quinta-feira, julho 9, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Cocal vence leilão e usará biometano para gerar eletricidade

Maria Reis por Maria Reis
7 abril, 2026
em Usinas
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Bioenergia Usinas
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Empresa venceu leilão de reserva de capacidade com dois projetos e será a primeira a gerar energia do biometano no país

Usina de biometano da Cocal em Paraguaçu Paulista — Foto: Divulgação/Cocal

No Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) de energia, que a princípio era voltado apenas para fontes fósseis, o biometano competiu em pé de igualdade com o gás natural fóssil e obteve uma vitória.

Leia mais

Grupo Queiroz de Queiroz leva pesagem ao campo, ajusta cargas na safra e amplia controle da operação agrícola

Jalles avalia usina de etanol de milho integrada à cana para ampliar produção na entressafra

Usina Pitangueiras mira R$ 1 bilhão em projetos de milho, biometano e bioenergia

Seis gestoras fazem proposta a credores para comprar dívida da Raízen

A companhia Cocal conseguiu emplacar dois projetos de geração de energia a partir do biometano no último leilão e agora terá que dar início a investimentos de R$ 30 milhões. O biometano tem a mesma molécula que o gás natural de origem fóssil, mas é feito a partir de matéria-prima renovável.

Esta foi a primeira vez que uma fonte renovável venceu um certame competindo com uma fonte fóssil em um leilão de capacidade. Além disso, a Cocal se tornará a primeira empresa do país a gerar energia elétrica a partir do biometano, e não do biogás – que é o gás ainda não purificado.

O biogás da Cocal é produzido a partir da biodigestão dos resíduos da agroindústria da cana-de-açúcar, como a vinhaça e a torta de filtro.

Com o leilão, realizado em março, a Cocal terá que colocar à disposição do Sistema Interligado Nacional (SIN) uma potência total de 10 megawatts (MW) – foram dois projetos de 5 MW de potência cada – quando houver pico de demanda.

O LRCAP foi realizado para garantir oferta de energia em momentos de alta no consumo e contratou projetos por sua potência.

O que facilitou a empresa a competir com o gás natural fóssil no leilão de energia foi o fato de ela já possuir unidades de geração de energia a biogás e plantas de biometano.

A companhia tem uma planta de biogás em Narandiba (SP), onde é capaz de gerar energia do biogás e também pode purificá-lo e produzir biometano na unidade. E, em sua usina em Paraguaçu Paulista, a Cocal hoje produz apenas biometano, que abastece sua frota. Essa segunda unidade começou a operar em setembro e tem capacidade para produzir 60 mil metros cúbicos por dia de biometano.

Por terem vencido um leilão de capacidade, as novas plantas de energia ficarão disponíveis para quando forem demandada. E, quando não houver essa demanda, o biometano continuará sendo utilizado como combustível.

O leilão focou em fontes não renováveis porque, por ser um leilão de reserva de capacidade, a geração deveria estar disponível a qualquer momento, sem risco de intermitência, com ocorre nos projetos de renováveis em geral: eólica, solar e até térmica a bagaço de cana, que opera mais durante a safra da matéria-prima.

A Cocal já gera energia com vapor, a partir da queima do bagaço da cana, a partir do biogás e ainda tem usinas fotovoltaicas próximas às suas usinas de cana. Todas essas alternativas, porém, não conseguiriam atender à necessidade do leilão de reserva de capacidade. “Para gerar o vapor, tem o tempo de aquecer a caldeira”, exemplifica o diretor comercial e de novos produtos da Cocal, André Gustavo Alves da Silva.

O investimento para garantir a geração de energia a partir do biometano em suas duas unidades, de R$ 30 milhões, terá que ficar pronto até agosto de 2028, conforme a regra do leilão.

E, embora gerar energia a partir do biogás já purificado (biometano) seja mais caro do que gerar energia a partir do biogás, o preço inicial indicado no leilão compensa essa diferença, segundo Silva. O preço previsto é de R$ 2.900 por MWh ao ano, e a receita prevista no total para a Cocal, somando os dois projetos, é de R$ 345 milhões para o período de 15 anos contratados no leilão.

Ainda segundo o diretor comercial da Cocal, a companhia avalia buscar financiamento barato junto ao BNDES, mas ele afirma que essa possibilidade não é uma condição para o investimento se realizar.

Em suas unidades de cogeração a partir do bagaço já existentes nos polos de Narandiba e Paraguaçu Paulista, a Cocal já tem capacidade de exportar 470 mil MWh-ano. Além disso, a Cocal gera mais 35 mil MWh ao ano em sua planta de energia a biogás em Narandiba e em suas usinas fotovoltaicas, no modelo de geração distribuída.

Por: Camila Souza Ramos | Fonte: Globo Rural

Clique AQUI, entre no canal do WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Unica e Orplana fecham acordo sobre novas regras do Consecana

Próximo post

Usina Coruripe conclui migração para novo sistema de gestão e avança na transformação digital

Maria Reis

Maria Reis

Notícias Relacionadas

Grupo Queiroz de Queiroz leva pesagem ao campo, ajusta cargas na safra e amplia controle da operação agrícola

Grupo Queiroz de Queiroz leva pesagem ao campo, ajusta cargas na safra e amplia controle da operação agrícola

7 julho, 2026
Jalles assina financiamento de US$ 60 milhões com a IFC

Jalles avalia usina de etanol de milho integrada à cana para ampliar produção na entressafra

7 julho, 2026
Usina Pitangueiras mira R$ 1 bilhão em projetos de milho, biometano e bioenergia

Usina Pitangueiras mira R$ 1 bilhão em projetos de milho, biometano e bioenergia

6 julho, 2026
Raízen paga R$ 300 mil à CVM para encerrar processo sobre operação “fantasma” de E2G

Seis gestoras fazem proposta a credores para comprar dívida da Raízen

6 julho, 2026
USP terá primeira usina de captura e armazenamento de carbono do setor de etanol no Brasil

USP terá primeira usina de captura e armazenamento de carbono do setor de etanol no Brasil

6 julho, 2026
Usinas “familiares” formam segunda fase da indústria de etanol de milho

Usinas “familiares” formam segunda fase da indústria de etanol de milho

3 julho, 2026
Atvos lança pedra fundamental de planta de etanol de milho e inicia construção

Atvos lança pedra fundamental de planta de etanol de milho e inicia construção

3 julho, 2026
Primeira indústria de etanol de milho e sorgo do Piauí entra na fase final de implantação

Primeira indústria de etanol de milho e sorgo do Piauí entra na fase final de implantação

3 julho, 2026
Dia do Brigadista: Raízen reforça seu compromisso com a cultura de prevenção

Dia do Brigadista: Raízen reforça seu compromisso com a cultura de prevenção

2 julho, 2026
Raízen elege diretor de reestruturação para plano extrajudicial

Raízen consome R$ 3,4 bi em caixa e amplia baixa contábil em meio à reestruturação

2 julho, 2026
Carregar mais
Próximo post
Usina Coruripe conclui migração para novo sistema de gestão e avança na transformação digital

Usina Coruripe conclui migração para novo sistema de gestão e avança na transformação digital

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas da semana

  • Trending
Raízen paga R$ 300 mil à CVM para encerrar processo sobre operação “fantasma” de E2G

Seis gestoras fazem proposta a credores para comprar dívida da Raízen

6 julho, 2026
Usina Pitangueiras mira R$ 1 bilhão em projetos de milho, biometano e bioenergia

Usina Pitangueiras mira R$ 1 bilhão em projetos de milho, biometano e bioenergia

6 julho, 2026
Credores e bondholders da Raízen indicam ex-Oi e ex-Americanas para reestruturação

Credores e bondholders da Raízen indicam ex-Oi e ex-Americanas para reestruturação

2 julho, 2026
Grupo Queiroz de Queiroz leva pesagem ao campo, ajusta cargas na safra e amplia controle da operação agrícola

Grupo Queiroz de Queiroz leva pesagem ao campo, ajusta cargas na safra e amplia controle da operação agrícola

7 julho, 2026
Usinas de destaque do setor bioenergético participam da 14ª edição do Prêmio Visão Agro Centro-Sul

Lideranças serão homenageadas no 15º Prêmio Visão Agro Centro-Sul, veja lista

3 julho, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36