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Coamo vai ao mercado levantar R$ 500 milhões para usina de etanol de milho

Maria Reis por Maria Reis
22 abril, 2026
em Usinas
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Bioenergia Usinas
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Unidade produtora planejada tem capacidade de produção prevista de 763,3 mil litros por dia de etanol hidratado

Usina ficará anexa ao Parque Industrial da Coamo, em Campo Mourão — Foto: Divulgação

A Coamo, uma das maiores cooperativas agroindustriais do Brasil, colocou no mercado uma oferta de notas comerciais escriturais a fim de captar R$ 500 milhões para a construção de uma usina de etanol de milho em Campo Mourão (PR), segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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Essa é a segunda oferta pública de distribuição de notas comerciais escriturais da Coamo e foi feita em série única, destinada exclusivamente a investidores profissionais. A operação tem o Banco Santander como coordenador líder, conforme o comunicado.

A emissão é realizada no âmbito do “Programa Eco Invest Brasil”, do governo federal, de estímulo à indústria verde, recuperação de biomas, infraestrutura para lidar com efeitos das mudanças climáticas e inovação.

A unidade produtora de etanol planejada pela Coamo tem capacidade de produção prevista de 763,3 mil litros por dia de etanol hidratado — vendido diretamente nas bombas de postos de combustível – e de 723 mil litros por dia de etanol anidro — misturado à gasolina. A perspectiva é que a planta fique pronta em fevereiro de 2027, informou a Coamo no comunicado.

O projeto prevê o processamento de 1,700 mil toneladas por dia de milho, o que equivale a aproximadamente 20% do volume recebido pela Coamo de seus cooperados.

A usina ficará anexa ao Parque Industrial da Coamo, em Campo Mourão, que conta atualmente com nove unidades industriais, a maioria do ramo de alimentação humana e animal, como moinho de trigo, fiação de algodão, indústria de margarinas, gorduras vegetais, indústria de óleo de soja, refinaria de óleo de soja, envase de óleo de soja, torrefação de algodão e indústria de rações.

“A agregação de valor com a industrialização do milho que é originado nas propriedades dos cooperados e a crescente demanda por biocombustíveis foram determinantes para o início dos primeiros estudos, os quais se confirmaram vantajosos considerando a alta disponibilidade de matéria-prima, o know-how em tecnologias industriais existente no Parque Industrial onde será desenvolvido o projeto, a sinergia de áreas já existentes e estruturadas há décadas na Cooperativa, tais como experiência em trading e logística de commodities”, disse a Coamo.

A planta da Coamo, quando concluída, será a primeira a primeira do Sul do Brasil a produzir etanol exclusivamente com milho. Ela também incorporará uma tecnologia inovadora de origem estrangeira, pouco difundida no Brasil, de acordo com a cooperativa.

A usina permitirá à Coamo elevar substancialmente o volume de milho recebido de cooperados destinado à industrialização, dos atuais 3% do total para 20%. No caso do volume destinado à indústria de ração, o porcentual destinado deve chegar a cerca de 15%.

Outro benefício esperado é a redução do custo de produção em todo o Parque Industrial, com a co-geração de 30 MW de energia elétrica proveniente de uma termoelétrica a ser construída dentro do projeto.

A Coamo possui atualmente quase 73 mil cooperados no Paraná, em Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, dos quais mais de 70% são pequenos produtores. A cooperativa tem receita superior a R$ 28 bilhões e, além de plantas industriais, possui entre seus ativos 123 unidades que recebem volume superior a 9 milhões de toneladas de grãos por ano, boa parte destinada à industrialização.

Por: Clarice Couto | Fonte: Globo Rural

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