Decisão do Carf impediu que companhia recupere o tributo referente a despesas diversas, declaradas como se fossem insumos da distribuidora de combustíveis
Custos com patrocínios, eventos, viagens, contratação de palestrantes, produção de mídia, reformas de estofados, locação de equipamentos de tecnologia da informação (TI), materiais de escritório, cópias e impressões, Correios, malotes e motoboys.
De acordo com uma reportagem da Folha de São Paulo, a Raízen declarou, em 2018, todas estas despesas como insumos das atividades de distribuição de combustíveis. Com isso, a companhia poderia descontar os valores do saldo devedor junto à Receita Federal, pagando menos impostos.
Entretanto, uma decisão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) impediu que a companhia gere créditos tributários a partir destes gastos. O entendimento – que também vale para outros anos – é que estas são despesas administrativas e comerciais.
Os conselheiros reforçaram que os créditos podem ser gerados apenas para insumos essenciais para a atividade produtiva da empresa. A Raízen, entretanto, não conseguiu comprovar este vínculo em relação às atividades listadas.
Procurada pela Folha de São Paulo, a Raízen afirmou que não pretende comentar o tema.
Fonte: NovaCana com informações da Folha de São Paulo
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