Faltam
00 Dias
|
00 Horas
|
00 Minutos
|
00 Segundos
para o
21º Prêmio Visão Agro Brasil
domingo, janeiro 11, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • DESTAQUES
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

Na Inpasa, a próxima fronteira do etanol está no sorgo

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
3 setembro, 2024
em Biocombustíveis
Tempo de leitura: 5 minutos
A A
0
Home Bioenergia Biocombustíveis
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Para responder à crescente demanda por etanol, Inpasa firma parceria com Embrapa para fomentar a produção de sorgo, que tem produtividade por litro igual à do milho

Na Inpasa, o sorgo é pop. Apesar de uma produção tímida no Brasil, o cereal tem uma grande oportunidade de ganhar espaço como matéria-prima na produção de etanol e de DDGS – um subproduto da fabricação do biocombustível com grande teor de proteína e usado na alimentação animal.

Leia mais

Petrobras poderá usar biodiesel puro (B100) em termelétrica em Canoas

Exportações de etanol em 2025 foram as menores em oito anos

Safra 2026-2027 de cana-de-açúcar terá maior oferta de etanol

Do frenesi do etanol de milho à promessa do B16, setor de biocombustíveis mantém o pé no acelerador

Com uma produtividade por litro igual à do milho, o sorgo é a aposta da Inpasa para regiões que onde o cultivo da safrinha não é tão favorável ou em anos de janela apertada para o plantio, em meio à crescente demanda por biocombustíveis. “Existe potencial para dobrar ou até triplicar a produção nos próximos anos”, disse Daniel Sarmento, gerente comercial da Inpasa, líder
na produção de etanol de milho no país.

Trazer o cereal para o jogo, entretanto, ainda é um desafio. Enquanto a colheita de milho ultrapassa 120 milhões de toneladas no Brasil, a produção de sorgo é de, aproximadamente, 4 milhões de toneladas por ano. Falta (quase) tudo: conhecimento sobre as melhores práticas de cultivo, além de previsibilidade de compra, logística e armazenagem.

A visão da Inpasa é de que o etanol, pelo seu porte de produção, conseguirá equalizar essas questões ao longo do tempo. Como primeiro passo para solucioná-las, a companhia firmou uma parceria com a Embrapa em junho deste ano para aumentar o conhecimento sobre a produção de sorgo, o quinto cereal mais cultivado no mundo.

O plano ainda está em fase inicial, com levantamento de dados e de informações com produtores no Maranhão e no Mato Grosso do Sul sobre os principais desafios no cultivo. Em um segundo momento, a Embrapa deve estruturar um projeto de desenvolvimento de tecnologias próprias para o cultivo do cereal. Por enquanto, ainda não foram divulgadas datas a respeito da entrega desse plano.

Além do milho


Sarmento explicou, durante evento promovido pela consultoria Datagro em Cuiabá (MT), na semana passada, que a escolha dos estados para realização do estudo está ligada ao alto potencial de cultivo de sorgo como segunda safra e à localização de duas plantas da companhia que estão sendo preparadas para processar outros cereais além do milho.

No médio prazo, a Inpasa também vê a possibilidade de produzir etanol a partir de trigo e de milheto, além do sorgo.

Uma dessas plantas industriais em preparação para receber o sorgo é a usina de Sidrolândia (MS), que começa a operar no próximo mês e tem uma capacidade de produzir 450 mil toneladas por ano de DDGS e 800 milhões de litros de etanol. A outra deve entrar em operação em março de 2025 e está localizada em Balsas (MA). Ela vai produzir 225 mil toneladas por ano de DDGS, além de 400 milhões de litros de etanol.

Assim que as novas plantas ficarem prontas, a Inpasa vislumbra resolver a questão de previsibilidade para produtores, firmando contratos para compra de sorgo, bem como fornecer a eles capacidade estática de armazenamento – outro gargalo.

Demanda de sobra


Os planos da Inpasa com o sorgo – e o fomento à produção de etanol a partir de outros cereais – vão ao encontro a uma demanda vertiginosa por etanol. De acordo com estimativas da consultoria Datagro, a produção brasileira de etanol de milho deve atingir 7,7 bilhões de litros na safra 2024/25, ante apenas 41 milhões de litros em 2013. Cresce, em média, 25% ao ano.

“Hoje, a produção mundial é de 120 bilhões de litros, mas, segundo estimativas, para que se atinja as metas do Acordo de Paris, a produção de biocombustíveis sustentáveis deveria chegar, no mínimo, a 500 bilhões de litros em 2030. Em 2050, esse número deve chegar a 1,12 trilhão de litros para atingir as metas de forma mais eficaz e com menor custo”, afirmou o presidente da Datagro, Plínio Nastari.

Os ganhos com DDGS


Existem mais de dez produtos diferentes dentro da categoria conhecida como grãos secos de destilaria (os subprodutos da produção de etanol). Em geral, eles são divididos entre DDG e DDGS. A principal diferença entre eles é a presença de fibras, o que torna o DDGS um produto com nutrientes solúveis. A Inpasa produz apenas o DDGS.

O Brasil se destaca cada vez mais na produção de DDGS. Um estudo de cinco anos, feito pela Inpasa em parceria com a Unesp Jaboticabal, já mostrou resultados promissores em seu segundo ano. Ao aumentar a quantidade de DDGS fornecida a 800 bois, a Inpasa encurtou pela metade o tempo de ganho de peso dos animais na fase de cria: saiu de um ganho de peso de cerca de 500 gramas por dia para 1,1 quilo.

Com isso, além da perspectiva de melhorar o fluxo de caixa dos pecuaristas, a companhia reduziu a pegada de carbono da carne produzida com mais DDGS.

“O resultado da última beta-análise americana foi de uma redução de 38% na pegada de carbono com o uso de DDGS. Quando nós fizemos a análise com o DDGS com planta forrageira de clima tropical, reduzimos em 54%. A gente saiu de uma pegada de 810 gramas de metano por dia, por quilo de ganho desse animal, e foi para 370. Ninguém tem essa informação no mundo, ninguém tem esse resultado no mundo”, afirmou Sarmento.

É esse mercado, mais sustentável e com uma demanda crescente por biocombustíveis, que a companhia quer alcançar. A inovação no sorgo parece mesmo ser só o começo. “O Brasil é protagonista na produção de biocombustíveis e de proteína de origem animal. Mas, mais do que isso, temos uma oportunidade única de ter sistemas mais equilibrados no mundo, em ambiente tropical e com uma pegada de carbono ímpar”, diz Sarmento.

Por: Karina Souza Fonte: The AgriBiz

Clique AQUI, entre no nosso canal do WhatsApp para receber as principais notícias do mundo agro.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

Controle da broca-da-cana será debatida

Próximo post

Preço do combustível marítimo adicionado de biodiesel é mais rentável

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Petrobras poderá usar biodiesel puro (B100) em termelétrica em Canoas

Petrobras poderá usar biodiesel puro (B100) em termelétrica em Canoas

9 janeiro, 2026
Etanol: hidratado sobe 1,39% e anidro recua 0,51% na semana

Exportações de etanol em 2025 foram as menores em oito anos

9 janeiro, 2026
ETANOL: Indicadores seguem em queda

Safra 2026-2027 de cana-de-açúcar terá maior oferta de etanol

8 janeiro, 2026
Etanol/Cepea: Hidratado se valoriza 9,3% na safra 24/25

Do frenesi do etanol de milho à promessa do B16, setor de biocombustíveis mantém o pé no acelerador

7 janeiro, 2026
Embraer realiza primeira venda de avião agrícola movido a etanol por meio do Programa Fundo Clima do BNDES

Combustíveis de aviação: ANP publica relatório sobre revisão de resoluções

7 janeiro, 2026
Inpasa e Amaggi planejam investir, juntas, ao menos R$ 12 bi em usinas de etanol de milho

Inpasa fará investimento de R$ 3,5 bilhões em etanol de milho em Mato Grosso

6 janeiro, 2026
Etanol/Cepea: Indicadores têm leve queda em SP

Novas perspectivas para o etanol: muito além do uso automotivo

6 janeiro, 2026
Petrobras anuncia entregas do primeiro SAF produzido no Brasil

Petrobras anuncia entregas do primeiro SAF produzido no Brasil

9 dezembro, 2025
Saiba quem são as três maiores produtoras de etanol de milho no Brasil

Atvos vai investir R$ 2,36 bilhões em planta de biometano e duas usinas de etanol de milho

2 dezembro, 2025
Petrobras estuda projetos de etanol, mas ainda não definiu matéria-prima

Petrobras mantém previsão de investimento em etanol e espera anúncios em 2026

2 dezembro, 2025
Carregar mais
Próximo post
Preço do combustível marítimo adicionado de biodiesel é mais rentável

Preço do combustível marítimo adicionado de biodiesel é mais rentável

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36