sábado, julho 25, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • VISION TECH
  • PRÊMIO VISÃO
  • CALENDÁRIO
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

O QUE É O ESG E POR QUE ELE É TÃO IMPORTANTE?

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
6 outubro, 2022
em Leia mais
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Leia mais
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

A sigla ‘ESG’ vem do inglês Environmental, Social and Corporate Governance e também pode ser encontrada como ‘ASG’, na tradução para o português: Ambiental, Social e Governança. O termo passou a ser utilizado com mais frequência nos últimos anos, inclusive no Brasil, e refere-se às práticas que podem ser adotadas por empresas para contribuir com um futuro sustentável.

O ESG foi citado pela primeira vez no relatório “Who Cares Wins“, feito pelo Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com o Banco Mundial, em 2004. O documento foi elaborado após uma provocação do então secretário-geral da ONU Kofi Annan a 50 presidentes de grandes instituições, para que implantassem boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.

Leia mais

FAESP manifesta perplexidade diante da falta de diplomacia do Governo Federal

Governo autoriza pagamento da equalização de juros no Plano Safra 2026/27

ANP passa a aceitar I-REC como evidência de energia renovável no RenovaBio

CEO da Stellantis reforça produção nacional e mantém plano de investir no Brasil

Os fatores estão diretamente relacionados aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que representam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados mundialmente e que precisam ser endereçados até 2030.

TEMAS ESG

As letras da sigla ESG representam os três temas que podem ser considerados pelas empresas, são eles:

ENVIRONMENTAL/AMBIENTAL: Práticas que contribuem com o meio ambiente, trabalhando temas como biodiversidade, desmatamento, aquecimento global, poluição do ar e da água, etcs;

SOCIAL: Ações voltadas à responsabilidade social, como direitos humanos, leis trabalhistas, relacionamento com a comunidade local,  proteção de dados, etc;

GOVERNANCE/GOVERNANÇA: Processos ligados a estratégias e orientações de administrações de empresas, como por exemplo, práticas anticorrupção, existência de canais de denúncias sobre casos de assédio, discriminação e corrupção, transparência de dados, etc.

ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL

Para analisar as performances das instituições em relação ao comprometimento delas com os fatores ESG, foi criado, em 2005, o Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3 (ISE B3).  Ele é o quarto indicador de sustentabilidade do mundo e o primeiro da América Latina. Para receber o selo, as empresas devem publicar, com clareza, os compromissos e critérios assumidos por elas, assim como a Neoenergia divulgou suas metas ESG aprovadas pelo  Conselho de Administração até 2030.

Um dos fundamentos utilizados pelo ISE B3 é a nota concedida às empresas pela CDP, uma organização sem fins lucrativos. O processo de pontuação considera a estrutura do TCFD (Task Force on Climate-Related Financial Disclosures) para o caderno de clima. O resultado mostra o quanto as instituições estão preparadas para a gestão dos riscos e oportunidades climáticas e hídricas, avaliando os níveis de divulgação, conscientização, governança e liderança da empresa.

No campo regulatório, companhias listadas na Comissão de Valores Monetários (CVM) devem, na esfera da Resolução CVM 80/22, reportar dados ambientais e sociais materiais. A medida prevê nova informação eventual exigível de emissores registrados na Categoria A, sobre a divulgação sobre certas demandas judiciais e arbitrais baseadas na legislação societária ou do mercado de valores mobiliários, ou nas normas editadas pela Comissão.

RELATÓRIOS ESG

As empresas também podem informar sobre práticas ESG adotadas internamente de forma voluntária. Um dos exemplos utilizados pelas corporações é o Relatório Anual Integrado, que tem como objetivo aperfeiçoar a prestação de contas e a responsabilidade pela gestão de aspectos envolvidos na atuação de uma empresa. Mesmo não sendo obrigatório, as instituições supervisionadas pela CVM que decidirem realizar essa divulgação devem cumprir regras da Resolução CVM 14/2020, que remetem à Orientação Técnica CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) nº 09/2020.

Nesse tipo de relatório, as empresas adotam modelos de aspectos ESG padronizados por organizações, como o “Value Reporting Foundation (VRF)”, que estabelece metodologias de reporte de sustentabilidade que facilite a identificação, mensuração e comunicação de aspectos materiais relevantes aos investidores. Ele se baseia em critérios de materialidade financeira, que podem afetar os lucros da companhia. Outro é o “Global Reporting Iniciative (GRI)”, que foca nas contribuições para o desenvolvimento sustentável, com materialidade além de aspectos financeiros, abrangendo impactos a diferentes públicos da corporação (colaboradores, consumidores, sociedade em geral, comunidades, entre outros).

FONTE: NEOENERGIA

Clique AQUI, entre no grupo de WhatsApp da Visão Agro e receba notícias em tempo real.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

A nova geopolítica e os desafios para o agronegócio brasileiro

Próximo post

BRASIL PODE GERAR RECEITA DE ATÉ US$ 120 BI EM CRÉDITOS DE CARBONO ATÉ 2030, MOSTRA ESTUDO

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

FAESP manifesta perplexidade diante da falta de diplomacia do Governo Federal

FAESP manifesta perplexidade diante da falta de diplomacia do Governo Federal

24 julho, 2026
Crédito rural da safra 2024/2025 já soma R$ 330,9 bilhões, com alta de 11% em maio

Governo autoriza pagamento da equalização de juros no Plano Safra 2026/27

24 julho, 2026
ANP aprova estudo para regulamentar estoque de carbono na cadeia de combustíveis

ANP passa a aceitar I-REC como evidência de energia renovável no RenovaBio

24 julho, 2026
CEO da Stellantis reforça produção nacional e mantém plano de investir no Brasil

CEO da Stellantis reforça produção nacional e mantém plano de investir no Brasil

24 julho, 2026
Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

23 julho, 2026
Tarifaço dos EUA entra em vigor nesta quarta; veja como fica o agro brasileiro

Ministro diz que nova tarifa dos EUA deve ser anunciada na sexta-feira, 24

23 julho, 2026
Unem realiza missão comercial na Tailândia para fortalecer exportações de DDG e DDGS

China amplia compras e se torna principal destino do DDG brasileiro

22 julho, 2026
Tarifaço dos EUA entra em vigor nesta quarta; veja como fica o agro brasileiro

Tarifaço dos EUA entra em vigor nesta quarta; veja como fica o agro brasileiro

22 julho, 2026
Centro-Sul deve moer 598,8 mi t de cana na safra 2025/26, queda de 3,7%, avalia StoneX

El Niño favorece produtividade da cana no Centro-Sul, mas pode atrasar colheita

21 julho, 2026
Manejo eficiente pode reduzir emissões de óxido nitroso no setor sucroenergético

Ministério da Agricultura estuda dar acesso para Agro Brasil+Sustentável a compradores

21 julho, 2026
Carregar mais
Próximo post
brasil

BRASIL PODE GERAR RECEITA DE ATÉ US$ 120 BI EM CRÉDITOS DE CARBONO ATÉ 2030, MOSTRA ESTUDO

Mais lidas da semana

  • Trending
Com impacto de provisões para perdas, Raízen teve prejuízo de R$ 27 bilhões na safra 2025/26

Moody’s rebaixa Cosan após crise na Raízen e mantém perspectiva negativa

20 julho, 2026
Compra de usina da Raízen não altera perspectiva para Adecoagro, diz S&P

Compra de usina da Raízen não altera perspectiva para Adecoagro, diz S&P

22 julho, 2026
Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

Opinião: O etanol de milho: a bala de prata do setor sucroenergético

23 julho, 2026
Grupo Itajobi busca reestruturar R$ 3,76 bilhões em dívidas

Grupo Itajobi busca reestruturar R$ 3,76 bilhões em dívidas

21 julho, 2026
As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

30 janeiro, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36