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Raízen encerra safra 2024/25 com queda na moagem, mas avanço expressivo no etanol de segunda geração

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
2 fevereiro, 2026
em Exclusivas, Usinas
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Exclusivas
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Mesmo com redução de 7% na moagem de cana, companhia preserva produção de açúcar, mantém geração de bioenergia e quase dobra a produção de E2G

A Raízen encerrou a safra 2024/25 com desempenho impactado por fatores climáticos no Centro-Sul, mas conseguiu preservar indicadores estratégicos e registrar avanço relevante no etanol de segunda geração (E2G). A comparação com a safra 2023/24 evidencia um ciclo de ajuste operacional, com foco em eficiência, disciplina financeira e captura de valor.

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Na safra 2024/25, a moagem de cana-de-açúcar da Raízen totalizou 78,2 milhões de toneladas, queda de 7,1% em relação às 84,2 milhões de toneladas processadas na safra anterior. A redução de 6 milhões de toneladas foi atribuída, principalmente, à estiagem prolongada e aos incêndios registrados no Centro-Sul.

A produtividade agrícola também apresentou retração. A safra anterior foi considerada recorde histórico, enquanto em 2024/25 a estratégia priorizou a manutenção dos canaviais e a preservação do potencial produtivo.

Etanol recua, E2G ganha força

A produção total de etanol somou 3,1 milhões de metros cúbicos na safra 2024/25, recuo em relação à safra anterior. A queda acompanha diretamente a menor disponibilidade de matéria-prima, mesmo com direcionamento maior do mix para o biocombustível.

O principal destaque positivo do período foi o etanol de segunda geração. A produção de E2G atingiu 58,8 mil metros cúbicos, praticamente o dobro do volume registrado na safra 2023/24, quando foram produzidos cerca de 30 mil metros cúbicos. O avanço foi impulsionado pela entrada em operação da nova planta de Guariba (SP), consolidando o E2G como eixo estratégico da companhia.

Açúcar e bioenergia

Apesar da menor moagem, a produção de açúcar foi mantida em patamar elevado e totalizou aproximadamente 5,1 milhões de toneladas, refletindo ajustes no mix industrial e estratégia comercial. O resultado reflete ajustes no mix industrial e uma estratégia comercial voltada à preservação de volumes.

Na geração de bioenergia, o desempenho permaneceu estável. A menor oferta de bagaço em 2024/25 foi compensada por ganhos de eficiência industrial, evitando quedas relevantes na produção de energia renovável a partir da biomassa.

O EBITDA ajustado da Raízen fechou a safra 2024/25 em R$ 10,8 bilhões, abaixo dos valores estimados entre R$ 11,5 bilhões e R$ 12 bilhões registrados em 2023/24. A retração reflete o impacto combinado da menor moagem, de um ambiente competitivo e macroeconômico mais restritivo e do novo ciclo de disciplina financeira adotado pela companhia.

Mudança de ciclo estratégico

A comparação entre as duas safras evidencia uma mudança no posicionamento estratégico da companhia. Enquanto 2023/24 foi marcada por crescimento físico, expansão operacional e recordes produtivos, a safra 2024/25 teve caráter corretivo, com foco em eficiência, geração de valor e disciplina na alocação de capital.

Mesmo em um cenário adverso, o avanço consistente do etanol de segunda geração reforça a estratégia de longo prazo da Raízen na transição energética e na diversificação de suas fontes de receita.

Por: Maria Reis | Fonte: Portal Visão Agro | Com informações de Relatório Anual e Integrado da Raízen

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