O agronegócio brasileiro segue consolidado como um dos pilares da economia nacional e um dos principais fornecedores de alimentos, energia e matérias-primas para o mundo. Um levantamento divulgado no ranking Agro 100 – 2025, da Forbes, revela quais foram as 10 maiores empresas do agronegócio brasileiro em receita líquida em 2024, evidenciando a força de setores como proteína animal, trading de grãos, bioenergia e florestas plantadas.
Confira o ranking:
1. JBS — R$ 417,0 bilhões
Líder absoluta do ranking, a JBS reforça o protagonismo brasileiro na proteína animal. A companhia é um dos maiores grupos de alimentos do mundo e atua fortemente na exportação de carne bovina, suína e de frango.
2. Marfrig — R$ 144,2 bilhões
A Marfrig ocupa a segunda posição, impulsionada pelo forte desempenho no mercado de carne bovina e pela estratégia de atuação global, com presença relevante em mercados internacionais.
3. Cargill — R$ 109,2 bilhões
Uma das maiores tradings agrícolas do mundo, a Cargill desempenha papel essencial na conexão entre produtores brasileiros e os mercados globais de soja, milho e derivados.
4. Ambev — R$ 89,5 bilhões
A Ambev aparece como representante do segmento de bebidas, com forte ligação ao agronegócio por meio da cadeia de grãos, especialmente cevada, milho e outros insumos agrícolas.
5. Bunge — R$ 69,8 bilhões
Com atuação relevante em originação, processamento e exportação de grãos, a Bunge segue como uma das principais engrenagens da logística agrícola brasileira.
6. Raízen — R$ 66,9 bilhões
A Raízen representa a força do setor sucroenergético nacional, com destaque para a produção de açúcar, etanol e bioenergia, além da crescente atuação na transição energética.
7. Copersucar — R$ 62,4 bilhões
Maior comercializadora de açúcar e etanol do mundo, a Copersucar consolida o Brasil como líder global no mercado sucroenergético, conectando usinas nacionais a dezenas de países.
8. BRF — R$ 61,4 bilhões
Com forte atuação em carnes e alimentos processados, a BRF reforça o peso da proteína animal na economia brasileira e no comércio internacional.
9. COFCO International — R$ 53,3 bilhões
A COFCO se destaca como um elo estratégico entre o agronegócio brasileiro e o mercado asiático, especialmente na exportação de grãos.
10. Suzano — R$ 53,3 bilhões
A Suzano fecha o ranking representando o setor de florestas plantadas. A empresa é líder global em celulose e referência em produtividade florestal e sustentabilidade.
Diversidade setorial e escala global
O ranking evidencia a diversidade do agronegócio brasileiro, que vai da proteína animal à bioenergia, passando por grãos, bebidas e celulose. Em comum, essas empresas operam em escala global, com elevados investimentos em logística, tecnologia, rastreabilidade e sustentabilidade para atender mercados cada vez mais exigentes.
O agronegócio responde por cerca de 25% do PIB brasileiro e emprega milhões de pessoas direta e indiretamente. As empresas listadas são pilares dessa estrutura, conectando o campo brasileiro a consumidores de centenas de países.
Por: Maria Reis | Fonte: Portal Visão Agro | Com informações de Agro 100 – 2025 (Forbes)
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