quarta-feira, abril 22, 2026
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
  • NOTÍCIAS
  • EXCLUSIVAS
  • NOSSOS EVENTOS
  • QUEM SOMOS
Visão Agro - A melhor Visão do Agronégócio
Nenhum resultado
Ver todos os resultados

PL do Hidrogênio de baixo carbono inaugura uma nova indústria para o Brasil

Redação Visão Agro por Redação Visão Agro
5 agosto, 2024
em Biocombustíveis, Bioenergia, Biogás, Política e Governo
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
0
Home Bioenergia Biocombustíveis
Compartilhe no WhatsappShare on TwitterCompartilhe no Linkedin

Projeto foi sancionado nesta sexta-feira (2/8) pelo presidente Lula, no Ceará, e proporcionará segurança regulatória e credibilidade ao Brasil no mercado global de hidrogênio

Lula sancionou texto em cerimônia no Porto de Pecém, Ceará

O projeto n° 2308/2023, que cria o marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono, foi sancionado pelo presidente Lula nesta sexta-feira (2/08), ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em cerimônia realizada no Complexo do Porto do Pecém, no Ceará. A lei traz uma série de iniciativas para desenvolver essa indústria no Brasil. Entre elas está o Regime Especial de Incentivos para Produção de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (Rehidro). Os incentivos terão validade de cinco anos, começando a partir de 1 de janeiro de 2025.

Leia mais

Guerra pode reduzir margens das sucroenergéticas

Clealco projeta moagem de 7 milhões de toneladas na safra 2026/27 e alinha estratégia para o novo ciclo

Coamo vai ao mercado levantar R$ 500 milhões para usina de etanol de milho

MME analisa incluir combustível marítimo sustentável no RenovaBio

O presidente Lula destacou as potencialidades energéticas do Brasil e que elas colocam o país na vanguarda da transição energética. “Quando vejo esse pessoal falar de hidrogênio verde, de energia solar, eólica, biomassa, hidrogênio verde, eu fico pensando: qual o país do mundo que pode competir com o Brasil? Qual é o país no mundo que tem condições de competir com o nosso país nesta questão da transição energética?”, afirmou o presidente.

Alexandre Silveira ressaltou que o governo do presidente Lula tem trabalhado no maior conjunto de políticas energéticas da história do Brasil.

“Esta é mais uma política pública que fortalece o país como protagonista global da transição energética justa e inclusiva. Hoje, o senhor, presidente, torna realidade um projeto histórico, que cria uma nova indústria para o Brasil, acendendo a chama que vai revolucionar a matriz de energia do planeta. É desenvolvimento tecnológico e industrial na cadeia produtiva do hidrogênio nacional”, afirmou o ministro no evento.

Segundo Silveira, o projeto do hidrogênio ainda tem papel fundamental de fomentar a cadeia nacional de suprimento de insumos e de equipamentos e o desenvolvimento da produção nacional de fertilizantes nitrogenados, reduzindo a dependência externa e de garantir a segurança alimentar.

“As plantas de hidrogênio vão fortalecer o setor de fertilizantes verdes e vão reduzir a nossa dependência de importação. O hidrogênio é essencial para produzir amônia verde e fortalecer a nossa indústria e agricultura nacional. Esse conjunto de políticas públicas que estamos implementando vai nos entregar um Brasil mais moderno e consolidar nossa liderança na transição energética. E o Ceará será um dos grandes hubs de hidrogênio verde, colocando em prática os com 33 memorandos de entendimento já assinados”, destacou o ministro.

Destaques

Outro destaque do marco legal é o Sistema Brasileiro de Certificação de Hidrogênio (SBCH2), que estabelece a estrutura, a governança e as competências, além de certificação voluntária, por intensidade de emissões, com base em análise do ciclo de vida. O PL também apresenta incentivos à pesquisa, desenvolvimento e inovação para produção de hidrogênio e às diversas rotas de produção de forma a estabelecer neutralidade tecnológica.

O PL também define a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) como a reguladora de hidrogênio e estabelece uma intensidade limite de 7kgCO2eq/KgH2. Isso privilegia o uso de fontes de baixa emissão de carbono, como a eólica, a fotovoltaica e o etanol.

A definição do marco legal-regulatório para o hidrogênio era uma das prioridades do Plano Trienal 2023-2025 do Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2). O projeto sancionado nesta sexta-feira conta com contribuições resultantes das discussões realizadas pelo Comitê Gestor do Programa Nacional do Hidrogênio (Coges-PNH2), liderado pelo MME, com ampla participação da sociedade.

Cenário do H2V no Brasil

Atualmente, já foram anunciados 57 Gigawatts (GW) em projetos no país, considerando todos os níveis de maturidade. Essas iniciativas estão sendo estudadas em todo o Brasil, com destaque para os estados da Bahia, Ceará, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
Os projetos de hidrogênio já protocolados no MME, ou seja, que estão em estágios mais avançados, somam R$ 212 bilhões em investimentos. Maioria está nos estados do Ceará e Piauí.

Fonte: Agência Gov

Clique AQUI, entre no nosso canal do WhatsApp para receber as principais notícias do mundo agro.

SendTweetCompartilhar
Artigo anteiror

O valor do petróleo

Próximo post

Produção de petróleo do Brasil tem alta em junho, aponta ANP

Redação Visão Agro

Redação Visão Agro

Notícias Relacionadas

Guerra pode reduzir margens das sucroenergéticas

Guerra pode reduzir margens das sucroenergéticas

22 abril, 2026
Clealco projeta moagem de 7 milhões de toneladas na safra 2026/27 e alinha estratégia para o novo ciclo

Clealco projeta moagem de 7 milhões de toneladas na safra 2026/27 e alinha estratégia para o novo ciclo

22 abril, 2026
Coamo vai ao mercado levantar R$ 500 milhões para usina de etanol de milho

Coamo vai ao mercado levantar R$ 500 milhões para usina de etanol de milho

22 abril, 2026
Julho encerra com recorde histórico de aberturas de mercados para o mês

MME analisa incluir combustível marítimo sustentável no RenovaBio

22 abril, 2026
Cade aprova venda de usinas da Raízen para Thopen em operação de até R$ 600 milhões

Credores da Raízen propõem injeção de R$ 8 bilhões e saída de Rubens Ometto, dizem fontes

20 abril, 2026
Inpasa e Amaggi planejam investir, juntas, ao menos R$ 12 bi em usinas de etanol de milho

Inpasa embarca 45 mil toneladas de DDGS para a Turquia

20 abril, 2026

Da canola à macaúba, agronegócio diversifica culturas para produzir etanol e biodiesel

20 abril, 2026
Etanol de milho dispara no Brasil: produção cresce 33% ao ano e já disputa com cana-de-açúcar

Integração entre etanol de cana e milho impulsiona nova fase dos biocombustíveis no Brasil

20 abril, 2026
Unica e Orplana fecham acordo sobre novas regras do Consecana

Produção de cana atinge 673,2 mi t em 2025/26, aponta Conab, com recorde para etanol

20 abril, 2026
“O futuro do setor depende de suas raízes”, diz Aryl Lyra, diretor presidente da Caeté

“O futuro do setor depende de suas raízes”, diz Aryl Lyra, diretor presidente da Caeté

17 abril, 2026
Carregar mais
Próximo post

Produção de petróleo do Brasil tem alta em junho, aponta ANP

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas da semana

  • Trending
Cade aprova venda de usinas da Raízen para Thopen em operação de até R$ 600 milhões

Credores da Raízen propõem injeção de R$ 8 bilhões e saída de Rubens Ometto, dizem fontes

20 abril, 2026
Dedini vence Prêmio Visão Agro Norte-Nordeste na categoria “Melhores Empresas” da área industrial

Dedini vence Prêmio Visão Agro Norte-Nordeste na categoria “Melhores Empresas” da área industrial

16 abril, 2026
Agrishow 2024 fecha com R$ 13,608 bilhões em intenções de negócios e aposta em melhor experiência ao cliente

Agrishow consolida protagonismo do Brasil na segurança alimentar global

17 abril, 2026
As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

As 10 maiores cooperativas do agronegócio brasileiro

30 janeiro, 2026
Guerra pode reduzir margens das sucroenergéticas

Guerra pode reduzir margens das sucroenergéticas

22 abril, 2026
LinkedIn Instagram Twitter Youtube Facebook

CONTATO
(16) 3945-5934
atendimento@visaoagro.com.br
jornalismo@visaoagro.com.br
comercial@visaoagro.com.br

VEJA TAMBÉM

  • Prêmio Visão Agro
  • Vision Tech Summit 
  • AR Empreendimentos

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36

Inovação, tecnologia e transformação digital no Agronegócio.
Prepare-se para o maior evento tech-agro do ano!

Saiba mais no site oficial

Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Bioenergia
    • Biocombustíveis
    • Biogás
    • Biomassa
    • Energia renovável
    • Usinas
  • Mundo Agro
    • Cooperativismo
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia
  • Mercado
    • Clima
    • Economia
    • Geopolítica
    • Internacional
    • Negócios
    • Política e Governo
    • Transporte
  • Culturas
    • Algodão
    • Café
    • Cana de Açúcar
    • Fruticultura
    • Grãos
    • Milho
    • Pecuária
    • Soja
    • Trigo
  • Insumos agrícolas
    • Adubos e fertilizantes
    • Biológicos e Bioinsumos
    • Defensivos Agrícolas
    • Implementos Agrícolas
    • Irrigação
    • Máquinas agrícolas
  • Eventos Visão Agro
    • Vision Tech Summit – Indústria do Amanhã
    • Prêmio Visão Agro Brasil
    • Vision Tech Summit – Agro
    • Prêmio Visão Agro Centro – Sul
  • Em destaque
  • Leia mais

Todos os direitos reservados 2024 © A R EMPREENDIMENTOS COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDA – CNPJ: 05.871.190/0001-36