Daniel Goulart assume a liderança da área de negócios com a missão de impulsionar a otimização de ativos e a estratégia de descarbonização em meio à expansão do mandato de mistura de biodiesel

O grupo Delta Energia, com atuação em comercialização de energia, biocombustíveis (biodiesel e etanol) e geração térmica e solar, anunciou nesta sexta-feira, 3, a chegada de Daniel Goulart como diretor de biocombustíveis.
De acordo com a companhia, o movimento reforçaria o compromisso da companhia com a sustentabilidade e a expansão estratégica nesse mercado, em linha com as diretrizes regulatórias do aumento gradual do mandato de mistura do biocombustível ao diesel no país.
Com uma trajetória profissional de mais de uma década focada exclusivamente no segmento de biocombustíveis, óleos vegetais e biodiesel, o executivo deve trazer para a Delta Energia uma experiência robusta, incluindo passagens por grandes tradings e companhias do agronegócio, como ADM, Cofco e Minerva.
“O Grupo Delta Energia possui um diferencial competitivo explícito, com duas plantas de biodiesel muito bem localizadas, na região central do Brasil, e um perfil de liderança altamente dinâmico e empreendedor”, afirma Daniel Goulart.
Ele ainda complementa: “A área de biocombustíveis é um dos ‘core business’ da empresa e meu principal objetivo é agregar minha experiência, especialmente em compra de matéria-prima, gestão de risco e relacionamento com o mercado, para otimizar o uso dos ativos e alcançar os ambiciosos planos do Grupo para o setor nesse importante setor”.
Segundo a companhia, o novo diretor chega em um momento crucial: as duas plantas industriais do grupo, em Rio Brilhante (MS) e Cuiabá (MT), têm uma capacidade de produção somada de 1,6 milhão de litros de biodiesel por dia, permitindo que a empresa seja uma das maiores no cenário nacional.
Goulart destaca o papel do B100 sob dois prismas. O primeiro está relacionado a práticas de ESG e descarbonização. “Este é um biocombustível fundamental para a descarbonização da matriz energética brasileira, promovendo uma redução significativa na poluição por meio da mistura sustentável no diesel fóssil”, diz.
O outro pilar contempla segurança energética e econômica. Segundo ele, o setor de biocombustíveis pode fornecer segurança energética ao contribuir para diversificar a matriz e garantir o suprimento para a frota pesada e mesmo para a geração de energia, sendo essencial para as cadeias produtivas do país.
Sobre a perspectiva do aumento da mistura para B16 (e a meta de B20 até 2030), Goulart acredita que o setor e o grupo Delta Energia estão preparados. “A companhia olha para essa perspectiva com bons olhos, buscando ativamente alternativas de fornecimento de matéria-prima e soluções inteligentes de inovação na ponta da venda, para manter nossa posição estratégica”, complementa.
O executivo diz que suas prioridades de curto prazo incluem a adaptação à cultura organizacional e equipes da companhia, e garantir as vendas de curto prazo para o encerramento de 2025, enquanto planeja os desafios estratégicos de integração e agregação de valor para 2026.
Fonte: Delta Energia
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