que representa prejuízos financeiros expressivos”, alerta.

Para o controle da praga, a IHARA oferece:

  • MAXSAN: Inseticida com duplo modo de ação (sistêmico e translaminar), atuando sobre ovos, ninfas e adultos, com efeito duradouro e controle eficaz entre ciclos.
  • TERMINUS: Indicado também para controle da cigarrinha, com registro para aplicação aérea, sendo eficiente em canaviais altos e de difícil acesso.
  • ZEUS: Voltado para o controle do Sphenophorus levis, protege da raiz à parte aérea da planta, mesmo em cenários de variação de umidade.

Maturação da cana: estratégia para elevar o ATR e a rentabilidade

Além do controle de pragas, a maturação correta da cana-de-açúcar tem papel fundamental para garantir um bom teor de sacarose, principalmente em situações de déficit hídrico. Altas temperaturas e baixos volumes de chuva afetam negativamente os níveis de ATR, reduzindo a eficiência industrial da cana.

A IHARA disponibiliza o Riper, um maturador que redireciona a energia da planta para os colmos, aumentando a concentração de sacarose sem comprometer a produtividade. A aplicação pode ser feita em diferentes fases da safra e pode elevar o ATR entre 6% e 8%, com potencial de retorno financeiro até seis vezes superior ao valor investido.

Segundo Vilhena, a flexibilidade do Riper permite ao produtor adaptar a estratégia de maturação conforme o clima e a janela de colheita, o que é essencial para manter a rentabilidade em tempos de instabilidade climática.

Inovação para garantir competitividade no setor sucroenergético

Diante do cenário atual, o uso de tecnologias eficientes e sustentáveis é cada vez mais indispensável. A IHARA reafirma seu compromisso com o setor sucroenergético ao disponibilizar soluções modernas para o manejo de pragas e maturação, com foco na produtividade e competitividade dos canavicultores.

“A combinação de estratégias de controle com produtos como Maxsan, Terminus, Zeus e Riper permite que o produtor enfrente os desafios climáticos e fitossanitários, reduza perdas e entregue matéria-prima de alta qualidade à indústria”, conclui Vilhena.

Fonte: Portal do Agronegócio

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