Com 39 anos de mercado, empresa destaca flexibilidade da locação, suporte técnico e equipamentos portáteis para operações de solda e corte no setor sucroenergético
Com 39 anos de atuação, a Alusolda Brasil reforçou durante a Fenasucro & Agrocana sua presença junto ao setor sucroenergético ao apresentar soluções para soldagem e corte voltadas às demandas de usinas e indústrias. Em entrevista à Visão Agro, o CEO da Alusolda, Paulo César, destacou o modelo de locação de equipamentos, que permite adequar as máquinas às necessidades de cada operação, além de apresentar lançamentos como um plasma portátil com capacidade de corte de até 12 milímetros e uma inversora de solda de 400 amperes e alimentação multivolt.
Especializada em máquinas de solda, a Alusolda atua com locação, venda, manutenção e fornecimento de peças de reposição. A empresa está instalada em Aparecida de Goiânia, em Goiás, e atende também mercados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Triângulo Mineiro, Tocantins e Bahia. Segundo Paulo, entre os equipamentos atualmente mais procurados para locação estão os inversores portáteis, máquinas de corte a plasma e sistemas MIG (Metal Inert Gas) e MAG (Metal Active Gas), processo de soldagem que utiliza alimentação contínua de arame.
Na avaliação do executivo, uma das vantagens da locação está na possibilidade de substituir rapidamente um equipamento em caso de falha, reduzindo etapas relacionadas a orçamento, aprovação de manutenção e indisponibilidade da máquina. Outro diferencial é permitir que cada solução seja ajustada conforme a demanda da produção. “A gente adequa a máquina à sua produção, então você não corre o risco de comprar uma máquina errada”, explicou.
A flexibilidade também permite alterar o conjunto de equipamentos conforme uma obra ou operação avança. Paulo citou o caso de um cliente que inicialmente alugou 20 máquinas MIG, mas posteriormente identificou a necessidade de trabalhar com dez unidades MIG e dez TIG (Tungsten Inert Gas), processo que utiliza eletrodo de tungstênio. As dez máquinas foram substituídas sem a necessidade de novo investimento na aquisição de equipamentos. Ao longo do projeto, outras trocas também foram realizadas de acordo com as demandas de corte e soldagem. “Ele foi trocando as máquinas e sobrou muito dinheiro ali para ele no final da obra”, afirmou o CEO.
Flexibilidade operacional
Além da adaptação do parque de máquinas, Paulo destacou que a locação reduz a necessidade de imobilização de capital na compra de equipamentos. O modelo permite ampliar ou diminuir a quantidade e o tipo de solução utilizada conforme o ritmo da operação. Na avaliação do executivo, isso oferece maior previsibilidade para empresas que enfrentam demandas variáveis, projetos temporários ou diferentes necessidades técnicas ao longo de uma obra. Ele também ressaltou que os valores relacionados à locação podem integrar as despesas operacionais das empresas, conforme o tratamento contábil e tributário aplicável a cada negócio.
Entre as soluções apresentadas pela Alusolda na feira está um novo equipamento de corte a plasma portátil, desenvolvido para materiais com espessura de até 12 milímetros. Paulo destacou o tamanho compacto e a versatilidade do modelo como características voltadas a operações que demandam mobilidade. Outro equipamento levado ao evento foi uma inversora de solda de 400 amperes, com tecnologia multivolt, preparada para reconhecer automaticamente alimentações de 220, 380 e 440 volts. “Colocou o plug lá, esquece o que tem na tomada. Pode colocar que ela funciona”, resumiu o CEO.
Para a Alusolda, o setor sucroenergético ocupa uma posição estratégica por reunir operações contínuas e uma ampla utilização de estruturas metálicas. Usinas trabalham com diferentes materiais, como aço carbono, aço inoxidável e alumínio, o que mantém uma demanda recorrente por processos de corte e soldagem em atividades industriais, manutenções e intervenções nas plantas. “É uma empresa que trabalha 24 horas por dia. Ali é tudo feito de metal. Ou vai ser cortado ou vai ser soldado”, destacou Paulo.
A atuação junto às unidades também envolve suporte após a disponibilização dos equipamentos. A empresa realiza adequação das máquinas de acordo com cada aplicação, treinamento dos operadores e, quando permitido pela unidade industrial, revisões periódicas e substituições programadas. Segundo Paulo, a relação com as usinas também tende a envolver contratos de maior duração, reflexo de um mercado que, na avaliação da companhia, vem compreendendo com maior clareza as vantagens da locação. A combinação entre disponibilidade, flexibilidade e suporte técnico sustenta a estratégia da Alusolda para ampliar sua participação em operações industriais do setor sucroenergético.
Por: Maria Reis | Fonte: Portal Visão Agro
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