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Etanol de cana ou milho? Entenda por que o Brasil aposta nos dois

Maria Reis por Maria Reis
20 março, 2026
em Bioenergia, Cana de Açúcar, Milho
Tempo de leitura: 3 minutos
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Home Bioenergia
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Diferentes rotas de produção não competem e juntas aumentam eficiência, segurança energética e competitividade do país

O avanço do etanol de milho no Brasil tem levantado uma dúvida no setor: ele compete com o etanol de cana-de-açúcar? A resposta, segundo especialistas, é não. Na prática, as duas rotas são complementares e ajudam a fortalecer a matriz energética brasileira, ampliando a produção, reduzindo riscos e aumentando a competitividade do país no mercado global de biocombustíveis. A análise é do especialista Jefferson Ferreira, da EVERMAT, que destacou as diferenças e sinergias entre os dois modelos.

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O etanol de cana-de-açúcar é a base histórica da bioenergia no Brasil. O processo é direto, com a fermentação do açúcar presente na matéria-prima. O grande diferencial está na eficiência energética. O bagaço gerado no processamento é utilizado para produzir vapor e eletricidade, tornando muitas usinas autossuficientes e até exportadoras de energia.

Além disso, a rota apresenta baixa pegada de carbono, sendo uma das mais sustentáveis do mundo.

Milho garante produção o ano inteiro

Já o etanol de milho segue um processo mais complexo, que exige a conversão do amido em açúcar antes da fermentação. Em contrapartida, oferece uma vantagem importante: a produção contínua ao longo do ano, independentemente da safra. Outro ponto relevante é a geração de coprodutos, como o DDG, utilizado na nutrição animal, o que amplia as fontes de receita das usinas.

Embora muitas vezes tratados como concorrentes, os dois modelos cumprem funções diferentes dentro do setor. A cana se destaca pela eficiência e sustentabilidade. O milho, pela previsibilidade e estabilidade operacional. Juntos, criam um sistema mais equilibrado, com maior capacidade de resposta às oscilações de mercado e demanda.

Brasil ganha força com diversificação

A combinação das duas rotas permite ao Brasil ampliar sua produção de biocombustíveis sem depender de uma única matéria-prima.

Isso fortalece a segurança energética, melhora a competitividade internacional e posiciona o país como um dos líderes globais na transição para uma matriz mais limpa.

No cenário atual, a diversidade tecnológica deixa de ser um desafio e passa a ser uma vantagem estratégica para o setor.

Por: Maria Reis | Fonte: Portal Visão Agro

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