Faltam
00 Dias
|
00 Horas
|
00 Minutos
|
00 Segundos
para o
21º Prêmio Visão Agro Brasil
sexta-feira, janeiro 16, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

SBM Offshore e Shell desenvolvem sistema para aumentar eficiência energética e reduzir emissão de CO2 nos FPSOs

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
13 outubro, 2023
em Energia renovável, Leia mais
Tempo de leitura: 3 minutos
A A
0
Home Bioenergia Energia renovável
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin
Previsto para 2024, projeto inédito de desenvolvimento de captação de água contribui para o aprimoramento das plantas de processamento (topsides) e redução das emissões das FPSOs

Com o objetivo de aumentar a eficiência nos sistemas de geração de energia de plataformas flutuantes de petróleo (FPSOs) no Brasil e reduzir as emissões de carbono nessas embarcações, a SBM Offshore e a Shell assinaram contrato para a fase 3 de desenvolvimento do projeto SWIR (sigla em inglês para Seawater Intake Riser), um sistema de captação de águas profundas inédito no país. A solução ambientalmente sustentável prevê que a captação de água de resfriamento dessas unidades de produção passe a ser feita a 700m de profundidade, com tubos flexíveis de grandes diâmetros. Espera-se que a tecnologia esteja validada para ser incorporado aos novos desenvolvimentos de FPSO até o final de 2024.

Atualmente, a captação de água é feita a cerca de 100m de profundidade no mar, onde as temperaturas estão em torno de 25oC (vinte e cinco graus Celsius). Em maiores profundidades, as temperaturas são consideravelmente mais baixas, próximas a 7°C. Isso torna possível obter ganhos de eficiência e reduções nas emissões de CO2 nos processos de geração de energia e resfriamento em plataformas flutuantes de produção de petróleo. O sistema SWIR também reduzirá significativamente a demanda de energia para a desidratação de gás natural e o consumo de eletricidade das bombas de captação.

Leia mais

Financiamento de biocombustíveis bate recorde em 2025 com R$ 6,4 bilhões, diz BNDES

BNDES autoriza renegociação de operações da safra 2024/25 em programa de dívidas rurais

FPA defende não contingenciamento a orçamento do seguro rural e Embrapa

A biomassa pode ser um trunfo energético do país; entenda

“Estamos na fase final do projeto, que atualmente possui grande importância dentro do portfólio da SBM. A conclusão permitirá a implementação de futuras tecnologias focadas na redução de emissões”, comenta Caio Bonini, gerente de projeto da SBM Offshore. “Essa parceria é vista com um grande orgulho e é motivo de celebração, não apenas pela colaboração com um grande parceiro e cliente, neste caso a Shell, mas também por reforçar nosso compromisso com a transição energética e o desenvolvimento de tecnologia e equipe técnica especializada no Brasil”, celebra Marcelo Andreotti, gerente de tecnologia da SBM Offshore no Brasil.

A implementação do SWIR possibilita reduzir o peso da planta de processamento e os custos operacionais, podendo ser adotado em diversos sistemas no FPSO como compressão de gás, tratamento de água, integração de calor e captura de carbono dos gases de exaustão das turbinas a gás. A diminuição de CO2 pode chegar a 50% nas novas gerações de FPSO que estão sendo desenvolvidas pela SBM.

“Estamos muito otimistas em relação aos resultados promissores do projeto do sistema de captação em águas profundas. A tecnologia em desenvolvimento permitirá a otimização e melhorias significativas nas plantas de processamento e utilidades de FPSOs, além de contribuir para a descarbonização da produção offshore de petróleo e gás”, destaca Eli Gomes, Gerente de Projetos de Tecnologia na Shell.

O sistema de captação em águas profundas é esperado para guiar as futuras gerações de unidades flutuantes offshore a serem implementadas nas bacias brasileiras na próxima década.

O projeto teve início em 2018 e utiliza recursos da cláusula de Pesquisa e Desenvolvimento dos contratos de concessão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e a Universidade de Brasília (UNB) participam do projeto executando testes de materiais.

Fonte: Dhanti Comunicação

◄ Leia outras notícias

Clique AQUI, entre no canal do WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Vice-presidente da FAESP, Tirso Meirelles, recebe o novo secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Guilherme Piai

Próximo post

Como a saúde mental do trabalhador do campo entrou na agenda do agronegócio

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

BNDES

Financiamento de biocombustíveis bate recorde em 2025 com R$ 6,4 bilhões, diz BNDES

16 janeiro, 2026
BNDES

BNDES autoriza renegociação de operações da safra 2024/25 em programa de dívidas rurais

16 janeiro, 2026
FPA defende não contingenciamento a orçamento do seguro rural e Embrapa

FPA defende não contingenciamento a orçamento do seguro rural e Embrapa

16 janeiro, 2026
Bioenergia já é 30% de toda a matriz energética do Brasil

A biomassa pode ser um trunfo energético do país; entenda

15 janeiro, 2026
Fazendeiros franceses protestam com 350 tratores contra acordo entre UE e Mercosul

Fazendeiros franceses protestam com 350 tratores contra acordo entre UE e Mercosul

15 janeiro, 2026
Atvos amplia parceria com a Harven Agribusiness School para capacitar 11 mil colaboradores

Atvos amplia parceria com a Harven Agribusiness School para capacitar 11 mil colaboradores

14 janeiro, 2026
Etanol deve ganhar espaço nas usinas em 2026 diante da menor atratividade do açúcar

Etanol deve ganhar espaço nas usinas em 2026 diante da menor atratividade do açúcar

14 janeiro, 2026
EUA aceleram o biocombustível de aviação, mas as abelhas estão pagando um preço

EUA aceleram o biocombustível de aviação, mas as abelhas estão pagando um preço

14 janeiro, 2026
Raízen paga R$ 300 mil à CVM para encerrar processo sobre operação “fantasma” de E2G

Cade autoriza venda da Raízen Power à Tria, controlada pelo Patria

13 janeiro, 2026
BNDES aprova R$ 950 mi para Inpasa construir usina de etanol de milho na Bahia

BNDES aprova R$ 950 mi para Inpasa construir usina de etanol de milho na Bahia

13 janeiro, 2026
Carregar mais
Próximo post
Agronegócio

Como a saúde mental do trabalhador do campo entrou na agenda do agronegócio

LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36